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Brasileirão Série A: História e Curiosidades (Tabelas e Classificações 2021)

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A principal competição nacional do esporte mais jogado e amado chega aos seus 50 anos com um dos campeonatos mais equilibrados do mundo.

A cada ano, cerca de seis a sete equipes são consideradas favoritas antes do certame começar, o que mostra o tamanho do equilíbrio e as possibilidades que os times têm para conquistar o maior título dentro do futebol do Brasil.

Com forte domínio da região Sudeste, já se teve várias fórmulas de disputa até chegar ao modelo atual, de pontos corridos com 20 times.

Vamos saber agora quais são os principais jogadores e os times que disputam o direito de ser chamado o maior time de futebol do país no Brasileirão Série A.

Início do Brasileirão Série A

A edição de 2021 do Brasileirão Série A marca os 50 anos do primeiro campeonato com este nome. Mas, claro, devemos lembrar os primórdios do esporte bretão em nosso Brasil.

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Por ter dimensões continentais e uma infraestrutura aérea deficiente na primeira metade do século 20, era absolutamente impossível realizar um campeonato de âmbito nacional. 

As viagens de avião eram muito longas e caras nos fim dos anos 1930 e anos 1940, de tal modo que muitas delas eram feitas de ônibus, que duravam dias e dias, o que desgastava bastante os atletas.

Por isso, era basicamente improvável reunir times de todas as regiões do país, fato que tornava os campeonatos estaduais, que deram início ao futebol em nosso país, as competições mais relevantes do futebol nacional.

A dificuldade era tanta em viajar de avião que só foi possível vir ao Brasil para disputar a Copa de 1950 de navio. Algumas seleções importantes não toparam fazer a viagem de três meses, principalmente os europeus, para jogar o mundial.

A situação só começaria a mudar na metade da década de 1950, com o lema da administração de Juscelino Kubitschek “50 anos em 5”.

Com forte investimento na indústria de automóveis e o início efetivo do trabalho para alavancar a infraestrutura aérea, as primeiras viagens começaram a ser feitas entre estados, onde nasce a famosa ponte aérea Rio-São Paulo, em 1956.

Porém, ainda era insuficiente pensar em montar uma competição de alcance nacional. Além disso, a CBD (Confederação Brasileira de Desportos) também não tinha muito interesse em realizar um torneio desses.

Mas o movimento começaria a mudar em 1958, depois do primeiro título mundial de seleções conquistado na Suécia, com a seleção composta basicamente por jogadores dos times de São Paulo e Rio de Janeiro.

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Empolgado com a conquista, a CBD decidiu montar uma competição entre os times de outros estados do Brasil para saber qual seria o melhor dentro do novo país do futebol.

Assim, nascia a Taça Brasil, a primeira competição a nível nacional disputada em terras tupiniquins.

A Taça Brasil

Antes do surgimento da precursora do Brasileirão Série A, a CBD tentou alavancar os campeonatos de seleções estaduais, mas se tornaram um retumbante fracasso comercial e de nível técnico.

Com o embrião de uma competição continental, que seria a Taça Libertadores da América, prestes a começar, era necessário indicar quem seria o representante brasileiro.

Tentativas foram feitas de implantar uma competição a nível nacional no começo da década de 1950, mas como citamos no começo do texto, havia um sério problema de deslocamento entre os estados da nação.

Com o fracasso do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, o então presidente da CBD, João Havelange, colocou em ação um plano definido em 1955, a criação de uma taça que reuniria os campeões estaduais para decidir o melhor time do país.

Em 1959 foi realizada a primeira edição de maneira econômica, de modo a permitir com que os clubes continuassem disputando os estaduais, que tinham relevância, e pudessem realizar suas excursões pelo exterior.

O novo torneio já iniciava com uma grande vantagem: o campeão estava automaticamente classificado para disputar a primeira edição da Libertadores, no ano seguinte.

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Prezando pela economia e as dificuldades da época, o sistema de disputa era semelhante ao que é realizado atualmente na Copa do Brasil: sistema de mata a mata em dois jogos, com os confrontos definidos por sorteio.

Foram 16 clubes participantes numa melhor de quatro pontos. Quem somar mais pontos se classifica para a próxima fase, até chegar à final.

