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Ceará Sporting Club: Quais os principais prêmios e jogadores?

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O Ceará, ou Ceará Sporting Club, é um dos mais vitoriosos clubes da região Nordeste do Brasil. Essa é uma instituição poliesportiva, fundada no dia 02 de junho de 1914 na capital, Fortaleza, mais especificamente no ambiente histórico e cultural do Centro da cidade.

Também conhecido como “Vovô” ou “Vozão”, por causa do hábito de um antigo presidente de referir-se aos jogadores da base como os seus “netinhos”, o clube rivaliza com o Fortaleza pela condição de melhor do estado. E para confirmar essa condição, o alvinegro vem passando por um elogiado processo de modernização com vistas a colocar, de vez, a região nordeste no cenário futebolístico brasileiro.

Um exemplo desse esforço foi a construção da “Cidade Vozão”, o mais moderno centro de treinamento da região Nordeste, com cerca de 8 hectares com o que há de mais moderno em equipamentos para o condicionamento físico dos atletas, além de um estádio capaz de abrigar cerca de 4 mil pessoas, três campos com dimensões oficiais para treinos, uma quadra de futebol de salão das mais modernas, entre outras construções que nada deixam a desejar às dos maiores clubes do país.

Atualmente, os jogos do Ceará são disputados na Arena Castelão, erguido pelo governo do estado à época da Copa do Mundo de 2014. No entanto, oficialmente, o Estádio Carlos de Alencar Pinto é a sua verdadeira casa, e onde a torcida do “Vozão” deu as maiores demonstrações de amor e fidelidade ao clube.

História

O Ceará gaba-se de ter a maior torcida do estado. Estima-se que sejam pouco mais de 1 milhão e 120 mil fanáticos pelo clube. E esse número a coloca como a 4 ª maior torcida do Nordeste, atrás apenas de Sport, Bahia e Vitória – justamente por isso o clube gaba-se, também, de possuir algumas das melhores médias de público do futebol brasileiro.

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Aliás, sobre essa média de público do clube, chamaram bastante a atenção as marcas conquistadas nos últimos 3 anos em jogos de 1ª divisão, consideradas impressionantes, com destaque para os mais de 28.000 pagantes em 2018.

Além disso, na história esportiva do clube, há um destaque todo especial para algumas das melhores campanhas entre equipes cearenses na Copa do Brasil (um vice em 94 e uma semifinal em 2005 e 2011), a melhor média de público nesse torneio (mais de 35.000 em 2005), além de públicos tão ou mais expressivos na Copa do Nordeste, série B, Campeonato Estadual, entre outras competições.

Mas apesar da sua tradição local, o Ceará Sporting Club ainda sonha em estabelecer-se como um dos grandes do país; uma missão das mais difíceis, diga-se de passagem, já que o clube também é conhecido pela sua longa tradição em permanência na série B do Campeonato Brasileiro, por ser o clube que mais disputou esse torneio, num total de 30 edições até o presente momento.

No entanto, quando o assunto é a sua disputa regional com o Fortaleza (o seu maior rival), as coisas começam a ficar melhor para o clube, já que no estado ele é o que mais participou da série A e da Copa do Brasil, além de ser o que mais possui títulos estaduais (45), contra os 43 do Fortaleza, em uma das maiores rivalidades entre clubes do futebol brasileiro.

Os primeiros passos do Ceará Sporting Club

A história do Ceará se confunde, como não poderia ser diferente, com a história do futebol nordestino. Componente de um dos três maiores clássicos da região – o “Clássico-Rei”, entre Ceará e Fortaleza – , o clube possui origens ligadas ao cotidiano dos funcionários e marinheiros que, a partir de 1903, passaram a exibir os seus talentos de forma amadorística nos campos do estado.

Quando no ano de 1904, José Silveira, estudante cearense na Suíça, resolveu trazer a primeira bola de futebol oficial para o Ceará, aí então já não faltava mais nada para que, em pouco tempo, o esporte se tornasse o mais popular entre a população, criando as condições necessárias para que em 02 de junho de 1914 fosse criado, oficialmente, o Rio Branco Football Club (o antigo nome do Ceará Sporting Club), o primeiro clube de futebol do Estado do Ceará, e futuramente um dos mais tradicionais da região Nordeste do país.

Aliás, sobre essa criação do Rio Branco Football Club, consta que ela foi o resultado da iniciativa de dois amigos, Pedro Freire e Luís Esteves Júnior, ambos interessados em também colocar o estado do Ceará na rota do futebol brasileiro.

Com a ajuda de mais 22 amigos, e com os esforços abnegados de comerciantes do centro da cidade de Fortaleza, mais uma bola oficial fora adquirida naquele ano pela quantia de 22 mil réis (algo como R$123,00 em valores atuais), para dar início, de forma oficial, à trajetória futebolística do estado do Ceará.

