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Apple: Quais os melhores smartphones da marca

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Este artigo começa com uma pergunta bem simples: Você já pensou em ter um Apple pra chamar de seu? Acredito que você tenha respondido que sim.

Assim como você, é difícil não achar alguém que não tenha como sonho de consumo ter um dos modelos do smartphone mais desejado do mundo.

Desde o seu lançamento, em 20017, são 14 gerações que revolucionaram a história dos smartphones e se tornou sinônimo de status social e de prestígio perante as outras pessoas.

Desde do seu lançamento, os concorrentes não tiveram um segundo de folga porque sua missão era dar um passo à frente do que a Apple faria. O que quase sempre não acontecia.

O iPhone é o único modelo de smartphone produzido pela gigante norte-americana. Mas só com esse modelo, detém o honroso título de dispositivo móvel mais vendido de toda a história.

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Hoje, vamos falar sobre os melhores smartphones vendidos pela marca da maçã mordida e como escolher o melhor aparelho pelo seu custo benefício de suas funcionalidades.

Além disso, vamos contar um pouco mais dessa história que começa pelos computadores e evolui para a empresa com o maior valor de mercado do mundo.

História da Apple

O início da história da Apple remete à metade dos anos 1970 no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Três jovens se conhecem em um quarto de faculdade e começam a exercer uma paixão em comum: a inovação.

Destes, dois eram adeptos da tendência hippie e que trabalhavam na construção de equipamentos eletrônicos de forma artesanal. 

Com o objetivo de fazer com que cada produto fabricado e consumido não seja apenas mais um objeto no mercado, mas um estilo de vida próprio.

Os jovens do Oeste dos Estados Unidos que revolucionaram a história da tecnologia são:

  • Steve Jobs;
  • Steve Wozniak;
  • Ronald Wayne.

Foi durante a faculdade que os três amigos conseguiram se juntar e criar a Apple Computers INC, voltada para o desenvolvimento de computadores. 

A inspiração para o nome vem de Steve Jobs, praticamente de uma dieta baseada em frutas, verduras e legumes cozidas ou cruas.

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Ele estava visitando uma plantação de maçãs e ao admirar o cenário que via, pensou que aquele nome seria simpático para colocar na empresa que estava nascendo. 

Sem essa informação, a desconfiança da origem do nome estaria na mítica envolvida na história bíblica de Adão e Eva, quando ela come a maçã que representa o fruto proibido no qual representava a separação entre o bem e o mal.

Mas a história da Bíblia não tem relação alguma com o nome da Apple. Com o nome definido, era a hora de criar o logo e o primeiro produto da nova empresa.

Com o nome escolhido, a missão estava em criar o logo da empresa para vender juntos aos clientes. 

O primeiro modelo de logo era o Isaac Newton com uma maçã adquirindo o conhecimento para mudar o mundo. 

Mas a aceitação não foi a esperada e, imediatamente, Jobs e Wozniak tiveram que repensar em um novo logo para representar a Apple.

O próprio nome inspirou o logo que viria a traduzir o que seria nos anos seguintes uma das maiores empresas do mundo.

O nome Apple em inglês significa “Maçã”. Nada mais original do que colocar a fruta como logo da empresa. Mas não poderia ser apenas um modelo do fruto e acabou.

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Entra o detalhe da mordida, como se representasse o conhecimento que a pessoa adquire ao utilizar um equipamento da empresa.

As cores utilizadas eram as que compunham o arco íris, com forte significado de mostrar que a Apple e seus produtos eram pensados para atender a todos. 

O logo permaneceu por 22 anos até ter suas cores modificadas para tons monocromáticos em azul, no lançamento do iMac G3.

Em 2003, uma nova e definitiva alteração para a cor preta, que segue até os dias atuais.

Apple I

Como os amigos já trabalhavam em um modelo anteriormente, o primeiro modelo já estava pronto para ser lançado.

No ano de 1976, a Apple Computers lança o seu primeiro computador, o Apple I. A composição do primeiro computador da história da marca era de uma:

  • Placa de circuito impresso com 30 chips acoplados;
  • Sem monitor de vídeo;
  • Teclado acoplado no gabinete;
  • Gabinete mais simplificado.

O Apple I foi produzido inicialmene com 200 unidades e o projeto foi apresentado para duas das grandes empresas do ramo da tecnologia da época, a Atari e a HP. Porém, nenhuma delas se interessou pelo novo computador.

A solução foi partir para a produção independente e correr atrás de novos clientes. O valor inicial de venda era de US $666,66, especialmente pelo fato de Wozniak gostar de números repetidos e com acréscimo de markup no valor vendido inicialmente, de US $500.