A partir de 1961, o campeão estava automaticamente classificado para a edição do ano seguinte, chegando a 18 times no certame.

O primeiro campeão foi o Bahia Esporte Clube, que desbancou o então invencível time do Santos de Pelé e companhia, ganhando o jogo decisivo no Maracanã depois de perder a primeira partida em Salvador.

A competição foi disputada até 1968 somente no sistema mata a mata, mudando o formato nos seus últimos dois anos para um sistema híbrido, com sistema de pontuação em grupos e jogos eliminatórios nas fases finais.

A partir de 1964, tanto o vencedor quanto o vice tinham direito às vagas para a Libertadores. Mas os primeiros times a terem esse direito foram apenas o Palmeiras e o Náutico, finalistas da Taça de 1967.

Porém, com a melhoria da infraestrutura aérea e rodoviária do Brasil, foi se pensando em um novo formato de competição, com mais jogos e possibilidades de se jogar em outros estados do país.

Era uma ampliação do Torneio Rio-São Paulo, mas com o nome de Roberto Gomes de Pedrosa. A primeira edição do novo campeonato foi em 1967, mas as vagas para a Libertadores eram concedidas aos finalistas da Taça Brasil.

Como a fórmula do novo campeonato agradou a todos os envolvidos, decidiu-se que o novo torneio seria considerado o principal campeonato brasileiro de clubes a partir de 1968.

Assim, a Taça foi considerada uma competição de segundo escalão até ser encerrada definitivamente em 68, tendo dez edições concluídas.

Curiosamente, as duas competições foram disputadas e seus campeões eram considerados campeões nacionais, justamente pelo fato de ter sido uma transição entre os dois campeonatos.

As conquistas foram reconhecidas como títulos nacionais em 2010 pela CBF, depois de anos de pesquisa e um processo complexo apresentado à autoridade máxima do Futebol.

Os campeões da Taça Brasil foram:

Torneio Roberto Gomes de Pedrosa

Substituto da Taça Brasil, foi realizado durante os anos de 1967 a 1970 com extensão do até então disputado Rio-São Paulo com a inclusão de times de outros estádios.

Foi a evolução do torneio anterior, que recebeu uma grande cobertura da mídia e era disputado pelos principais times do país, com jogos de alto nível e média de público jamais vista naquela época.

A fórmula que fez sucesso e que deu relevância em substituição à Taça Brasil era a divisão dos times em dois grupos, com jogos em turno e returno.

Os dois primeiros de cada chave se classificaram para o quadrangular final, em que o campeão era decidido em turno único.

Depois de dividir o protagonismo com a Taça Brasil, as edições de 1969 e 1970 foram realizadas como a única competição nacional de clubes. 

Durou apenas quatro anos, pois a CBD estava sendo pressionada para realizar um campeonato verdadeiramente nacional, o que aconteceria somente em 1971, com o novo nome de Campeonato Brasileiro.

Os campeões das quatro edições foram:

  • Palmeiras, em 1967 e 1969;
  • Santos, em 1968;
  • E Fluminense, em 1970.

Posteriormente, os títulos conquistados entre 1959 e 1970 foram unificados pela CBF e juntados aos títulos conquistados no Campeonato Brasileiro a partir de 1971.

Aconteceram episódios curiosos, como os dois títulos do Palmeiras conquistados em 1967, tanto da Taça Brasil quanto do Roberto Gomes Pedrosa, e do Botafogo e Santos, campeões em 1968, devidamente reconhecidos como campeões nacionais.

O novo Campeonato Brasileirão Série A

A partir de 1971, foi implantado pela CBD o novo campeonato nacional de clubes que viria a ser chamado a partir de 1976 como Campeonato Brasileiro para ser a principal competição futebolística do Brasil.

As primeiras edições foram feitas usando a mesma fórmula do Robertão: os times eram divididos em grupos e os melhores participavam de um quadrangular final em que era decidido quem seria o campeão.

Os critérios de classificação eram os campeonatos estaduais e convites feitos pela Confederação que não desempenhavam um bom papel em seus estados.

Nos anos 1980, a CBD se transformou em CBF e o campeonato sofreu diversas reformulações na sua fórmula, com campeonatos iniciando em um ano e sendo decidido no começo do ano seguinte.

