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Botafogo: quais os principais jogadores e prêmios

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O Botafogo de Futebol e Regatas é uma associação poliesportiva brasileira nascida da fusão do Club de Regatas Botafogo (fundado em 1984) e do Botafogo Football Club (de 1904).

A sua sede é no Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo, onde iniciou uma trajetória fadada a ser gloriosa, inicialmente como uma instituição voltada basicamente ao remo – modalidade esportiva na qual, aliás, destacou-se como um dos grandes do Brasil.

O clube é detentor de alguns dos principais títulos nessa competição. Ele é o primeiro Campeão Brasileiro (1902), 3 vezes Campeão Brasileiro de Sênior, 2 vezes Campeão Brasileiro de Júnior, 1 vez Campeão Brasileiro Aberto de Remo, 10 vezes Campeão Carioca, entre diversos outros títulos.

No futebol, como dissemos, a história do Botafogo começa em 1904, quando surge a primeira equipe futebolística da instituição. No entanto, seriam necessários ainda 50 anos até que o clube chegasse à sua “Era de Ouro”; período em que revelou para o mundo craques como Garrincha, Didi, Gérson, Nilton Santos, Jairzinho, entre outros gênios que ajudaram a estabelecer o Botafogo como o clube que mais cedeu jogadores para a Seleção Brasileira na história.

Também conhecido como a “Estrela Solitária” (muito bem caraterizada em seu distintivo onde descansa uma estrela de cinco pontas), o clube gaba-se dos seus inúmeros feitos nesse universo do futebol. Basta saber, por exemplo, que ele faz parte de um seleto grupo onde estão os maiores clubes de futebol da história, segundo a FIFA.

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E mais: possui o recorde de invencibilidade no futebol brasileiro, 52 jogos invictos entre os anos de 1977 e 1978; o maior número de jogos de invencibilidade também no Campeonato Brasileiro, 42; o maior placar já registrado em uma partida no Brasil, 24 x 0 sobre o Sport Club Mangueira pelo Campeonato Carioca de 1909; entre outros feitos tão ou mais impressionantes quanto estes.

História

A história do Botafogo também não deixa de conter as suas peculiaridades. Basta saber que o seu fundador, Luiz Caldas, foi um antigo remador do clube que acabou envolvendo-se em uma revolta – a “Revolta da Armada” – que teve como objetivo protestar contra os abusos da República que recentemente instalara-se no país.

Após a sua morte, e com a participação de dissidentes do Clube Guanabarense, o Botafogo foi fundado com a participação de não mais do que 40 abnegados torcedores no dia 01 de julho de 1894, em um antigo casarão situado na praia de Botafogo, no Rio de Janeiro.

Aquele ainda era o clube de remo. O clube de futebol ainda não havia sido fundado. Isso só ocorreu em 1904, quando uma equipe do bairro de Humaitá, no Rio de Janeiro, começou a chamar a atenção pelo seu potencial esportivo.

Era o “Electro Club”. Uma agremiação que àquela altura já despontava como um personagem importante dentro do cenário futebolístico brasileiro; tanto assim que não demorou para que alguém tivesse a ideia de mudar o seu nome para Botafogo Football Club; e o restante da história todos já conhecem: O clube tornou-se uma das principais referências nos anos 50 e 60 e dono de um estilo incomparável no cenário do futebol brasileiro, a ponto de ser intitulado de “O Esquadrão Imortal” (de 1957 a 1964).

Era o único clube naquele período a realmente bater de frente com o Santos de Pelé, com o seu estilo que fazia do espetáculo uma prioridade; do jogo ofensivo uma obrigação; e tudo isso graças a um trabalho de meio campo incomparável feito pelo craque Didi, que seguia com a genialidade de Garrincha no ataque, e que não raro encontrava Amarildo pronto para fazer o que ele sabia de melhor: gols, muitos gols, em uma das fases mais brilhantes do futebol carioca e brasileiro.