O sucesso foi instantâneo e a produção foi toda vendida em menos de um ano, o que era um feito enorme nos anos 1970, visto que nem todas as empresas tinham o equipamento em seus escritórios.

Enquanto o Apple I estava sendo vendido, os fundadores já trabalhavam no desenvolvimento de um novo modelo com novos recursos e melhorias em relação ao primeiro computador da marca.

No ano seguinte, foi lançado o Apple II, mais moderno e que recebeu uma crítica muito positiva e fez com que as vendas crescessem exponencialmente.

Apple II

Em comparativo com o modelo anterior, o Apple II recebeu atualizações e novos recursos que tornaram o modelo mais eficiente e completo em comparação com os concorrentes da época:

  • Processador MOS com 1MHz;
  • 4kB de Memória RAM;
  • Controlador de vídeo de 24 linhas e 40 colunas de caracteres em letras maiúsculas;
  • E interface para fitas cassetes de áudio, no qual era possível gravar e carregar os programas.

Diferente do Apple I, os preços tiveram aumento considerável visto a chegada de novos recursos e versões. Agora, era possível comprar modelos com 4 kB e de 48 kB de memória. Os preços variam de US $1298 a US $2698.

Criamos um artigo onde indicamos onde encontrar as lojas da apple oficial e autorizada. Vou deixar o link abaixo se interessar.

Loja Apple: conheça loja oficial e autorizada

Macintosh

Com o aumento de vendas e a consolidação da marca nos Estados Unidos, a Apple sentiu a necessidade de consolidar a produção de computadores e marcar posição perante seus concorrentes, em especial a HP.

Pensando nisso, em 1984 surge a linha de computadores pessoais Macintosh, com o nome de um tipo de maçã que um de seus executivos, Jef Raskin, apreciava continuamente.

O que diferenciava os computadores Macintosh dos seus concorrentes era o fato de terem acoplados a interface gráfico, o uso do teclado independente e a inserção do mouse.

O que atrapalhava a Apple é que seus produtos encontravam certa dificuldade por terem o preço final superior em relação aos modelos mais populares, como o IBM Personal Computer e o Comodoro 64.

Como não era muito requisitado em residências, a solução foi investir no aprimoramento de seus computadores para a área da educação e editoração eletrônica.

O resultado foi o crescimento de vendas para grandes corporações, o que garantiu a segunda posição em vendas na década de 1980.

Porém, a saída de Steve Jobs por problemas internos em torno da disputa de poder dentro da Apple fez com ela vivesse alguns anos de ostracismo, situação que pioraria com a chegada dos computadores com Windows 95.

Somente em 1997, com o retorno de Jobs, a marca volta a ter seus momentos de glória. Reduzindo a linha Macintosh de vinte modelos para apenas quatro variações, o mercado absorveu de forma positiva as mudanças no design e suas funcionalidades.

Os novos modelos da linha Macintosh são:

  • Power Macintosh G3;
  • iMac;
  • PowerBook;
  • iBook.

Alguns anos depois, a Apple decide mudar de forma estratégica o nome de sua linha de computadores para Mac. E a partir dessa mudança, a empresa mantém a política de desenvolvimento de vendas, reforçando a sua liderança no segmento de computadores pessoais de alto desempenho.

2001 marcaria o lançamento do iPod, o primeiro player de execução de músicas e vídeos do mercado, o que rapidamente conquistou o público por suas vantagens e inovação para a época:

  • Leveza;
  • Qualidade;
  • Praticidade;
  • Alta capacidade de armazenamento;
  • Modernidade.

Juntamente com o iPod, é lançado o iTunes, a primeira loja oficial de músicas e aplicativos do mundo, sendo o precursor do que viria a ser o Google Play e App Store no futuro.

Em 2010, o iPad é lançado e consolida a posição da gigante da tecnologia nos tablets, desenvolvendo seu portfólio de sucesso.

Steve Jobs elevou o status e seu valor de mercado até agosto de 2011, quando precisou se afastar do cargo de CEO por conta de sua saúde, sendo substituído pelo atual CEO, Tim Cook. Jobs faleceu em outubro do mesmo ano.

Com o status garantido, a Apple estava pronta para dar o próximo passo no mercado de eletrônicos, o mundo dos smartphones. Começaria a era do iPhone, a revolução dos celulares.

Criamos um artigo onde falamos sobre o site da apple e demais informações sobre o tema,vou deixar abaixo caso tenham interesse.

Site da apple: passo a passo de como comprar

iPhone, o celular da Apple

Em segredo, o time de desenvolvimento da Apple trabalhava na concepção de um novo modelo de smartphone com a tecnologia e expertise utilizada na criação dos PCs.

Enquanto isso, as marcas especializadas em vendas de celulares ainda produziam modelos com limitações de memória, de funcionalidades, ainda com o principal recurso de ligações e mensagens SMS.