Nova diretoria

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Não demoraria muito para que o Ceará assumisse, não só o nome como também as cores e os símbolos utilizados atualmente. O clube permaneceu apenas 1 ano como Rio Branco Football Club, pois logo os seus conselheiros se reuniram para escolher o novo nome e uma nova gestão. E por unanimidade, o nome escolhido foi Ceará Sporting Club, que agora entrava em campo com a sua tradicional indumentária composta por camisas brancas com listras pretas na vertical e calções brancos.

De acordo com o noticiário da época, foi às 19 horas de uma tarde de junho de 1915 que uma nova história começava a ser escrita no futebol cearense com a posse da nova diretoria do agora “Ceará Sporting Club”, eleita com a missão de consolidar o universo futebolístico do estado, agora nas mãos do seu primeiro presidente, Nelson Gurgel do Amaral, auxiliado pelo vice Meton Pinto, pelo tesoureiro Artur Braun, os diretores Gothardo Moraes e Célio Moraes, entre outros personagens que tornar-se-iam emblemáticos na história do clube.

E a estreia da “nova” equipe cearense não poderia ter sido melhor! Sob o comando da Liga Cearense Metropolitana de Futebol, várias equipes do estado reuniram-se para a disputa do primeiro campeonato do estado; e ao final, no dia 7 de novembro de 1915, com uma vitória por 2 a 1 frente ao poderoso Stella Football Club, o Ceará Sporting Club enfim sagrava-se campeão, marcando assim o começo, de forma oficial, da história do clube no universo futebolístico do país.

O primeiro tetracampeonato

E o Ceará permaneceu praticamente imbatível nos primeiros anos da sua fundação. O ano de 1918, por exemplo, mostra um alvinegro ainda mais avassalador, tendo em sua linha de frente Pedro Freire e Luís Esteves, em uma aguardada final contra o Fortaleza, que eternizar-se-ia como o seu principal rival na disputa pela hegemonia no futebol do estado.

Ao final, um 2 a 0 inquestionável marcava o tetracampeonato do alvinegro, com gols de Enoch e Walter Barroso.

O jogo foi realizado no dia 17 de dezembro, em uma tarde quente e abafada de uma terça-feira, diante de uma plateia entusiasmada com uma equipe que parecia imbatível, trazendo no elenco personagens como Aldo, Garcia, Gracho, Carlito, Célio, Ninito, Walter Barroso, Meton Mamede, A.Braun, Enoch, entre vários outros componentes do esquadrão.

E com se esse tetra não fosse o suficiente para que o clube cearense demarcasse de vez o seu território, no dia 30 de novembro do ano seguinte seria a vez de conquistar o penta, em mais uma vitória contra o Fortaleza, dessa vez pelo placar de 2 a 1, em uma virada que entraria para a história principalmente por ter ocorrido nos últimos minutos do jogo, com um gol de Humberto Ribeiro para o Fortaleza e dois de Walter Barroso para o Ceará, fechando assim um ciclo de 5 conquistas que marcariam os primeiros anos de fundação do clube.

O ano da independência

No ano da Independência do Brasil, em 1922, o Ceará ergueu mais uma vez a taça. A conquista foi importante, já que a derrota significaria o tricampeonato do seu agora maior rival, o Fortaleza.

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Por isso mesmo a equipe entrou em campo com força máxima, além das estreias de alguns dos seus principais reforços, como Vitório e Pau Amarelo, que ajudaram o alvinegro a aplicar uma sonora goleada de 4 a 1 no Fortaleza, com direito a dois gols deste último, um de Deca e outro de Abreu, fazendo assim com que o Ceará fechasse aquela temporada como campeão cearense de futebol.

Porém, 17 anos depois, à altura dos primeiros capítulos da 2ª Guerra Mundial (1939), o Ceará Sporting Club vivia o seu maior jejum de títulos. Já somavam-se longos e angustiantes 6 anos sem conquistas, o que acabou dando lugar para que outros dois clubes protagonizassem o certame daquele ano: o Tramways e o Porangabaçu; ficando o título nas mãos desse último, após estrondosa goleada de 6 a 2 sobre o seu adversário.

Para amenizar o período de “vacas magras” sem títulos cearenses, vieram em boa hora os títulos das Copas do Nordeste de 1969 e 1971, curiosamente disputadas também por Ceará e Fortaleza, em outro dos momentos mais significativos da história do futebol cearense, especialmente no que diz respeito ao seu protagonismo no futebol da região nordeste do país.

