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Motorola: Confira review e análise dos melhores celulares

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Só de falarmos da Motorola, logo lembramos da marca de eletrônicos que mais se destaca atualmente e disputa com a Apple e a Samsung pela liderança no mercado de celulares. A marca se reergueu, superou dificuldades voltando com foco e trabalho otimizado nas melhores soluções para os seus clientes.

Não faltam razões para apontar a empresa como uma das vanguardas no avanço de soluções tecnológicas e na qualidade de fabricação de seus produtos.

Hoje, além de conhecermos mais sobre a lendária história da marca, vamos conhecer os principais e melhores celulares da Motorola à venda em nosso país.

História da Motorola

A empresa de origem norte-americana foi fundada no ano de 1928 a partir da compra da Stewart Battery Company, empresa falida da antiga indústria especializada em eliminadores de bateria.

Comprada pelos irmãos Paul e Joseph Garvin a Stewart Battery Company se transformou em Galvin Manufacturing Company.

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Os irmãos Galvin mantiveram a atividade principal da Stewart, fabricando eliminadores de bateria destinado para equipamentos de rádio à base de bateria – para que funcionassem também na rede elétrica.

Mas os eliminadores ficaram obsoletos rapidamente, devido ao avanço tecnologico. E os Galvin precisavam encontrar um destino adequado para os eliminadores fabricados.

Até que Paul Galvin ficou sabendo que os automóveis estavam recebendo esses eliminadores graças ao trabalho de alguns técnicos. Então, Paul desafio sua equipe a produzir um projeto de auto rádio de baixo custo de aquisição para ser instalado em veículos.

Durante a metade do ano de 1930, durante uma convenção dos empresários de manufatura no ramo do rádio, no estado de Nova Jersey, ele apresentaram o projeto de rádio de automóveis, o que teve boa aceitação e uma expressiva quantidade de encomendas. Isso ajudou a manter as operações da empresa.

Faltava escolher o nome para o produto. Foi então que Paul Galvin – que foi atrás da descoberta deste rádio, teve a brilhante ideia de dar o nome que fizesse a junção entre produtos já existentes.

O nome Motorola nasceu para…

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dar vida ao auto rádio que foi um sucesso de vendas. O nome é uma junção dos termos “Motor” e o sufixo “ola”, que estava presente em outros produtos que mudaram o mercado naquela época, como vitrola.

Com o nome definido, a empresa partiu para a venda do seu primeiro modelo oficial de produto destinado para automóveis, a Motorola. Logo obteve suas primeiras vendas no mês de junho de 1930.

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O produto começou a se popularizar nos Estados Unidos por ser barato e altamente eficiente, com possibilidade de alto alcance, pegando o sinal de rádio com estabilidade em todo o país.

No mesmo ano, começaram a ser produzidos os primeiros receptores de rádio para os departamentos de polícia de Nova Jersey, que rapidamente se espalharam por todo o Estados Unidos.

Mas o que faria a futura Motorola fazer um sucesso ESTRONDOSO foi o desenvolvimento do primeiro aparelho de rádio FM portátil e direcional, recurso que foi usado pelo exército dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial.

Foram tantas as vendas que em busca de consolidar o nome como referência de produtos com alto poder de inserção no mercado, o nome da fábrica que era o nome dos irmãos Galvin, a Galvin Manufacturing Corporation foi mudado para Motorola Inc, em 1947, no pós guerra.

Anos de consolidação

Durante a Segunda Guerra, a Motorola já trabalhava com fins de suprir as demandas militares e atender seus clientes sob demanda com os auto rádios através de tecnologia própria e inédita para aquele momento.

Na metade da década de 1940, pouco antes do fim da Segunda Guerra, a empresa norte-americana mudou a chave e começou a trabalhar para atender clientes comerciais.

Desenvolvendo o primeiro sistema de rádio transmissão para taxistas, em que eles poderiam se comunicar para organizar a demanda de serviços entre si. Este é o primeiro registro de um sistema de comunicação FM comercial no país.

Essa inovação fez com que a empresa se destacasse ainda mais e assumisse o protagonismo neste nicho de mercado, fazendo as vendas dispararem e a empresa ser reconhecida por sua capacidade de produção e pela tecnologia pioneira para a época.

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A Motorola era sediada em Chicago, capital do estado de Illinois e servia de forma estratégica a todo o país com a distribuição de pedidos com entrega em pouco tempo.

