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Fluminense: história, principais jogadores e prêmios

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A história do Fluminense é outra que também se confunde com a história do próprio futebol brasileiro. Isso porque o clube foi um dos três primeiros do Brasil, fundado no dia 21 de julho de 1902 na cidade do Rio de Janeiro.

O “Tricolor Carioca”, como também é conhecido, é uma instituição poliesportiva, com sede no bairro das Laranjeiras, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, e por isso mesmo é considerado um clube com características menos populares – ou de classe média, se podemos chamar assim – ; bastante ligado, em suas origens, às classes dos industriais, artistas, profissionais liberais, intelectuais e da antiga burguesia do estado.

O Fluminense Football Club, como foi originalmente criado, é respeitado no mundo todo pelo seu pioneirismo no futebol nacional. Apesar de ter nascido bem depois dos demais clubes cariocas como instituição esportiva, como instituição futebolística ele marcou história, já que abriu caminho para o surgimento dos demais clubes do país, constituindo-se como uma das mais importantes entidades culturais do Brasil.

E como uma curiosidade acerca da história do Fluminense, algo que chamava bastante a atenção na época era a sua permanente dedicação em participar de atos de civismo, pois consta que o clube conseguiu a façanha de criar um pequeno batalhão com o objetivo de contribuir de alguma forma na 2ª Guerra Mundial, além de ter criado uma Escola de Formação Militar em 1937 (considerada, à época, modelo de disciplina e eficiência militar), um curso de enfermagem para os pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira), doado um avião para a FAB (Força Aérea Brasileira), entre outras participações no mínimo inusitadas em se tratando de uma agremiação esportiva.

Fluminense: história e principais conquistas

Ao contrário de boa parte dos demais clubes brasileiros, o Fluminense não tem as suas origens ligadas diretamente a imigrantes europeus, como era bastante comum ao final do séc. XIX e início do XX, quando imigrantes e descendentes italianos, alemães, portugueses e ingleses uniam-se em torno de uma única paixão: o futebol.

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O tricolor carioca surgiu como uma agremiação notadamente brasileira, apesar de ter em Oscar Cox, filho de ingleses, um dos seus principais fundadores – e primeiro presidente.

Mas como curiosidades é o que não faltam na história do clube, além de ter se destacado pelas contribuições no campo militar e educacional, chama bastante a atenção também o fato de que a primeira vitória esportiva do Fluminense, acreditem, veio no atletismo, em um torneio realizado, segundo consta, em 15 de agosto de 1902 em homenagem à subida ao trono do monarca Eduardo VI do Reino Unido.

Futebol mesmo foi só no dia 19 de outubro de 1902, quando a equipe tricolor venceu o Rio Football Club por sonoros 8 a 0 em pleno Campo do Payssandu, nas Laranjeiras; jogo que antecedeu a sua estreia de forma oficial no universo futebolístico brasileiro, quando conseguiu a proeza de bater grandes potências da época, como o Paulistano e o São Paulo Athletic; e ainda por cima na cidade de São Paulo, o que seria o prenúncio de que um dos grandes do futebol brasileiro, sem dúvida, estava sendo criado naquele exato instante.

Já com relação às suas simbologias, sabe-se que, originalmente, as cores do Fluminense eram o cinza e o branco; e foi somente em 1904 que as tradicionais cores branca, verde e bordô (ou “encarnado”) passaram a compor o estilo da sua camisa; e com as quais o clube conquistou um badalado tetracampeonato carioca de 1906 a 1909, um tri entre 1917 e 1919, entre outros torneios que eram como embriões das futuras disputas estaduais.

Em 1919 foi o ano da construção do Estádio das Laranjeiras, à época o primeiro estádio construído com estrutura de cimento, e onde os craques da seleção brasileira deram os seus primeiros passos em território nacional, em especial nas partidas do Campeonato Sul-Americano de Seleções, mas também em diversos outros torneios de seleções realizados nos primórdios do futebol da América do Sul.

