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Adidas: História, produtos e curiosidades

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A História da Adidas se confunde com a história das competições esportivas de alta performance no mundo. Ela é simplesmente uma empresa de mais de US$11 bilhões de dólares, atualmente a 2ª maior fabricante de roupas esportivas do planeta (atrás apenas da Nike), a 1ª da Europa, além de ser dona de mais de 8% do clube alemão Bayer de Munique.

Aliás, sobre as suas origens, elas estão na Alemanha, mais especificamente na cidade de Herzogenaurack, na Baviera; uma região, ao que parece, nascida para abrigar monumentos da indústria de materiais esportivos, já que lá também nasceu a Puma, outra das maiores representantes desse segmento no mundo.

Ainda sobre a história da empresa, o que sabe é que ela é o típico empreendimento familiar, nascida dentro da própria casa dos seus fundadores, Adolf Dassler (ou “Adi Dassler”, daí o nome Adidas) e o seu iimão Rudolf Dassler, que iniciaram, em 1924, o negócio de fabricação de calçados para corridas utilizando-se de materiais, digamos, não tão sofisticados, como os cravos ou pregos que eram utilizados nas solas.

Na verdade, durante os primeiros anos da sua fundação, a empresa ainda não se chamava Adidas, e sim Gebrüder Dassler Schuhfabrik (ou “Fábrica de Calçados dos Irmãos Dassler”); uma espécie de embrião da atual superpotência do universo dos esportes, que já àquela época realizava façanhas, como a de, por volta de 1936, atrair a atenção do supercampeão norte-americano Jesse Owens, que, para desespero de Adolf Hitler, venceu os 100 e 200 metros rasos nos Jogos de Verão em Berlim (1936) calçando justamente um dos modelos dos irmãos Dassler.

Muito tempo passou, e a empresa não parou mais de crescer, até que, por conta de desentendimentos pessoais (na verdade o que se diz é que os irmãos se odiavam mesmo!), no ano de 1949 ambos decidiram seguir por caminhos diferentes (mas sempre dentro desse universo dos materiais esportivos); o introvertido e artista por natureza Adi Dassler manteve-se como dono da Gebrüder (a qual rebatizou finalmente com o nome de Adidas), enquanto o extrovertido e vendedor nato Rudolf iniciou um outro empreendimento, a qual ele deu o nome de “Ruda”; mais tarde rebatizada como simplesmente “Puma”; em uma das trajetórias mais singulares da história do esporte mundial.

Uma pouco mais sobre a história da Adidas

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O que tudo indica é que preferências políticas tenham influenciado a até então imbatível parceria entre os irmãos Dassler.

Adolf (ou Adi) era, como dissemos, uma artista nato, perfeccionista como poucos dentro desse segmento, e por isso mesmo foi capaz de produzir um tênis de corrida leve e anatômico como até então não existia no universo dos esportes de velocidade.

O que parece ter acontecido é que Rudolf, um nazista inveterado, não se dava muito bem com essa postura, digamos, neutra de Adolf, que se negava, de todo o jeito, a tomar partido na política Alemã da época; apenas a acompanhava, sem qualquer empolgação pelos discursos do Führer; e sem contar o fato de que a preocupação de Adi com a qualidade e com os aspectos mais artísticos da marca não conversavam bem com o ímpeto e a agressividade do seu irmão.

E o resultado disso foi que tais características, acentuadamente opostas, acabaram, inclusive, por dividir, à época, a pequena cidade de Herzogenaurack entre “partidários da Adidas” e “partidários da Puma”; criando um verdadeiro “muro de Berlim” na cidade; que só foi derrubado com a morte dos irmãos; primeiro Rudolf, em 1974, e logo após Adolf, em 1978, em uma das histórias mais singulares dentro desse universo dos esportes.

A “empresa das três listras”

Foi a partir da separação entre Adolf Dassler e Rudolf Dassler que a Adidas começou verdadeiramente a ocupar a sua atual posição de uma das maiores empresas do segmento esportivo no mundo.