O ano de 2006 termina com o anúncio de que a Apple entraria no mercado de celulares com o projeto guardado a sete chaves e que agitou o mercado gerando uma enorme expectativa.

E ela se confirmou no dia 9 de janeiro de 2007, com o anúncio pelo CEO Steve Jobs do novo produto da gigante norte-americana, inaugurando o segmento do smartphone. 

Com o nome de iPhone, caracterizado pela letra i, que em inglês é o pronome “eu”, o celular foi lançado em uma conferência na sede da empresa, em Cupertino, Califórnia.

Mas onde onde comprar o iphone da apple você sabe? Pensando nisso fiz um outro post para te auxiliar.

Iphone da Apple: Onde comprar, vale a pena?

Origem do iPhone

Tudo começou com uma colaboração secreta realizada pela Apple para a AT & T com o nome de Cingular Wireless, um projeto de rede móvel sem fio.

O valor desta colaboração foi de mais de US $150 milhões em mais de 30 meses de projeto. Mesmo com este projeto, a Cingular deu toda a liberdade para a Apple desenvolver o seu próprio aparelho.

Depois de anos de projeto, a empresa de tecnologia apresentou o resultado final de seu projeto secreto impactando todo o mundo.

Somente seis meses após o lançamento o aparelho foi colocado para venda nos Estados Unidos às 06h da manhã do dia 29 de junho.

O modelo foi para venda na França, na Alemanha e Reino Unido no final de 2007 e na Irlanda no começo de 2008, criando longas filas em todas as lojas destes países.

O primeiro modelo ainda tinha rede GSM para transferência de dados GPRS e Wi-fi. Além disso, tinha as seguintes configurações:

  • Câmera de 2 Megapixel;
  • Sistema operacional iOS 3;
  • Bateria interna;
  • Primeiro celular com tela touch screen;
  • Armazenamento de 8 e 16 GB.

Evolução para o iPhone 3G

Na metade de julho de 2008, o iPhone 3G, a segunda geração do celular da Apple foi disponibilizada para mais 22 países. No fim do mesmo ano, o iPhone já estava disponível em mais de 80 países.

Com muitas evoluções para o modelo original lançado no ano anterior, ele foi vendido inicialmente nos EUA enquanto o modelo original ainda chegava em outros países do mundo.

Em comparação com o celular da primeira geração, o 3G tinha como principais características:

  • Unifica serviços de iPod, câmera digital e internet;
  • Primeiro celular com conexão 3G;
  • Serviço de e-mail e mensagem SMS;
  • Conexão Wi-fi local;
  • GPS e Bluetooth.

A partir deste instante, começaria uma série de lançamentos anuais das novas gerações do smartphone mais desejado do planeta. No total, foram 14 gerações lançadas desde 2007, com novidades e novos recursos tecnológicos que fizeram o produto conquistar mais clientes a cada novo modelo.

Chegada dos modelos S e Plus

Dentro da estratégia de lançamentos do iPhone, viu-se a necessidade de trazer atualizações e incorporar novas atualizações necessárias para se diferenciar da concorrência.

A criação dos modelos com opções adicionais ganhou um nome adicional chamado de S ou Plus. A primeira versão do iPhone com o adicional foi o 3GS, em 2009.

A diferença estava basicamente no aumento do armazenamento para 32 GB e na adição do controle de voz, uma bússola digital e entradas para fones de ouvido.

Desde então, a cada nova geração lançada, a empresa de eletrônicos sempre lança uma outra versão mais superior. Desde o 3GS, foram lançados os iPhones:

  • 4S;
  • 5S;
  • 5C;
  • 6S.

Em 2014, a fabricante decide mudar a nomenclatura de seus modelos, tirando a versão S por uma nova versão Plus, com muito mais funcionalidades, se tornando um modelo à parte da versão inicial de cada geração do aparelho.

No lançamento do iPhone 6, a Apple ainda mantém o nome de 6S, mas inclui o Plus em seu nome.

Somente a partir do iPhone 7, o S é definitivamente excluído e fica apenas o Plus, permanecendo na versão 7 e 8.

O ano de 2017 marca novamente uma mudança. Sai o nome do Plus e os outros modelos são identificados de formas diferentes para cada geração:

  • Na versão X, os modelos criados são o XS e XR;
  • Versão 11, houve a separação entre os modelos PRO e PRO MAX;
  • Na atual versão 12, foi separado em versão PRO e Mini.

Versões do iPhone da Apple

Ao todo, foram 14 gerações lançadas do dispositivo móvel mais vendido de todos os tempos. Segundo dados da própria fabricante, são mais de 160 milhões de aparelhos já vendidos desde então.