Primeiras conquistas

A trajetória efetiva do Fluminense nos gramados brasileiros começa a partir de 1935, quando conquista o Torneio Aberto, o Torneio Municipal (em 1938), o Torneio Extra (em 1941), além de diversos outros eventos que totalizaram nada mais nada menos do que 15 títulos em 15 anos!

Com um destaque todo especial para o período entre 1935 e 1941, quando o tricolor era praticamente imbatível no estado, tendo inclusive cedido cinco atletas para a Copa do Mundo de 1938 na França, onde o Brasil encerrou a sua participação com uma honrosa 3ª colocação – enquanto a Itália sagrava-se campeã.

Foram nada mais nada menos do que 71% de aproveitamento nas 2.180 partidas disputadas entre o ano da sua fundação (1902) e o início dos anos 40; além de ter sido honrado com uma Taça Olímpica das mãos do Comitê Olímpico Internacional pelas suas destacadas contribuições ao esporte olímpico mundial.

Principais títulos do Fluminense

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Dentre os principais títulos do Fluminense, destacam-se 1 Copa Rio (1925); 4 títulos nacionais 1970, 1984, 2020 e 2012; 1 Copa do Brasil (2007); 2 Torneios Rio-São Paulo (1957 e 1960); 31 Campeonatos Cariocas; 9 Torneios Inicios; 1 Copa Rio em 1952 (embrião dos atuais torneios mundiais); 2 Torneios de Paris (76 e 87); entre vários outros.

Mas apesar de tamanho êxito em seus primórdios, sem dúvida o período entre o final dos anos 60 e a metade dos anos 80 é que foi um dos mais exitosos da história do clube, pois foi quando o Fluminense conquistou nada mais nada menos do que 13 títulos, com direito a 2 Campeonatos Nacionais que consolidariam, de vez, o seu nome como um dos grandes do futebol brasileiro e da América do Sul.

Os símbolos

O Fluminense é o “Tricolor da Laranjeiras”. As suas cores, como dissemos, são o bordô, branco e verde. Mas, além dessas cores representativas, o clube também é representado pelo seu escudo, em uma padronagem suíça na qual se destaca as suas iniciais de forma entrelaçada na cor branca, com a parte superior do escudo em bordô (ou “encarnado”), e a inferior em verde; um estilo mais aproximado ao gótico alemão.

A obra é considerada uma das mais belas entre os escudos brasileiros, tendo inclusive sido eleito como um dos três mais bonitos do mundo, segundo o jornal espanhol “Marca”, e um dos 100 mais belos, segundo o periódico inglês Four Four Two, como algumas das principais singularidades e fatos interessantes acerca da trajetória futebolística do clube.

Já o seu mascote foi durante um bom tempo (entre 1943 e 2015) o “Cartola”, destituído do posto por conta de carregar um tom meio “pejorativo” em sua simbologia, já que este foi durante décadas um termo associado a dirigentes de clubes, em especial a “viradas de mesas”, que tinham em tais dirigentes os seus principais promotores.

Ademais, o termo Cartola também foi durante algum tempo associado a origens nobres, aristocráticas, e de certa forma ligadas à elite preconceituosa do Rio de Janeiro do início do séc. XX; o que fez com que, em 2015, por meio de uma escolha popular, um novo mascote fosse erguido como símbolo do clube; dessa vez na forma de um “Guerreirinho”, que, de acordo com os representantes do tricolor, seria capaz de melhor simbolizar a essência da instituição, que é a de uma “guerreira em toda e qualquer frente para as quais seja solicitada”.

O hino do Fluminense

Como a maioria dos clubes do Brasil, o Fluminense possui um hino popular e um oficial. Esse último teve a letra composta pelo o escritor – um reconhecido e apaixonado torcedor do clube – Coelho Neto, que fez uma espécie de adaptação de uma composição bastante famosa durante a 1ª Guerra Mundial, em especial no âmbito do exército britânico da época.