Mas antes disso, graças àquela ajudinha extra de Jesse Owens, os maiores esportistas do planeta já exigiam os equipamentos da Gebrüder para os seus treinos e competições.

Nos anos que antecederam a 2ª Guerra Mundial, por exemplo, consta que a empresa já vendia entre 180 mil e 220 mil pares de calçados esportivos, o que tornou a marca, entre outras coisas, a preferida da “Juventude Hitlerista”, membro da National Socialist Motor Corps, a única fábrica de calçados esportivos da Alemanha durante a guerra e um dos símbolos daquele momento da sociedade alemã.

No ano de 1943, a marca sofre o seu primeiro grande abalo. Ela simplesmente viu-se obrigada a encerrar as suas atividades, pois agora as suas excelentes instalações deveriam servir à “causa alemã”; Dassler teria que cedê-las ao partido nazista, a fim de que elas se tornassem imensas fábricas de antitanques e demais equipamentos militares até o final do conflito.

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Com o final da guerra, finalmente as atividades da ainda Gebrüder Dassler puderam enfim continuar como planejado; os norte-americanos a pouparam da completa destruição, segundo consta, a pedido da mulher de Adi, que teria, supostamente, os convencido a mantê-la de pé em troca de uma parceria que se estenderia até os dias atuais, como uma das mais controversas e inusitadas desse universo empresarial.

Adidas
Adi Dassler

A modernidade para a marca Adidas

Sem dúvida, são os anos 70 que marcaram o período do apogeu da empresa. A Adidas já era a marca de material esportivo que mais vendia nos Estados Unidos; e só para que se tenha uma ideia da sua importância naquela época, sabe-se que foi com o seu material que Muhammad Ali e Joe Frazer fizeram a “Luta do Século” em 1971, que a Alemanha foi campeã das Copas do Mundo em 1954 e 1974 e que Kathrine Switzer tornou-se a primeira mulher a vencer uma maratona (em Boston, 1967).

Isso sem contar o fato de que a bola das Copas é cedida pela Adidas desde 1970, ela foi a fornecedora oficial de materiais esportivos dos jogos Olímpicos de Munique em 1972, além de ter sido a patrocinadora oficial da Copa do Mundo 10 das 12 vezes que ela foi disputada entre os anos 70 e a última copa (em 2018), entre outras inúmeras curiosidades e façanhas não menos marcantes na história da empresa.

Hoje a Adidas pode ser melhor definida como uma corporação – a “Adidas-Salomon AG”; e por isso mesmo nada mais guarda daquela antiga empresa familiar erguida nos fundos da casa dos irmãos Dassler, e nem tampouco da unanimidade que já fora tempos atrás, quando era a maior empresa de material esportivo do mundo.

Hoje quem manda mesmo no esporte é a Nike, com os seus US$26,8 bilhões de dólares de valor de mercado, contra os quase “insignificantes” US$11,2 bilhões da Adidas – tratando aqui, especificamente, de empresas de material esportivo.

Ano após ano a Adidas não consegue mais do que apenas observar a escalada vertiginosa da sua principal concorrente, enquanto acumula perdas e mais perdas anuais de valor de mercado; ainda potencializadas por esse período terrível de pandemia na qual vivemos, e que surgiu como uma verdadeira bomba no universo empresarial de todos os segmentos nos quatro cantos do mundo.

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O esforço de recuperação

Mas obviamente que os executivos da poderosa marca alemã não iriam simplesmente parar e apenas observar a sua concorrente dando voos cada vez mais vertiginosos dentro desse segmento de materiais esportivos. Não mesmo!

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Em 2004, por exemplo, Adidas não pensou duas vezes na hora de adquirir a Vallet Apparel Company, um conglomerado norte-americano responsável por vestir nada mais nada menos do que 140 equipes esportivas no país.