Depois da morte de um dos seus fundadores, Paul Galvin, responsável por impulsionar o sucesso da Motorola, o seu filho Robert assume o comando dos trabalhos no ano de 1956, e dá sequência ao legado de seu pai.

Dois anos depois, em 1958, ele dá o start para o Motrac, sendo o primeiro tipo de rádio bidirecional do planeta com baixo consumo de energia, em que sua força eletromotriz era a partir de transistores, em que funcionava o seu receptor.

Assim, não era totalmente necessário o proprietário instalar o rádio no veículo e usá-lo com o motor funcionando para sintonizar a estação favorita.

Para aquele momento, aquilo foi a maior revolução do setor colocando o nome da Motorola em definitivo no Olimpo do desenvolvimento e venda de produtos de transmissão de sinais radiofônicos.

Motorola faz história: Viagem à lua

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Com o seu nome conhecido e aclamado pela indústria do setor de comunicações em todo o Estados Unidos, a Motorola era líder absoluta de vendas. Mas o seu lema de trabalho não era simplesmente se acomodar, mas continuar desenvolvendo novas soluções tecnológicas.

Aprimorando seus conhecimentos sobre a rede de comunicações, teve o privilégio de ser escolhida pela Agência Espacial Norte Americana (NASA) para trabalhar no desenvolvimento de toda a rede de comunicações entre a agência e os astronautas que participaram da missão Apollo 11, que os levaria para a Lua.

E foi assim que, no dia 20 de julho de 1969, que as primeiras palavras proferidas no nosso satélite por Neil Armstrong foram através de um equipamento de transmissão de rádio da Motorola.

O sucesso dessa missão fez com que a empresa investisse mais no desenvolvimento de uma rede de comunicações sem fio que abrangesse não apenas o uso comercial, mas a todas as pessoas de forma rápida e dinâmica, em todos os lugares.

O surgimento do telefone celular

Graças ao desenvolvimento do sistema de comunicação usado para transmitir a comunicação entre a Lua e a Terra, em 1973, a Motorola já estava com as respostas na mão para implementar o uso por todas as pessoas.

Neste ano em questão, ela desenvolveu um dispositivo móvel para as telecomunicações sem fio com foco no consumo individual e particular, que receberia o nome de telefone celular, nome usado a partir de 1977.

Juntamente, a fabricante produziu o sistema de radiocomunicação para a utilização do aparelho, o que seria um tremendo sucesso e resultaria na mudança de foco da Motorola, que saiu do mercado de radiotransmissores para telefones celulares.

Os anos seguintes mostrariam o acerto da mudança de foco da empresa, o que resultaria em uma liderança histórica no mercado de celulares com o surgimento de modelos que ficaram icônicos na memória dos consumidores, como:

  • StarTAC;
  • Ultra Classic;
  • C200;
  • A linha V;
  • Modelo RAZR V3;
  • V6;
  • RAZR V8;
  • etc.

Mas o cenário mudaria consideravelmente na metade dos anos 2000 com a chegada da Apple e seu iPhone. A explosão de vendas da concorrente, motivada pela curiosidade do público, fez com que as vendas da Motorola despencassem.

O cenário era bem sombrio na época: enquanto a marca nascida nos EUA não encontrava espaço para desenvolver a sua parte tecnológica, a dona do iPhone surfava no “Boom” da novidade que surgiu no mercado em 2007.

Ao mesmo tempo, a Samsung decidiu competir de frente e aproveitar sua expertise em eletrônicos ao ampliar a produção de celulares com uma nova linha de smartphones chamada de Galaxy, com a novidade do sistema operacional Android, do Google.

A Motorola não tinha forças mais para acompanhar o crescimento da Apple e amargava prejuízos anuais, o que a obrigou a sair de cena e vender a sua empresa. Logo ela, que ajudou a moldar o mercado.

A venda da Motorola

Traduzindo em dados, as perdas da empresa foram no montante de mais de 4 bilhões de dólares apenas no período entre 2007 a 2009, sucedido por decisões erradas que mais prejudicaram os seus negócios.

A solução foi dividir em duas empresas independentes que manteriam o seu nome: Motorola Mobility – pensada em produtos de mobilidade, como: os telefones celulares; e a Motorola Solutions, focada especificamente no desenvolvimento de produtos corporativos.