Há também um outro hino oficial do Fluminense, incorporado à simbologia do clube a partir de 1920, composta pelo violinista e compositor brasileiro Antônio Cardoso de Menezes Filho, para ser uma homenagem à “luta”, “furor da batalha”, “disposição para o combate” e à “peleja incruenta”; características que deveriam ser incorporadas pelos seus jogadores sempre que tivessem que entrar em campo.

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Já o hino popular é mais conhecido como a “Marcha Popular”, uma composição feita em meados dos anos 40 por Lamartine Babo (sempre ele!), com letra do maestro Lyrio Panicali, e que, entre outras coisas, faz uma comovida declaração de amor ao clube.

Principais ídolos

Uma verdadeira constelação ajuda a compor uma das histórias mais singulares do futebol brasileiro. O Fluminense é um clube, como não poderia ser diferente em razão do seu pioneirismo, repleto de ídolos que encantaram o Brasil e o mundo com talentos verdadeiramente insuperáveis.

Tanto é assim, que, em maio de 2020, um grupo formado por algumas dezenas de jornalistas se reuniram, a pedido dos jornais Extra e O Globo, para publicar uma lista com os maiores ídolos do clube. O problema foi que a missão acabou tornando-se mais complicada do que a princípio parecia, já que dos grandes do futebol carioca o Fluminense foi o que teve o maior número de jogadores citados.

E dentre os principais, destacaram-se o goleiro Castilho, o centroavante Fred, o atacante Assis, além de Rivelino, Telê Santana, Romerito, Waldo, Conca, Washington, Didi, e um sem número de outros craques que exigiriam páginas e mais páginas inteiras só para enumerar os seus feitos e principais qualidades.

Alguns deles, obviamente, destacam-se mais pela quantidade de partidas disputadas, como Castilho (697 partidas), Pinheiro (603), Telê Santana (559), entre vários outros.

Enquanto outros destacaram-se mais pelos seus talentos insuperáveis, como o dos gênios Rivelino, Paulo Cesar Caju, Gérson, Fred, Romerito, Didi, Ézio (o “Super Ézio”), entre outros.

O esporte amador e olímpico do Fluminense

O Fluminense, como dissemos, é um desses clubes poliesportivos brasileiros. Entre os seus feitos, contam-se inúmeras conquistas no atletismo, futebol de mesa, basquete, vôlei, handebol, natação, nado sincronizado, taekwondo, tênis, futebol americano; e até mesmo em singularidades como o showbol, autobol, xadrez, futebol americano de praia (sim, futebol americano de praia!), entre diversas outras modalidades tão ou mais extravagantes.

Mas nas Olímpiadas o clube também se destaca entre os demais. Isso porque em 1920 os atletas Afrânio da Costa e Guilherme Paraense, dois ilustres tricolores, foram medalhistas de ouro, prata e bronze no “Stand de Tiro”, em uma edição dos Jogos Olímpicos de Verão, como dois dos representantes da Seleção Brasileira da época.

Porém a coisa não para por aí. Não mesmo! O time de basquete masculino do Fluminense, por exemplo, conseguiu a proeza de tornar-se octacampeão entre os anos de 1920 e 1927, enquanto o de pólo aquático (outra façanha!) manteve-se invicto por nada mais nada menos do que 104 partidas oficiais entre os anos de 1951 e 1962, como alguns dos feitos mais impressionantes de um clube esportivo brasileiro em qualquer tempo.

Ademais, o Fluminense gaba-se de ter sido imbatível em competições de natação masculina entre os anos de 1941 e 1963. Foram 23 vitórias consecutivas! enquanto a feminina, por sua vez, não teve rival à altura durante 13 edições consecutivas, entre os anos de 1938 e 1950, para fazer do Fluminense uma das mais vitoriosas instituições esportivas do Brasil.