Logo após, em 2005, foi a vez de uma nova cartada com o objetivo de tentar novamente assumir o posto de a maior empresa do ramo. A empresa simplesmente decidiu comprar outra “queridinha” desse universo dos esportes, a tradicional empresa de calçados esportivos norte-americana “Reebok”, por nada mais nada menos do que 3,1 bilhões de euros (algo como R$8,9 bilhões de reais à época).

Àquela altura, a compra adquiriu um verdadeiro status de “tacada de mestre”, e fez com que, já no dia seguinte, a empresa aumentasse a sua participação em vendas nos Estados Unidos em mais de 20%!

E ainda nessa época, entre 2003 e 2004, a Adidas adquiriu cerca de 8,33% da poderosa equipe de futebol alemã Bayern de Munique por cerca de 77 milhões de euros (algo como R$277 milhões de reais), o que, mais uma vez, garantiu a permanência da empresa como uma das grandes do universo dos esportes e, principalmente, ainda firme no encalço da Nike, numa luta cada vez mais renhida pela supremacia no segmento de materiais esportivos.

Hoje, mais de 15 anos depois, apesar de ter renovado com o Bayern até 2030, o que se diz é que com relação à Reebok ela já pensa seriamente em desfazer-se da marca, muito por conta de um “desempenho inferior crônico” na sua participação em vendas de calçados esportivos nos Estados Unidos – que hoje não ultrapassa 1% – , o que já vem fazendo com que a “empresa das três listras” corra em busca de um “Plano B” que lhe permita, finalmente, alcançar aquela que ainda é a maior fornecedora de materiais esportivos do mundo: a poderosa Nike.

Adidas
A “empresa das três listras”

A tecnologia

A Adidas também notabilizou-se por ter sido a primeira marca de calçados esportivos a trazer leveza e anatomicidade a esse tipo de artefato. Tornou-se lendária a sua estratégia, ainda nos idos dos anos 30, de substituir aquela estrutura com pontas de metal ou pregos nas solas dos calçados por lonas emborrachadas, que conferiam ainda mais aderência e segurança ao produto, em especial nas competições de corrida, para as quais tão ou mais importante quanto o conforto é a segurança.

Hoje, além da tecnologia baseada em segurança e conforto, a Adidas busca também adequar-se cada vez mais às novas exigências com relação à preservação do meio ambiente. E por isso mesmo ela adotou, em 2016, uma estratégia baseada em 6 grandes pilares, que deverão, de acordo com Kasper Rorsted, atual CEO da empresa, produzir resultados concretos e palpáveis no que diz respeito à preservação da natureza e dos recursos não renováveis.

Esses pilares são “água, energia, saúde, materiais, empoderamento e inspiração”; pilares por meio dos quais a Adidas pretende destacar-se, ainda mais, nesse cenário de grandes expectativas com relação ao futuro do planeta, e que podem ter em empresas como esta um dos principais promotores de recuperação (ou de completa destruição) dos seus recursos, a depender de que lado estejam nesse controverso e polêmico dilema da sustentabilidade.

Ainda de acordo com o CEO da Adidas, a empresa hoje só trabalha com materiais reciclados ou que de alguma maneira possam ser. Eles são materiais escolhidos de acordo com os seus respectivos ciclos de vida, o que significa dizer que a empresa agora considera, no momento das suas escolhas, a capacidade que tem determinado material de produzir substâncias nocivas.

E mais: considera o gasto de energia para a sua manipulação, o uso da terra durante esse processo, a proteção da flora e da fauna do planeta, o gasto de água requerido por cada um deles, entre outros fatores capazes de inviabilizar, por completo, a escolha de um material para a produção dos mais diversos tipos de produtos esportivos da marca.

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A sustentabilidade como estratégia da Adidas

Dentre os materiais atualmente utilizados pela Adidas, dentro dos critérios adotados por essa sua Estratégia de Sustentabilidade, estão: a borracha reciclada, o algodão sustentável (Better Cotton), o poliéster reciclado, o “Tencel” (fibra extraída do centro da madeira), o PLA (Ácido Polilático), lã extraída sem danos aos animais, o couro, entre outros.