A Solutions é a sucessora natural da sua matriz, a Motorola Inc, enquanto a Mobility foi separada por conta do prejuízo que estava causando a todo o negócio.

O braço de soluções continuou dando sequência ao desenvolvimento de novos produtos voltados para ambientes corporativos e mantém a sua relevância até os dias atuais com as soluções em sistemas de rádio frequência (RFID), infraestrutura móvel, sistemas de rede, de televisão a cabo e de banda larga sem fio.

Mas o que deu mais trabalho foi o braço de dispositivos móveis porque demorou bastante para se reerguer e retomar o destaque histórico que já teve em uma época distante.

Em 2011, o braço do Mobility foi vendido pela primeira vez para o Google em um negócio que movimentou mais de US$ 12 bilhões. Demonstrando o claro objetivo da gigante americana criadora do sistema Android em também fabricar os seus próprios dispositivos móveis.

Somente depois de dois anos da compra é que foi lançado o primeiro aparelho da nova fase da empresa: o Moto X, com sistema Android 4.3, que foi bem recebido pelo mercado por conta do seu custo benefício e por ter comando de voz mais intuitivo do que o dos concorrentes. Graças ao sucesso que o produto teve, como primeiro passo de uma recuperação da marca

O Google lança o Moto G

Uma versão mais intermediária e acessível ao público. Tanto o Moto X e o Moto G tiveram boa recepção de público e de vendas. Esse fato motivou o lançamento de uma versão de baixo custo para o público que quisesse ter um aparelho da Motorola e do Google, o Moto E.

No ano seguinte, foi lançada a versão mais robusta e cara – o Moto Maxx, com uma bateria mais durável e mais funções que o Moto X – que já era a versão superior.

O investimento se expandiu para o mercado de tablets, no qual foram lançados os modelos Motorola Xoom e o Xoom 2, vendidos até os dias atuais.

Porém, um fato surpreendeu o mercado em geral. Mesmo com as vendas e o retorno da marca para o coração dos consumidores, a Google queria se desfazer do negócio e focar em outros produtos.

Quem é o fabricante da Motorola [atual]?

A Lenovo olhou essa possibilidade e comprou a Motorola Mobility por quase US$ 3 bilhões, menos de ¼ do valor adquirido pelo Google três anos antes. O mercado não entendeu as razões da venda e nem porque o valor era tão baixo.

A única condicionante foi a participação de 6% na multinacional chinesa, aceito pela Lenovo. Assim, a transação foi aprovada pelos órgãos reguladores dos Estados Unidos e da China e concluída em outubro de 2014.

Além de dar continuidade ao processo de expansão e aproveitar os modelos que estavam tendo sucesso com a Motorola comandada pelo Google, a Lenovo lançou uma nova geração de smartphones em 2015.

Assim, nasceram os Moto G3, X Play, X Style e o X Force, este último que tinha a promessa de ser um aparelho no qual a tela nunca quebraria.

As vendas não sofreram um impacto enorme com a aquisição da Lenovo e se mantiveram em alta, incomodando as concorrentes Apple e Samsung, líderes de mercado.

Nos anos seguintes, foram lançadas as novas gerações do Moto G, do G4 até os modelos atuais, como: o G100 e Moto E que vai até a sétima geração. Além das novas gerações, como: os Motorola One, Edge e a volta do Motorola RAZR, prevista para os próximos anos.

O slogan Hello Moto

É bem provável que você já tenha ouvido pelo menos uma vez na TV ou algum de seus amigos já tenha falado aquele slogan meio robótico que ficava na cabeça e não saía de jeito algum: “Hello Moto”.

Talvez seja esse um dos slogans que tenha ficado na mente e nos corações dos mais saudosos que até hoje reconhecem a empresa só de ouvir o slogan, um dos mais famosos de toda a história.

Ouvir a frase já era sinônimo de reconhecer a empresa que lançou os modelos em flip, destacada por conta da alta tecnologia para sua época e preços acessíveis para o grande público, sendo um fenômeno de vendas.

Depois da crise que motivou a separação das empresas, o slogan ficou esquecido e era somente um objeto de memória para os mais saudosos. Mas a Lenovo retomou o slogan como forma de ajudar a alavancar as vendas.