Principais jogadores e títulos

Dentre os principais jogadores da história do Botafogo de Futebol e Regatas, obviamente que devemos destacar a habilidade incontestável de Garrincha e Didi, além do fôlego inesgotável de Zagallo, a classe e elegância de Gérson e a segurança de Manga no Gol.

Mas além deles, outros também conquistaram um lugar todo especial no coração dos botafoguenses, e até já fazem parte da história institucional do clube, como Roberto Gomes Pedrosa (que inclusive deu nome ao embrião do atual Campeonato Brasileiro), Geninho, Dirceu, Fischer, Heleno de Freitas, Carlos Alberto Torres, Jairzinho; e mais recentemente o atacante Túlio e os goleiros Gatito Fernández e Jefferson; além de Valdo, Mirandinha, Loco Abreu, entre outros que ajudaram a compor essa constelação de jogadores do Botafogo de Futebol e Regatas.

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Já com relação a títulos, os botafoguenses, apesar do presente um tanto quanto desanimador, podem gabar-se da sua Copa Conmebol de 1993, dos dois Campeonatos Brasileiros (1968 e 1995), quatro torneios Rio-São Paulo (1962, 1964, 1966 e 1998), da Copa dos Campeões do Rio-São Paulo (1930), além de 21 títulos do estadual carioca, 1 Copa Rio, 8 Taças Guanabara, entre vários outros.

Botafogo de Futebol e Regatas: Principais curiosidades

Dentre as principais curiosidades que fazem parte do passado quase mítico do clube, podemos destacar algumas delas, entre as mais marcantes:

1. A Estrela Solitária

Apesar de ter como principal alcunha a “Estrela Solitária”, a verdade é que muitos dos seus torcedores não fazem a menor ideia das razões que levaram o clube a adotá-la.

A razão para isso veio do hábito que os seus antigos remadores tinham de madrugar como poucos clubes costumavam fazer à época; o que acabou por associá-los à Estrela D’Alva, o planeta Vênus, que era a única testemunha, também solitária, da presença dos atletas na Enseada de Botafogo.

2. O maior placar da história

Isso mesmo! A maior goleada da história do futebol brasileiro pertence ao alvi-negro. Foi um estrondoso 24 a 0 aplicado sobre o indefeso Sport Club Mangueira, em mais uma rodada do Campeonato Carioca de 1909.

De quebra, Gilbert Hime tornou-se o 2ª jogador com o maior número de gols numa partida em território brasileiro, atrás apenas do formidável Dadá Maravilha, com os seus 10 gols em 1976, em um dos capítulos mais impressionantes da história do futebol mundial.

3. Um tetra campeonato carioca

Isso também é pra poucos! Se ser tri-campeão carioca é considerado um feito e tanto – perseguido pelos clubes muitas vezes a cada 10 anos -, imagine ser tetra campeão!

Pois bem, foi o que o Botafogo conseguiu. Ele tornou-se o único tetra campeão carioca, ao erguer os troféus de 32, 33, 34 e 35. E por isso mesmo os times montados pelo alvinegro nesse período tornaram-se a base das seleções brasileiras das copas de 30, 34 e 38, como outra dessas façanhas do “Glorioso”, do quase mítico Botafogo de Futebol e Regatas.

4. A “Enciclopédia do Futebol”

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Eles mesmo! Nilton Santos! A Enciclopédia do Futebol. Consta que ele teria recebido esse apelido por ser o jogador que demonstrava os maiores conhecimentos sobre futebol no Brasil, além de ser considerado o maior lateral esquerdo de todos os tempos – obviamente -, e o responsável, segundo consta, por criar esse hábito de “apoiar” como hoje fazem todos os laterais no mundo.

Outra coisa importante sobre o currículo de Nilton Santos no Botafogo é o fato de ele ser um dos cinco jogadores com o maior número de partidas em um mesmo clube; na verdade o Botafogo é o único clube na sua vida; onde ele completou 723 jogos, ficando atrás apenas de Rogerio Ceni, Pelé, Roberto Dinamite e o goleiro Fábio, do Cruzeiro.