Além disso, a empresa adotou o critério de somente obter esses materiais de parceiros que também adotem essas estratégias de sustentabilidade, como no caso dos metais, palmilhas, material para embalagens, têxteis, plásticos, entre diversos outros produtos que agora são adquiridos em empresas que reciclam até 99% dos resíduos produzidos diariamente – inclusive o “EVA” (a Espuma Vinílica Acetinada), que algumas empresas produzem quase 100% a partir dos resíduos que sobram de outros processos.

Outra coisa interessante a saber sobre esses novos critérios adotados pela Adidas, com o objetivo de tornar-se mais sustentável, é que, ao que parece, a grande estrela da sua produção de roupas esportivas será mesmo o Better Cotton Initiative, uma espécie de iniciativa criada com o objetivo de reduzir ao máximo o custo com pesticidas utilizados na produção mundial de algodão, além de garantir um uso mais racional da água, eliminar quaisquer resquícios de trabalho escravo, dar preferência ao método de rotação de cultura para o plantio do vegetal, entre outras propostas semelhantes.

Já em 2013, de acordo com os representantes da empresa, mais de 23% do algodão utilizado na confecção dos seus materiais eram do tipo “Better Cotton” (o “algodão sustentável”), passando para cerca de 40% em 2015, e agora com a meta de até o final de 2021 utilizar cerca de 60% de algodão sustentável em todos os seus produtos têxteis; seja para a produção de moletons, roupas para atletas de tênis, calçados e materiais para o futebol, ou onde quer que esse “algodão orgânico” possa ser utilizado como matéria-prima.

De acordo com o vice-presidente de criação estratégica da Adidas, James Carnes, o objetivo da empresa é o de ela mesma tornar-se uma das promotoras de um ciclo de renovação e sustentabilidade no planeta, de forma a que o “lixo plástico reciclável” seja a principal matéria-prima para cerca de 60% da sua produção; e de maneira, também, que a Adidas torne-se uma das empresas que simplesmente acabaram com a ideia de resíduos no mundo, ao produzir materiais cujos resíduos possam ser 100% recicláveis, ou ao menos biodegradáveis, já nos próximos anos.

Adidas: Principais produtos

1. Tênis

Um dos modelos que estão entre os “queridinhos” da Adidas é o Adidas 3MC. Um tipo clássico, versátil, com cores neutras e sóbrias, em um estilo clean, e que ainda traz detalhes monocromáticos que conferem ao calçado ainda mais estilo.

O 3MC é um daqueles modelos que podem ser utilizados tanto por adeptos de esportes radicais (como os skatistas, por exemplo), quanto por aqueles que simplesmente desejam conferir um pouco mais de estilo ao dia a dia.

Mas, além dele, os modelos Upath e X-PLR também são considerados clássicos do Adidas Originals, muito por causa de uma segurança e resistência aliadas a um estilo requintado e com cores intensas nas estampas, o que confere ao tênis (ou ao seu usuário) ainda mais personalidade.

Outro modelo de tênis da Adidas, que também chama bastante a atenção pelo visual clássico, é o famoso Adidas Superstar, um modelo produzido em cores sóbrias, discretas, e que por isso mesmo tornou-se uma espécie de ícone pop desde que surgiu em 1969, inicialmente para ser utilizado por jogadores de basquete, até acabar caindo definitivamente no gosto popular, a ponto de até hoje ser considerado o “símbolo da Adidas”.

Adidas
Adidas Superstar

2. Roupas

Os moletons da Adidas são quase unanimidade nos quatro cantos do mundo. E os moletons com capuzes, por exemplo, são disputadíssimos, como os modelos Worm Print, Essentials Black, Cropped Hood, entre outros que são produzidos com algodão 100% orgânico, e com as cores clássicas preta e branca como os padrões oficiais da marca.