A Copa União

A maior crise envolvendo o futebol brasileiro aconteceu em 1987. Alegando falta de condições financeiras para realizar o campeonato, a Confederação Brasileira de Futebol decidiu entregar a organização para os clubes. 

Assim, foi criado o Clube dos 13, que ficou responsável por organizar o campeonato da primeira divisão, com 16 clubes. Enquanto a CBF ficou responsável por fazer o planejamento e organização da segunda divisão.

Divididos em módulos verde, que recebeu o nome de Copa União, e no módulo amarelo, os times deveriam se encontrar no quadrangular final organizado pela própria CBF.

Mas durante o campeonato, uma nova polêmica abalou o campeonato. Alegando descumprimento das cláusulas contratuais por parte da Confederação, os vencedores da Copa União se recusaram a participar do quadrangular final. 

Flamengo e Internacional não participaram da parte final do Brasileiro jogando contra os vencedores do módulo amarelo, Sport e Guarani.

Por fim, o Sport venceu o Guarani no confronto direto e conquistou o Brasileiro de 1987, tendo direito a vaga para a Libertadores de 1988 como representante do Brasil.

O time do Flamengo sempre se auto proclamou campeão brasileiro de 1987, enquanto o Sport era proclamado oficialmente o vencedor pela CBF campeão brasileiro.

O assunto foi até a última instância da Justiça, o STF, que declarou em trânsito e julgado o Sport como único campeão de 1987. 

No ano seguinte, a Copa União manteve seu nome, mas teve sensíveis mudanças. Houve uma redução para apenas 24 clubes e foi implantado o primeiro sistema de acesso e descenso, sendo efetivamente cumprido.

Brasileirão nos anos 1990

Houve uma consolidação no modelo de disputa do Brasileiro, no qual os clubes disputavam uma fase classificatória e os jogos de mata-mata entre os 8 melhores colocados, que disputaram quartas de final, semifinal e finais.

Mas ainda existiam problemas de descontentamento dos clubes menos tradicionais almejando jogar contra os times grandes. Para evitar o descontentamento geral, a CBF criou a Copa do Brasil, com times de todos os estados da nação.

O fim da década reservou uma nova polêmica. O jogador do São Paulo Sandro Hiroshi foi flagrado jogando com identidade adulterada e a entidade puniu o clube com a retirada de pontos, o que causou o rebaixamento do Gama.

Os brasilienses recorreram à justiça e tiveram o rebaixamento cancelado, além da Confederação ser proibida de organizar o campeonato do ano seguinte. Assim, o clube dos 13 organizou a Copa João Havelange, com 114 times divididos em quatro módulos.

Século XXI

Somente no terceiro milênio, a estabilidade chegou ao torneio com a adoção dos pontos corridos a partir de 2003 e o sistema de acesso e rebaixamento estabelecido, com quatro clubes subindo e quatro times descendo.

Essa manutenção da fórmula do campeonato evitou dores de cabeça, apesar de alguns percalços, como em 2013 no episódio envolvendo a Portuguesa de Desportos.

Hoje, é considerado um dos 10 campeonatos mais equilibrados e disputados do país, com possibilidade de mais de sete times podendo buscar o título nacional.

Principais vencedores do Campeonato Brasileiro Série A

Depois da unificação dos títulos nacionais em 2010, em que os títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa foram considerados também como campeonatos brasileiros, a ordem dos vencedores foi alterada.

Até então, o maior campeão brasileiro era o São Paulo, com seis títulos, acompanhado de perto pelo Flamengo, com cinco títulos, e o Palmeiras e Corinthians, com quatro títulos cada.

Com a unificação, a ordem atualizada até o fim do Brasileirão Série A de 2020 é:

  • Palmeiras, com 10 títulos;
  • Santos, com 8 títulos;
  • Flamengo e Corinthians, com 7 títulos;
  • São Paulo, com 6 conquistas.

Em todas as edições, foram 17 campeões brasileiros de nove estados das regiões Sudeste, Sul e Nordeste. Destacam-se como campeões brasileiros:

  • Cruzeiro, Vasco e Fluminense, com 4 vitórias;
  • Internacional, com 3 títulos;
  • Grêmio, Bahia e Botafogo, com 2 títulos;
  • E Atlético Mineiro, Athletico Paranaense, Coritiba, Guarani e Sport com 1 título.