Sede

A sede do Fluminense Football Club fica no bairro das Laranjeiras, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. A obra, erguida em 1902, é um dos orgulhos da instituição, muito por conta do seu estilo, em um belíssima estrutura com características europeias, idealizada pelo arquiteto espanhol Hypolito Pujol, que acabou criando uma obra que tornar-se-ia bastante utilizada em eventos reservados, festas, comemorações, acontecimentos culturais, bailes, entre diversas outras manifestações artísticas, ligadas ou não ao universo do futebol.

O clube também chama a atenção pela sua estrutura para a prática do tênis. Desde 1907 o Fluminense mantém essa tradição, chegando ao ponto de já em 1911 possuir três quadras, onde diversas personalidades costumavam exercitar as suas habilidades, entre elas, o lendário aviador Alberto Santos Dumont, que teria sido, verdade ou não, um dos torcedores mais ilustres e dedicados da história do clube.

Consta, também, que o Estádio das Laranjeiras (o antigo “Campo das Laranjeiras”) foi o palco da primeira partida do selecionado brasileiro em 1914; foi palco de um discreto 2 a 0 frente ao Exeter City da Inglaterrra; um jogo amistoso que seria o prelúdio de inúmeras outras conquistas em nível internacional da nossa seleção.

Foi lá, por exemplo, que o esquadrão brasileiro venceu as suas primeiras partidas e conquistou os seus primeiros títulos, entre eles, a Copa Rio Branco (1931) e o lendário Sul-Americano de 1919 – essa última, a primeira conquista internacional da Seleção Brasileira, que da mesma forma anunciaria uma trajetória fascinante; fascinante o suficiente para consolidar o Brasil como sendo, definitivamente, o “país do futebol”.

Fluminense: Principais curiosidades

1. Uma Entidade de Utilidade Pública

Poucos sabem, mas há 100 anos o Fluminense Football Club tornou-se uma “Entidade de Utilidade Pública”, conforme o Decreto nº 5.044/1926, publicado no Diário Oficial da União do dia 10 de novembro daquele ano.

Como uma entidade de utilidade pública (título hoje extinto), uma instituição era reconhecida pelos seus relevantes serviços prestados à educação, cultura, ciência, arte ou filantropia. Dessa forma, podia realizar sorteios, receber isenções fiscais, adquirir bens que fossem apreendidos pela Receita Federal, entre outras vantagens bastante significativas, principalmente do ponto de vista fiscal.

2. O “Dia do Fluminense”

Outra singularidade na história do clube diz respeito ao Decreto Municipal, aprovado em 2007, que instituiu o “Dia do Fluminense”.

A proposta foi aprovada pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro no dia 12 de maio de 2007, e posteriormente acolhida em âmbito estadual no dia 12 de novembro do mesmo ano, sob a Lei nº 5.094/2007, que instituiu o “Dia do Fluminense e dos Tricolores”, como uma forma de eternizar na lembrança dos seus apaixonados torcedores as principais conquistas e honrarias de um clube pioneiro na história do futebol nacional.

3. Uma torcida que é um patrimônio!

Outro motivo de orgulho para os tricolores é o reconhecimento da sua torcida como sendo um “Patrimônio Imaterial da Cidade do Rio de Janeiro”.

A honraria foi instituída sob o Decreto nº 35.877/2012, que juntou-se ao Decreto nº 35.878/2012 (que reconheceu o clássico Fla-Flu) para configurar-se como uma das principais singularidades na história do clube.

4. A Taça Olímpica

E não terminam aqui as honrarias concedidas ao Fluminense Football Club pelo seu pioneirismo, não só no futebol como no esporte brasileiro de um modo geral!

São títulos e honrarias geralmente ligados à sua contribuição nos esportes olímpicos, seja por meio da conquista de medalhas, inovação no âmbito dos esportes, ou mesmo por revelar alguns dos atletas olímpicos mais importantes da história do país.