Além disso, as camisetas Stan Smith Non Dyed, Worm Shoe Black, Trefoil Black White, entre outras, quando o assunto é conforto, na opinião dos seus apreciadores, não possuem rivais no mercado; e ainda mais agora que também são todas confeccionadas com algodão 100% orgânico, como uma das principais novidades da empresa para esse ano de 2021.

Adidas
O modelo básico da Adidas

3. Chuteiras

A Adidas, durante muito tempo, foi considerada um verdadeiro sinônimo de chuteiras. As suas famosas “três listras” acabaram até sendo confundidas como o símbolo de calçados para futebol, e até hoje inspiram gerações, agora com modelos bem mais estilizados, como o X19.3 Firm Ground, considerada talvez a melhor chuteira da Adidas para campo; ou mesmo o X Ghosted 3 e o Nemeziz 19 4 TF, considerados imbatíveis quando o assunto é futebol society.

Sem contar outros modelos como a Copa 20.3 IC, Predator 19.4 , Artilheira II , entre vários outros que aliam um design arrojado, cores vibrantes e estrutura leve a materiais 100% recicláveis e seguros; e ainda com diversos outros predicados que ajudam a manter a empresa em uma posição privilegiada quanto o assunto são roupas esportivas para quase todos os segmentos do universo dos esportes.

adidas
Uma das preferidas nos gramados

Patrocínio e fornecimento

Apesar da sua “pedra no calçado” chamada Nike, a Adidas ainda mantém-se firme como a 2ª referência quando o assunto são materiais esportivos. E uma prova disso é o fato de que atualmente ela é a primeira na Europa, a principal fornecedora de materiais para o futebol; e até mesmo as comissões de arbitragens têm o privilégio de serem vestidas pela marca alemã.

Seleções como as da Alemanha e Espanha, por exemplo, não abrem mão de ter a “empresa das três listras” em seus guarda-roupas; além da Argentina, o Real Madrid, a Juventus, o Bayern de Munique, o Arsenal, o Manchester United, entre diversas outras seleções (e clubes) que não abrem mão de ostentar o peso da marca.

Além disso, a Adidas gaba-se de ter em seu portfólio a parceria de algumas das principais estrelas do futebol do passado e da atualidade, como Lionel Messi, David Beckham, Benzema, Casillas, Hummels, James Rodríguez, Kaká, Felipe Anderson, Lucas Moura, Marcelo, David Silva, Salah, Xavi, Dybala, Pogba e uma infinidade de outros craques.

E como se não bastasse o privilégio de vestir os craques que põem as mãos na massa dentro das quatro linhas, a empresa ainda é a principal patrocinadora da FIFA e da UEFA; e também patrocina a MLS (a Major League Soccer, norte-americana), o São Paulo, Flamengo, Internacional e Cruzeiro.

A Adidas também fornece coletes para os treinos das principais seleções e times de futebol do mundo, a bola utilizada na maioria das Copas, foi a principal fornecedora da Taça Libertadores de 2012 (quase 40 equipes patrocinadas); sem contar o apoio que dá a campanhas pelo bem-estar e direitos dos deficientes físicos, e o seu envolvimento constante com políticas em prol dos refugiados.

E mais: Apoia projetos de ajuda humanitária em mais de 50 regiões em estado crítico, é apoiadora do Save the Childrem, desde 2008; apoia também a Luftfahrt ohne Grenzen (Asas da Ajuda); o ora Child Aid, a SOS Children’s Villages, além de incontáveis outros projetos ligados ao bem estar social.

Por isso mesmo, mais do que uma empresa de material esportivo, a Adidas, segundo os seus representantes, tem como um do seus principais objetivos firmar-se como uma das marcas que trazem em seus DNAs o desejo de tornar o mundo melhor, incentivando a prática de esportes, tornando melhor a vidas das crianças, preservando o meio ambiente para as gerações futuras, entre diversas outras iniciativas ainda mais impactantes em uma escala global de enfrentamento.

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