Brasileirão Série A 2021

A edição de número 51 do Brasileiro é comemorativa aos 50 anos da primeira edição realizada em 1971, onde o Atlético Mineiro se sagrou o primeiro campeão nacional.

A edição é composta por 20 clubes, que vão jogar um total de 38 rodadas de ida e volta, onde o campeão é aquele que conquistar mais pontos ao final do certame.

Os quatro piores classificados descem para a série B, enquanto os quatro melhores da segunda divisão sobem para a série A.

Os destaques são os retornos do América Mineiro, da Chapecoense, campeão da Série B, e do Juventude à Série A depois de 14 anos na divisão de acesso.

A estreia fica por conta do Cuiabá, com apenas 20 anos de vida e que traz o retorno de um time do Mato Grosso após 35 anos de hiato.

Vamos saber quais são os principais times e jogadores da edição 2021 do Brasileirão Série A

Flamengo

Atual bicampeão brasileiro, o time da Gávea vai em busca do tricampeonato, feito repetido pelo São Paulo em 2006, 2007 e 2008, sob comando de Muricy Ramalho.

Com jogadores talentosos, como Diego Ribas, Gerson, Filipe Luís, Arrascaeta, Éverton Ribeiro, Bruno Henrique e o artilheiro Gabriel Barbosa, o time de Rogério Ceni vai em busca de consolidar o seu nome como melhor time do país.

Palmeiras

O time paulista 10 vezes campeão brasileiro rivaliza com o gigante carioca pelo protagonismo do futebol brasileiro e continental. Com dois títulos nos últimos cinco anos, o Palmeiras vai atrás do undecampeonato.

Atual campeão da Libertadores e da Copa do Brasil, o time do português Abel Ferreira tem elenco cheio de opções e vai com tudo atrás de recuperar a hegemonia e atrapalhar o tricampeonato do Flamengo.

Os principais destaques são o goleiro Weverton, o zagueiro Gustavo Gomez, os meios campistas Felipe Melo, Patrick de Paula e Raphael Veiga e os atacantes Rony, William Bigode e Luiz Adriano.

Com o retorno do meia atacante Dudu, a expectativa é do time brigar cabeça a cabeça pelo título, conciliando com a disputa da Libertadores e a chance de buscar o bi da América.

São Paulo

Depois de quebrar o jejum de títulos com o Campeonato Paulista de 2021, o São Paulo chega com o objetivo de reconquistar o Brasil depois de 13 anos de espera. 

O time de Hernán Crespo tem como destaque o meio campo Daniel Alves, com passagem pela seleção brasileira e por grandes clubes, como Barcelona, Juventus e PSG.

Merecem destaque o atacante Éder, o meio campista Benítez, vindo do Vasco e os meninos de Cotia, como Gabriel Sara, Igor Gomes e Igor Vinícius.

Atlético Mineiro

Depois de 50 anos do primeiro e único título nacional, o Galo montou um elenco fortíssimo para tentar repetir o feito de 1971 e aproveitar a queda do principal rival, o Cruzeiro.

Com grandes valores individuais, como o lateral Guilherme Arana, o meio-campo Nacho Fernández e Savarino e o atacante Hulk, os comandados do técnico Cuca, o Campeão da América de 2013 vai em busca de retomar os tempos de glória e tentar o bi do Brasil.

Internacional

O time do Rio Guaíba vem forte também para quebrar o jejum de mais de 40 anos sem títulos brasileiros. Com o time comandado pelo espanhol Miguel Ángel Ramírez, o Colorado vem com uma boa campanha na Libertadores e na Copa do Brasil.

No ataque está Thiago Galhardo, um dos melhores jogadores da competição no ano passado, e o centroavante Yuri Alberto.

Bragantino

O time que quase foi à falência se transformou completamente com a chegada da empresa multinacional de bebidas Red Bull.

O resultado foi um aporte milionário que resultou em uma das melhores campanhas de acesso da história e a participação em uma competição internacional pela primeira vez, a Copa Sul Americana.