A Taça Olímpica foi uma delas, concedida pelo Comitê Olímpico Internacional no ano de 1949 em razão de o Fluminense ter sido, na opinião dos seus representantes, “um modelo de administração e organização desportiva” como poucos clubes no mundo até àquele momento conseguiam ser.

O Fluminense é na verdade um dos dois únicos clubes a serem honrados com o título (o outro é o Racing Club de France); um título que só costuma ser concedido a países, comitês olímpicos, federações, entre outras entidades jurídicas no âmbito do esporte.

5. O burro “Faísca”

Um dos personagens da história do Fluminense que de maneira alguma pode ser esquecido é o excêntrico e original burro “Faísca”. O burrico, até onde se sabe, viveu por toda a vida nas dependências das Laranjeiras, como testemunha silenciosa das maiores conquistas e vicissitudes da história do clube.

Como esquecer desse curioso personagem na história do clube? O burrinho foi a solução encontrada pelo Fluminense diante das terríveis dificuldades para manter a sua grama devidamente aparada lá pelos idos de 1902 – ano da sua fundação.

O que fazer então para substituir a necessidade dos caríssimos equipamentos ingleses que aparavam a grama na época, e que custavam praticamente toda a receita do clube? Simples, utilizar os serviços de um pacato e simpático burrinho; o “burro Faísca”; que, pelo que se diz, realizou o serviço com extrema competência e habilidade, como um dos fatos mais extravagantes e originais da história do Tricolor das Laranjeiras.

6. Um “clube sem regatas”

Uma coisa une Botafogo, Flamengo e Vasco da Gama quando o assunto são os primórdios das suas fundações: todos foram, inicialmente, criados como “clubes de regatas”, voltados exclusivamente para as competições de remo, que à época era considerado um esporte de elite e entre os mais apreciados no país.

Mas não para o Fluminense! Pois os fundadores do clube conseguiram, não se sabe como, a façanha de subverter totalmente a lógica da época, e acabaram fundando a instituição já como um clube de futebol – como o primeiro do estado do Rio de Janeiro – ; o que inclusive lhe valeu inúmeras conquistas que só mais tarde os demais clubes conseguiriam igualar.

7. O berço do Flamengo

Outra curiosidade na história do Fluminense (e que poucos sabem) é que o Flamengo é o resultado de uma espécie de dissidência dentro do clube.

O rubro-negro surgiu, inicialmente, como um “clube de regatas”; e o curioso é saber que, no início, os seus remadores cultivavam o hábito de participar do departamento de futebol do tricolor, até serem definitivamente integrado aos seus quadros.

Enquanto isso, o Fluminense, que não tinha no remo uma das suas modalidades, permitia que os seus jogadores praticassem esse esporte nas dependências do time da Gávea, até que, por conta de uma cisão, um grupo de atletas do Fluminense decidiu, em 1911, afastar-se do clube para criar um departamento de futebol próprio, que mais tarde seria conhecido como o Flamengo, como outras das inúmeras curiosidades que só podem ser encontradas mesmo é nesse cada vez mais surpreendente e inusitado universo do futebol.

Conclusão

Enfim, como pudemos perceber até aqui, a história do Fluminense traz a marca do pioneirismo no futebol do brasileiro. Como um dos primeiros clubes de futebol a serem fundados, o Fluminense Football Club acabou por estimular o surgimento de diversas outras equipes, além de eternizar algumas das figuras mais emblemáticas do universo futebolístico do país.

Mas hoje, apesar da sua história, repleta de conquistas e marcas memoráveis, o clube se vê às voltas com inúmeras dificuldades para manter-se firme na série A, foi o único dos grandes a amargar uma tenebrosa passagem pela série C do Campeonato Brasileiro, entre outras dificuldades de um clube que, ao que tudo indica, só agora começa a reerguer-se para contar uma nova história.

Mas, e você, o que mais tem a acrescentar sobre essa rica história do Fluminense, o “Tricolor das Laranjeiras”. Deixe-o na forma de um comentário, logo abaixo.

 

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