5. Um dos maiores clubes do mundo

À parte as controvérsias que giram em torno de quase tudo o que diz respeito às deliberações da FIFA, o que se sabe é que, para ela, o Botafogo é um dos 20 maiores clubes do séc. XX! E essa conquista foi o resultado da escolha feita por leitores de periódicos publicados pela instituição.

O resultado é que, dos clubes selecionados, o Botafogo abocanhou o honroso 13º lugar, ficando à frente de clubes tradicionalíssimos, como o Benfica, Boca Juniors, Inter de Milão e Arsenal.

Algumas das principais obras cinematográficas sobre o Botafogo

1. “Heleno”

Dentre os principais filmes que, de certa forma, contam a história do Botafogo de Futebol e Regatas, destacamos essa produção de 2012, com direção de José Henrique Fonseca, baseado no livro “Nunca Houve um Homem como Heleno”, do escritor Marcos Eduardo Neves.

A obra conta a história de Heleno de Freitas, um dos maiores jogadores da história do clube lá pelo anos 40 e 50, e que teve a sua carreira encerrada devido aos excessos que praticava em sua vida privada.

Com Rodrigo Santoro no papel principal, Heleno estreou no Festival de Toronto um ano antes do seu lançamento oficial (em 2011); e apesar das críticas, estabeleceu-se como uma das obras mais importantes sobre a história do “Glorioso” Botafogo de Futebol e Regatas.

2.”95”

Em 1995 o Botafogo sagrava-se bi-campeão brasileiro, após uma polêmica e controversa partida contra o Santos no Pacaembu, a qual empatou por 1 x 1 após ter vencido o primeiro jogo no Rio por 2 x 1.

O documentário “95” giram em torno das dificuldades que se tornaram o pano de fundo dessa conquista. A desconfiança da torcida, o descrédito da imprensa, a suposta superioridade do adversário…apenas alguns dos ingredientes de uma campanha que teve como principal personagem o atacante Túlio, um dos mais irreverentes e extravagantes personagens da história recente do futebol brasileiro.

3.”Ídolo”

Outra obra que de certa forma conta as glórias do Botafogo é essa homenagem ao lateral esquerdo Nilton Santos, a “Enciclopédia do Futebol”, que teve como único clube na vida o time do Rio, em uma das páginas mais emblemáticas do futebol brasileiro.

O documentário foi lançado em 26/11/2015; e em síntese, narra a trajetória do maior lateral esquerdo da história segundo a FIFA. Fala da sua técnica, principais qualidades, a inovação na lateral esquerda; mas também dos projetos sociais que desenvolveu em Palmas, capital do Tocantins, até ser vencido pelas consequências do Mal de Alzheimer.

4. Club de Regatas Botafogo

Aqui uma preciosidade! Um documentário produzido e exibido em 1908, na forma de um curta metragem mudo de não-ficção, em 35mm, atualmente sob a posse da Cinemateca Brasileira.

Trata-se de um singular passeio sobre a realidade do remo do Botafogo no início do séc. XX, quando o clube era um dos grandes nessa pioneira modalidade esportiva brasileira.

Principais símbolos do Botafogo

1. O escudo

No escudo do Botafogo destaca-se, imponente, a Estrela Solitária. Ela também se destaca na flâmula e na bandeira do clube. Mas poucos sabem que, no passado, ela tinha uma configuração um pouco diferente. Lá pelos idos de 1910 ela possuía algumas tonalidades diferentes nas suas extremidades, além de um efeito meio esfumaçado devido a essa conformação.

A estrela é o símbolo máximo do clube. É a sua identidade. É a Estrela D’Alva que guiava os remadores durante as madrugadas de treinos exaustivos. E o curioso é que esse escudo do Botafogo acabou chamando atenção até mesmo de entidades esportivas japonesas, que em uma enquete realizada pela T. Sports Magazine, o elegeram o escudo mais bonito do mundo dentre os 100 que participaram da consulta.