A retomada em 2017 foi para divulgar os novos modelos para aquele começo de ano, que eram o Moto G5 e o G5 Plus. E desde então, a empresa reforça o slogan para todos os lançamentos dos novos modelos de smartphones.

Os melhores celulares da Motorola

Desde a compra pela Lenovo, a Motorola investiu pesado em novos modelos que atraem os consumidores que já haviam migrado para a Samsung.

Hoje, ela se encontra no TOP 3 mundial em vendas e produção de novos dispositivos móveis, brigando de igual para igual com a norte-americana Apple e a coreana Samsung.

Para tal, ela desenvolveu a continuidade de modelos que já estavam fazendo sucesso e bem aceitos pelo público, trouxe uma geração que fez um sucesso estrondoso no começo deste século com total repaginação e duas novas gerações de ‘smartphones’.

Vamos conhecer mais um pouco dessas gerações e os melhores modelos da Motorola disponíveis para venda.

Moto G

Moto G

A geração iniciada em 2013 enquanto era propriedade do Google permaneceu com a Lenovo, que investiu em modelos com processadores mais robustos, capazes de executar múltiplas tarefas sem sobrecarregar o aparelho e consumir a bateria.

Dentre as principais funcionalidades, estão o aperfeiçoamento dos controles de voz, câmeras com melhor resolução, processadores mais potentes, baterias mais duráveis e telas com melhores resoluções, permitindo cores mais vivas sem incomodar a visão do consumidor.

Desde o primeiro modelo em 2013, mais de 10 gerações já foram criadas com atualizações e melhorias que se refletiram na qualidade e no preço.

Os melhores modelos já vendidos são as gerações G5 e G5 Plus, que elevaram o patamar dessa geração por preços mais acessíveis.

Hoje, as novas gerações estão muito mais potentes e funcionais, permitindo uma experiência única ao consumidor. Uma das vantagens é permitir ao consumidor ter câmeras com sensores a partir de 48 Megapixels com armazenamento de 64GB, como no moto G10 e G20.

A atual é o G100, o primeiro smartphone da marca com tecnologia 5G, câmera de 64 Megapixels, 256GB de armazenamento e 12GB de memória RAM com os processadores mais rápidos do mercado.

Em questão de preços, o mais barato de todos é o Moto G10 – a partir de R$ 1349. Logo depois vem os modelos G20, que estão em R$ 1359.

O Moto G 30, que tem câmera de 64 Megapixels e tem 128GB de armazenamento, está à venda no site da Motorola por R$ 1709.

A marca também disponibiliza o modelo G60, com câmera de 108 Megapixels e 128GB de armazenamento com valor de R$ 2409, segundo o site da própria marca.

E, por fim, o G100 5G, com tecnologia de ponta, considerado o produto premium com valores a partir de R$ 3599.

Moto E

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A família Moto E foi destinada para o público que sempre quis ter um modelo da marca por um preço mais acessível sem perder a possibilidade de ter as funcionalidades que os celulares sempre tiveram.

Seu lançamento também foi em 2013, na mesma esteira dos modelos Moto G e Moto X, já descontinuados pela empresa.

Já tivemos ao total sete gerações, sendo às cinco primeiras líderes de vendas no seu segmento e sendo descontinuadas para as vendas da sexta e sétima geração, o Moto E6 e E7.

Suas principais vantagens estão na Tela Max Vision, no desbloqueio por meio da digital, permitindo maior privacidade de dados e acesso, sua câmera frontal tem o modo beauty para selfies mais estáveis e bonitas, tem design mais compacto e permite que seu armazenamento seja expansível com o uso de cartão de memória.

A partir da versão E6, a marca decidiu criar três opções de modelos para cada geração: as versões play, versão I e versão S na sexta geração. Os preços para essas gerações estão no mesmo valor de R$ 719, segundo o site da empresa.

Na versão E7, foram três novos modelos: o E7, o E7 Power e o E7 Plus. Os preços variam entre os R$ 849 do E7 e o valor de R$ 1019 para o E7 Plus. O modelo mais acessível de todos é o E7 Power, que está no valor de R$ 809.

Motorola One

Motorola One

Essa é uma novidade lançada entre 2018 e 2019, se destacando pelo fato de fornecer uma bateria que consegue durar todo o dia, mesmo utilizando múltiplas tarefas, uma tela totalmente imersiva, design único e exclusivo. O dispositivo tem armazenamento rápido para guardar as melhores lembranças.