Mas a história das conquistas mais marcantes do Ceará não parou por aí! Ela seguiu com o seu segundo tetracampeonato de 75 a 78. Só que a coisa não foi nada fácil! O Vozão teve que primeiro apenas apreciar o Fortaleza, seu incansável rival, conquistar o 1º turno do campeonato, o que fez com que o presidente do clube à época tivesse que tirar uma inusitada carta da manga, ao contratar o experiente técnico Moésio Gomes, conhecido como Paim.

Moésio foi simplesmente o responsável por montar uma verdadeira barricada no meio de campo do Ceará – o “Quadrado de Ouro” -, considerada a manobra responsável por fazer com que no dia 28 de dezembro, diante de mais de 47 mil torcedores, e com um gol solitário de Tiquinho aos 45 minutos do 2º tempo, o clube conquistasse um dos feitos mais importantes da sua história como protagonista do futebol cearense.

Mais um tetra

Após o feito dos anos 70, foi somente em 1996 que o Ceará conseguiu, mais uma vez, presentear a sua fiel torcida com um tetracampeonato. A final aconteceu no dia 21 de julho de 1999, contra o extravagante clube “Juazeiro Empreendimentos” (sim, era esse mesmo o nome do clube), e terminou com um discreto 0 a 0 que, para não perder o hábito, deu o título  ao “Vozão” do Ceará.

Porém uma das mais recentes conquistas do clube (se é que se pode chamar assim) ocorreu no ano de 2004, quando o Ceará quase conseguiu, mais uma vez, impedir o tricampeonato do seu grande rival, o Fortaleza.

O curioso é que àquela altura o “Leão”, como a sua torcida costuma chamá-lo, já até havia preparado a festa do título, pois, segundo os seus dirigentes, nada poderia ocorrer que pudesse impedir aquele tão sonhado tricampeonato.

Eles só não contavam mesmo era com a estrela de Zezinho, que aos 44 minutos fez um gol de placa que daria a vitória do returno ao alvinegro. Mas no final, o Fortaleza, por meio de uma das mais inusitadas viradas de mesa da história do futebol brasileiro, conseguiu garantir o título mesmo sem disputar a semifinal, em um dos momentos considerados dos mais vexatórios do futebol do estado desde a sua fundação.

As singularidades do clube

Rio Branco Football Club, esse foi o primeiro nome dado ao Ceará Sporting Club, não se sabe bem o porquê – talvez em uma das inúmeras homenagens que se faziam à época ao respeitado diplomata brasileiro, o “Barão do Rio Branco”, falecido 2 anos antes da criação do clube, como uma das inúmeras singularidades da sua fundação.

Já com relação ao seu uniforme, o padrão escolhido foi o alvinegro; com o branco sendo supostamente uma representação da brancura da paz que se queria à época – em pleno desenrolar da 1ª Guerra Mundial – ; enquanto o negro da camisa ao que parece possui origens bastante controversas.

Há quem garanta que a cor seria uma forma de representar a força, vigor, poder, aristocracia, luxo e a elegância da nobreza da época, em especial da inglesa, que àquela altura era o exemplar clássico desse sistema político no mundo.

Já o apelido de Vovô, como dissemos, foi uma forma de eternizar o curioso hábito de um dos seus antigos presidentes, Meton de Alencar Pinto, que costumava tratar os jogadores da base do América Futebol Club (que treinava no campo do Ceará) como os seus “netinhos”. E o que se diz era que o hábito tornou-se tão característico, ou identificado com o clube, que não havia mesmo jeito: o termo “Vovô” acabou sendo incorporado à história do clube, e desde 2009 também incorporado na figura de um mascote, assim fantasiado, e presente em todos os jogos com mando de campo do “Vozão” do Ceará.

Ceará: Principais títulos

Dentre os principais títulos do clube, destacam-se a conquista dos Torneios Norte-Nordeste de 69 e 71, as 2 Copas do Nordeste (2015 e 2020), 45 títulos estaduais, 12 Torneios Inícios, além de relevantes participações na Copa do Brasil.

Além disso, o Ceará possui representantes em várias outras modalidades esportivas, como no futebol feminino, futebol americano e futsal – nesse último caso, com direito a um título da Liga Nordeste de Futsal, conquistado no ano de 2019, e um vice-campeonato da Copa do Brasil de Futsal, conquistado em 2020.

As singularidades na sua história

Pelé e o seu milésimo jogo

Poucos sabem, mas o jogo nº 1000 do Santos de Pelé foi contra o “Vozão”; isso mesmo, contra o Ceará, na cidade de Fortaleza, em 1972.

Àquela altura, o “Rei do Futebol” vinha para o jogo com o status de “semideus das quatro linhas”, 2 anos após ter ajudado o esquadrão brasileiro a tornar-se a primeira seleção tri-campeã da Copa do Mundo de Futebol.