2. A bandeira do Botafogo

Outro símbolo emblemático do Botafogo é a sua bandeira. Ela é um dos resultados da união entre o Club de Regatas Botafogo e o Botafogo Football Club, lá pelos idos de 1904, quando então percebeu-se a necessidade de se criar uma bandeira que identificasse a instituição.

Quanto ao formato escolhido, decidiu-se pelo da bandeira do Botafogo Football, com faixas pretas e brancas na horizontal, além da tradicional Estrela Solitária no centro. E o curioso é que essa primeira bandeira do clube foi bordada pelas irmãs de um antigo presidente, como uma das inúmeras curiosidades que só podem ser observadas mesmo é nesse singular universo do futebol brasileiro.

3. O hino do Botafogo

“Botafogo, Botafogo, campeão desde 1910”. Assim começa o popular hino do alvinegro, composto (como não poderia ser diferente) pelo gênio de Lamartine Babo em 1942.

No entanto, como já podemos até imaginar, esse não é o hino oficial do clube. O hino oficial foi composto por Otacílio Gomes, com música de Eduardo Souto; uma obra que poucos conhecem; ou sequer sabem da existência; apesar de em um dos seus trechos fazer questão de ressaltar que “…a ousadia a nobreza e o puro fogo / Que o primeiro, entre os mais / Há de ser ó glorioso Botafogo.

4. O uniforme

O uniforme do Botafogo é o tradicional alvinegro. Porém a coisa não foi sempre assim. Nos primórdios, o uniforme oficial do time de remo era todo ele negro (camisa e calção), e o uniforme tradicional listrado, imaginem, servia para os treinos, como outra curiosidade na história do clube.

Já o time de futebol (outra curiosidade) utilizava um uniforme todo ele branco (camisas e calções), com direito a meias cor de abóbora, que davam ao conjunto uma característica toda especial.

Foi somente no ano de 1906 que o Botafogo finalmente adotou o tradicional uniforme composto por camisa em listras horizontais pretas e brancas, calção preto e meias também pretas. E essa foi uma sugestão de um dos fundadores do clube, Itamar Tavares, em uma clara inspiração na Juventus da Itália; clube, aliás, que tornou-se fonte de inspiração para diversos clubes ao redor do mundo.

O Patrimônio

1. Palácio General Severiano

O Palácio (ou seria palacete?) General Severiano é a sede do Botafogo desde 2012, quando conseguiu que a prefeitura do Rio lhe cedesse o terreno para a construção de um imenso casarão que foi, curiosamente, inaugurado com um baile para a alta sociedade carioca da época.

Na verdade a história do Botafogo com General Severiano possui algumas idas e vindas, até que em 1994 o clube voltou a desfrutar do local como sua sede principal, apesar de ter perdido boa parte do terreno para o progresso, que acabou requisitando-o para a construção de um shopping center.

2. Estádio

O Estádio General Severiano foi o primeiro estádio do Botafogo. Ele foi erguido pouco antes do início do Campeonato Carioca de 1913; e foi o palco do primeiro jogo do torneio, entre Botafogo e Flamengo, vencido pelo alvinegro pelo placar de 1 x 0.

Mais tarde, o estádio recebeu uma estrutura bem mais vigorosa, toda em concreto armado; e a sua reinauguração se deu em 1938, com direito a uma nova vitória, dessa vez por 3 a 2 frente ao Fluminense.

Mas a história do Botafogo com General Severiano terminaria em 1970, com a perda definitiva da posse do terreno, que resultou na sua demolição e construção de empreendimentos comerciais no lugar.

3. Centro de Treinamento João Saldanha

Outro importante elemento patrimonial do Botafogo é o seu CT, construído em 2004, com estrutura totalmente profissional, local para treinos, refeitórios, alojamento principal, um campo com grama sintética, outro com grama natural, vestiários, salas de lazer, além da elogiada sala de imprensa Armando Nogueira.