Com grandes destaques, como os meia Arthur, Helinho e o melhor jogador da competição em 2020, o meia Claudinho, o objetivo é superar as adversidades e brigar de igual para igual para tentar uma vaga na Libertadores e até beliscar o título do campeonato brasileiro, feito que bateu na trave em 1991, ao perder a decisão para o São Paulo do mestre Telê Santana.

Corinthians

O time de Parque São Jorge é o que mais venceu o Brasileirão Série A no século 21, com quatro títulos nos anos de 2005, 2011, 2015 e 2017. Porém, a era de ouro acabou.

Com graves problemas financeiros, o clube tenta se reestruturar para não reviver o pesadelo da segunda divisão, como aconteceu em 2007.

Na edição de 2020, conviveu com a ameaça da zona de rebaixamento, mas se salvou com Vagner Mancini, ficando no meio de tabela. O foco para 2021 é continuar se livrando da zona perigosa.

Os principais jogadores são os goleiros Cássio, o lateral Fagner, os meias Luan e Mateus Vital e o atacante Jô.

Santos

O vice-campeão da Libertadores 2020 também sofreu um forte desmanche em relação à temporada passada por conta das dívidas do clube. Hoje, o principal jogador de destaque é o atacante Marinho, o melhor jogador da última Libertadores.

Grêmio

Em reconstrução após um ciclo vitorioso com o técnico Renato Gaúcho, o rival do Inter busca quebrar o jejum de 25 anos sem uma conquista do Brasileirão com um time mesclando os talentos da base, como o meia atacante Ferreirinha com o experiente Diego Souza.

Fluminense

O time das Laranjeiras está, ao lado do Flamengo, como os únicos representantes do estado do Rio de Janeiro na primeira divisão do futebol nacional. 

Contando com veteranos Nenê e Fred, mesclado com os talentos de Xerém, como Kayky, o time do Rio quer surpreender e beliscar o tetra campeonato brasileiro depois de quase 10 anos após o último título, em 2012.

A região Nordeste tem um destaque todo especial na edição de 2021, com 4 times na primeira divisão:

  • Bahia;
  • Sport;
  • Fortaleza;
  • Ceará.

Neste ano, dos 17 campeões ao longo de sua história, temos 11 que já conquistaram pelo menos uma vez o caneco. As grandes ausências ficam por conta de três gigantes que, somados, juntam 10 títulos a nível nacional. Jogam a série B:

  • Vasco da Gama;
  • Botafogo;
  • E Cruzeiro.

Fazem companhia com os times do Rio e de Minas Gerais o Coritiba, campeão em 1985 em busca de retomar os tempos de glória e voltar para a Primeira Divisão.

Direitos de transmissão do Brasileirão Série A

Dona dos direitos de transmissão na TV aberta desde o período militar, com alguns intervalos de exibição, a Globo transmite mais uma vez os jogos da edição 2021 às quartas e aos domingos, condição válida até a temporada de 2024.

Na TV por assinatura, os direitos são divididos entre o canal a cabo SporTV e a TNT Sports, na qual o canal fechado tem a transmissão de 13 clubes e a TNT de outros 7. 

No Pay Per View, somente o Athletico Paranaense não tem contrato assinado com o serviço do Premiere e não tem suas partidas transmitidas no serviço à la carte.

Todos os atuais contratos são válidos até o fim da temporada 2024, com o início das negociações para renovação a partir de 2022.

Premiação do Brasileirão Série A

A premiação final é paga ao final do campeonato e varia de acordo com a posição final do Brasileiro. O campeão leva R$ 33 milhões, o vice ganha R$ 31,5 milhões e assim por diante até o décimo sexto colocado.

A cada ano, a paixão do brasileiro aumenta e a torcida para ser considerado o melhor clube do país dispara a cada rodada do Campeonato Brasileiro. 

Ao longo dos mais de 50 anos de história, somando as Taças Brasil e os torneios Robertão, o Brasileirão série A move paixões e desperta as principais rivalidades do futebol brasileiro.

Alguns buscam quebrar tabus, outros consolidar a sua dominância no âmbito nacional e outros buscam permanecer na primeira divisão.

Para todos os gostos, existe um campeonato brasileiro em disputa. A conferir quem será o campeão, quem vai para a Libertadores de 2022, a Sul Americana, quem vai jogar a Série B e quem irá subir para a primeira divisão no ano seguinte.

Bons jogos para todas as torcidas!

 

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