Mas o problema é que o alvinegro cearense estava disposto a também ele fazer história em cima do gênio de Pelé. E o resultado foi uma vitória de virada sobre o “peixe” por 2 a 1, com o primeiro gol feito por ele; sempre ele, Pelé; ainda no 1º tempo.

Só que no 2º veio a virada do Vovô, com o primeiro gol sendo marcado por Samuel, aos 17 minutos, e o segundo por Da Costa, de cabeça, após cruzamento de Jorge, que mal tomou conhecimento de Rildo, lateral esquerdo do Santos, para fechar o placar em 2 a 1 numa tarde de festa para o orgulhoso torcedor cearense.

Foram nada mais nada menos do que 35.751 pagantes que incendiaram as arquibancadas do Estádio Presidente Vargas, em uma das passagens mais marcantes da história do clube e, sem dúvida, uma das mais emblemáticas da história do futebol nordestino.

A estrutura do Ceará Sporting Club

O Estádio do Castelão é o palco dos principais jogos do Ceará ao longo da temporada. Ele foi erguido no ano de 1973, no bairro do Castelão, em Fortaleza; porém a tradicional casa do clube é mesmo o eterno “Vovozão”, o Estádio Carlos de Alencar Pinto, erguido no ano de 1968 na cidade de Fortaleza, e atualmente utilizado apenas para treinos e jogos das seleções de base.

Sua capacidade é de apenas 3.000 torcedores; porém já existe um projeto que visa ampliá-lo para cerca de 30.000. Porém o sonho ainda continua no papel; o investimento é altíssimo! São quase R$15 milhões de reais em investimentos! E por isso mesmo o desejo há muito acalentado de revigorar o lendário estádio do clube deverá descansar, ainda por um bom tempo, nos sonhos do torcedor alvinegro.

O centro de treinamentos

O CT do clube também é conhecido como “Cidade do Vozão” ou “CT Luís Campos. A estrutura foi adquirida pronta no ano de 2013, em um contrato estimado em mais de R$6 milhões de reais, na cidade de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza.

Esse centro de treinamentos é hoje considerado o mais bem equipado do Nordeste, em um total de quase 80.000m2, com o que há de mais moderno em equipamentos para o condicionamento físico dos profissionais do futebol.

A construção faz parte de um audacioso projeto de colocar de vez o Ceará no topo entre os maiores clubes do país; na tentativa de desbancar de vez equipes como Sport, Bahia e Vitória, que ainda são consideradas as principais referências do futebol nordestino no âmbito do futebol brasileiro.

Os escudos, hino e torcida

No total, o Ceará já utilizou nada mais nada menos do que cinco escudos em seu uniforme. O primeiro era estampado na camisa do Rio Branco Football Club (o seu antigo nome), durante a temporada 1914-1915, nas cores branca e roxa.

Além dele, o alvinegro cearense também utilizou um outro entre os anos de 1915 e 1954, composto por um conjunto de sete listras em branco e preto alternados, e ainda com o detalhe das iniciais “CSC”.

O outro escudo do clube foi utilizado entre os anos de 1955 e 1969, com uma clara inspiração no escudo do Santos, porém com alguns diferenciais, e mantendo as tradicionais listras em branco e preto alternados, como uma marca registrada do clube.

Os demais escudos foram utilizados entre 1973 e 2003; e o atual, utilizado desde 2003, é uma espécie de modernização do estilo dos antigos escudos, pois possui cinco estrelas na parte de cima, o ano da fundação do clube (1914) posicionado na parte de baixo, além de uma alternância de listras brancas e pretas verticais.

Já o hino do Ceará é uma composição do poeta José Pattapio da Costa Jatahy, um dos grandes expoentes da música cearense, que em um dos trechos do hino fez questão de ressaltar que esse é o “time das grandes campanhas / sempre aqui ou lá fora tu ganhas / com teus craques em campo a brilhar / Ceará tua glória é lutar”.

Mas quando o assunto é torcida aí então é que o Ceará não deixa nada a desejar aos “grandes” do futebol brasileiro! Ela é simplesmente a maior torcida do estado, uma das 4 maiores da região Nordeste, e responsável por algumas das maiores médias de públicos do futebol do país.

São cerca de 1,1 milhão de apaixonados pelo clube! Uma massa de fanáticos que transformaram o Ceará no “Time do Povo”, no “Mais Querido”, e em um dos principais personagens da cultura popular do estado.

Por isso mesmo a instituição é hoje uma espécie de símbolo da cultura popular do estado do Ceará; é um dos grandes representantes do futebol brasileiro; os seus representantes há muito cultivam o sonho de transformá-lo em um dos grandes do país, em uma missão que já se reflete no grau de investimentos que o clube vem fazendo ao longo dos últimos 10 anos.

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