Como um motivo de orgulho para os botafoguenses, no ano de 2010, em pesquisa realizada pelo canal SporTV, o Centro de Treinamento João Saldanha ficou entre os dez melhores do Brasil e o melhor CT do Rio de janeiro.

4. Sede de esportes aquáticos

A sede de esportes aquáticos do Botafogo é o “Mourisco Mar”, inaugurado em 1969, na praia de Botafogo, para ser o ambiente exclusivo dos esportes náuticos do clube.

É lá que as equipes de polo aquático e de natação realizam os seus treinos, em meio a uma estrutura que conta com uma piscina olímpica, ala nutricional, arquibancada para cerca de 1.200 pessoas, local para palestras, sala de musculação e fisioterapia, entre outras importantes construções.

5. Sede do remo

A sede de remo do Botafogo é o Sacopã, localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas, onde a equipe permanece instalada.

No local foi construída uma área para a acomodação de cerca de cinquenta barcos, uma escolinha de remo, sala de musculação, uma mini-oficina, tanque para remadores no solo, entre outras alas da mesma forma importantes para a manutenção do remo com uma estrutura verdadeiramente profissional.

6. Marechal Hermes

A atual sede do clube voltou a ser em General Severiano em 1994. Mas, durante um bom tempo, desde 1977, o bairro de Marechal Hermes, na zona norte do estado do Rio de Janeiro, é que era a sua casa.

Hoje (a partir do início dos anos 90) o local serve apenas às categorias de base, e ainda com diversos problemas de estrutura que impedem a sua plena utilização.

7. Estádio Caio Martins

Durante os anos 80 e 90 o Estádio Caio Martins tornou-se praticamente um sinônimo do clube. As narrações de Januário de Oliveira, por exemplo, tornaram-se lendárias; porém isso agora é coisa do passado. A história de Caio Martins acabou definitivamente em 2004, quando o Estádio Nilton Santos tornou-se a “casa” dos botafoguenses.

Caio Martins foi construído em 1941 pelo então governo do estado do Rio de Janeiro Amaral Peixoto, em homenagem a um jovem escoteiro responsável por salvar a vida de vários dos seus colegas durante um acidente de trem no ano de 1938 ( levando-o a falecer após salvá-los), o que por isso mesmo, àquela altura, foi considerado “um exemplo de bravura a ser seguido por todos”.

Algumas das principais singularidades do clube

Dentre as principais singularidades da história do Botafogo, algumas merecem um destaque especial. São histórias, curiosidades, crenças que acabaram se perpetuando; mas também algumas verdades que até tornaram-se difíceis de acreditar, tal é a aura mítica e mágica que envolve o futebol brasileiro como um todo.

Uma delas, por exemplo, é o fato de o seu nome ter servido de inspiração para a criação de inúmeros outros “Botafogos” ao redor do mundo, como o Botafogo de Cabo Verde, o Botafogo da Paraíba, o Botafogo de Camarões, o Botafogo de Brasília, entre diversos outros clubes que tentaram, de alguma forma, beber dessa aura mística que paira em torno do clube.

No total, já são mais de 100 cidades fora do Brasil onde o Botafogo já exibiu o poder da sua Estrela Solitária. E o que se diz é que nos anos 60 somente o Santos de Pelé conseguia rivalizar com ele pela admiração do público ao redor do mundo; a “Era de Ouro”; quando o Botafogo era responsável por oferecer todo o material humano necessário para vestir, com toda a dignidade possível, a camisa verde-amarela onde quer que ela se apresentasse.

No entanto, como é tão comum no futebol brasileiro, as façanhas e peripécias do Botafogo de Futebol e Regatas ficaram apenas na memória; como coisa do passado; muito por conta de décadas de administrações irresponsáveis, pouco investimento, dificuldades para manter os seus principais craques, entre outras dificuldades compartilhadas entre o Botafogo e a maioria dos clubes brasileiros na atualidade.

E caso esse artigo de alguma forma tenha sido útil, deixe a resposta na forma de um comentário, logo abaixo. E aguarde as nossas próximas publicações sobre o tema.

 

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