O Motorola One é vendido pelo preço de R$ 1309, tendo como base o site da empresa.

Motorola Edge

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Esta versão é uma das potentes do mercado e traz uma série de recursos que os fazem disputar fortemente com a última geração S da Samsung e o Iphone 10, da Apple.

A sua maior vantagem é dar várias possibilidades aos clientes por um preço mais acessível do que os concorrentes. O Edge possui tela curva HD10, um processador muito mais rápido. Um dos primeiros a fornecer a tecnologia 5G para o nosso país.

Suas câmeras frontais e traseiras são consideradas as melhores de todo o mercado, com 64 MP e 108 MP, respectivamente, sua configuração de som estéreo é considerado o mais potente à disposição para os consumidores.

O valor de venda é o mais em conta no mercado, sendo tabelado em R$ 2699 conforme o site da Motorola

Motorola Razr

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No começo dos anos 2000, ele foi um sucesso de vendas e de crítica. Arrebatando milhões de pessoas em todo o mundo. Afinal, era uma novidade ter um celular flip, que fosse o modelo mais fino disponível para venda.

Quem não se lembra daquele V3 RAZR que tinha funções inéditas, com acesso a internet pela tecnologia 3G +, um processador mais rápido e intuitivo para a época. Era o celular mais caro da marca e um dos mais tops do mundo.

A Motorola, após mais de 15 anos, trouxe de volta o Razr, agora com um design muito mais inovador, cabendo perfeitamente na palma da mão. Possui duas telas, a Quick View e a Flex View, trabalhando em sintonia.

Sua câmera de 16MP com o modo Night permite fotos perfeitas, mesmo sendo à noite.

O produto será lançado em breve e será o primeiro da história a não ter uma entrada para chip. As pessoas que desejarem usar o aparelho precisará ter um eSIM, um chip digital no qual poderá fazer ligações e mandar mensagens. Não há previsão de quando será disponibilizado para venda.

Motorola no Brasil

O início das atividades em nosso país aconteceu nos anos 1990 com a construção de sua fábrica de celulares na cidade de Jaguariúna, região de Campinas. Por ter a fabricação nacional, o preço era altamente vantajoso e tinha um percentual de vendas superior à da Nokia, no começo do século atual.

Em 2012, por decisão da Google, que havia comprado a marca e tinha planos de enxugar as despesas, vendeu todo o espólio para Flextronics, com a manutenção de todo o pessoal.

Atualmente, é a Flextronics quem faz a fabricação dos modelos no Brasil em parceria com a Lenovo.

Desde 1928, a Motorola sempre buscou ser uma empresa vanguarda em questão de tecnologia, prezando pela excelência em seus produtos e serviços. Sempre esteve atrelado ao estado de Illinois, sua terra natal, e dali se expandiu para todo o Estados Unidos e para o mundo.

Desenvolvendo inicialmente os eliminadores de bateria até ter a ideia de montar os auto rádios que fariam a empresa ser conhecida nacionalmente, a empresa sempre se destacou pela inovação e pela capacidade de trazer novas soluções ao mercado por preços acessíveis.

Inovou na oferta de telefones celulares, estando sempre à frente em relação aos seus concorrentes. Sua responsabilidade na popularização do telefone móvel é considerável a partir do StarTEC, passando pelo C200 – o dispositivo móvel mais vendido da história da Motorola, com forte sucesso aqui no Brasil.

Tanto que como homenagem aos 75 anos de história e inovação científica, a empresa recebeu uma medalha da Universidade de Chicago.

Passou por uma forte crise e quase botou tudo a perder, com as perdas bilionárias em um curto espaço de tempo, por conta da chegada com força da Apple, com o lançamento do iPhone e a Samsung, com o Galaxy.

A perspectiva para os próximos anos são: competir de igual para igual com a concorrência, com a vantagem de ter um preço mais acessível e com toda a tecnologia.

Novos modelos com a tecnologia 5G e 6G, com processadores muito mais rápidos, câmeras de alta definição e com o fim do chip em versão física, com todas as informações contidas na nuvem, estão sendo previstos para o futuro, consolidando sua posição neste segmento tão competitivo.

O que achou? Espero que esse conteúdo tenha retirado suas dúvidas e ajudado a encontrar os melhores celulares da Motorola.

Até a próxima!

 

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