Desde o primeiro modelo chamado de 2G, as outras gerações são:

  • 3G, em 2008;
  • 3GS, em 2009;
  • 4, em 2010;
  • 4S, em 2011;
  • 5, em 2012;
  • 5S e 5C, em 2013;
  • 6 e 6 Plus, em 2014;
  • 6S e 6S Plus, em 2015;
  • SE, 7 e 7 Plus, em 2016;
  • 8, 8 Plus e X, em 2017;
  • XR, XS e XMax, em 2018;
  • 11, 11 Pro e 11 Max, em 2019;
  • Nova versão SE, 12, 12 Mini e 12 Pro em 2020.

De todos os modelos da Apple que têm em comum serem multitouch, sem teclado físico e com recursos exclusivos do fabricante, certos celulares se destacam por vários aspectos relacionados à qualidade e sua relação custo benefício para cada situação.

Quais os melhores smartphones

Claro que elaborar qual é o melhor ranking de smartphones é um critério bem subjetivo, porque cada pessoa tem sua própria experiência e faz suas escolhas de acordo com os próprios gostos.

Diversos sites especializados realizam testes de funcionalidade e qualidade com os modelos e publicam as resenhas sobre o modelo com seus pontos positivos e negativos.

De acordo com o site Tudo Celular, os melhores smartphones iPhones são:

  • iPhone 7;
  • Celular iPhone SE;
  • Modelo iPhone XR;
  • iPhone 11;
  • Smartphone iPhone 12 Mini;
  • Apple iPhone 11 Pro Max;
  • Celular iPhone 11 Max;
  • iPhone 12 Pro Max.

Mais acessível: iPhone 7

Modelo mais acessível de todos, valendo cerca de R $2 mil em lojas de varejo, desempenho com performance acima da média em relação a qualquer Android lançado recentemente, é uma excelente opção para quem está iniciando neste universo.

O mais atual: iPhone SE

Diferentemente da versão lançada em 2016, tem o mesmo visual da versão do 8 com o hardware instalado do 11. A grande vantagem é a capacidade de executar qualquer aplicativo instalado com altíssimo desempenho técnico.

Mesmo tendo apenas uma câmera, possui resolução e qualidade capaz de produzir boas fotos durante o dia e à noite, ideal para quem gosta bastante de selfies.

iPhone XR: Equilíbrio

Valendo próximo aos R $3 mil e lançado em 2018, o XR consegue aliar uma boa bateria que consegue ser carregada em pouco tempo com a qualidade de desempenho nas funções e tarefas.

Receberá atualizações do sistema iOS por muito tempo, focando na melhoria de seu desempenho sem perder suas funcionalidades.

iPhone 11: Melhor custo benefício

De todos os modelos que iremos lhe apresentar, o que possui a melhor relação entre valor pago e o que oferece é, disparadamente, a versão 11.

Sua tela, dimensões, design e tecnologia se assemelham ao XR, mas seu processador é infinitamente superior. Além disso, possui resistência contra a água em profundidade de até 2 metros. 

iPhone 12 Mini: Compacto

Custando em média R $5 mil, é um dos modelos com melhor desempenho de todos os smartphones da Apple com o painel OLED e suporte para Dolby Vision.

Ademais, suas câmeras possuem definição muito superior às outras versões em qualquer das situações possível com ou sem luz.

iPhone 11 Pro Max com autonomia

Supera todos os seus antecessores quando o assunto é bateria. Aguenta mais de um dia, sendo um dos tops de linha com processador que executa suas funções com muito mais rapidez.

Por fim, continuará recebendo atualizações do iOS, otimizando as suas funcionalidades e sendo um custo benefício valioso. O valor de compra é de R $5 mil, em média.

iPhone 12 Pro, o mais completo

É o primeiro modelo com 5G da Apple. Custa mais de R $8 mil e vem com opções de cores e de lambuja o sensor LiDAR, um scanner 3D em mapeamento através de inteligência artificial.

Tem mais RAM e muito mais velocidade que a versão 11 trabalhando com mais APPs. A experiência com realidade aumentada é única neste modelo.

iPhone 12 Pro Max, o mais rápido

Finalmente, vamos falar do modelo mais completo de todos os iPhones da Apple. Possui o máximo em tecnologia, com o processador mais eficiente, memória RAM alta e que não trava ao utilizar milhares de apps.

Custa em média mais de R $12 mil, possível a quem tem alto poder aquisitivo, mas o valor compensa quando se busca o máximo em qualidade e rapidez no mesmo aparelho smartphone.

Depois de apresentar cada um dos modelos que mais estão se destacando por conta de suas funcionalidades e os benefícios atrelados, é sempre importante saber o que você deve levar em conta antes de comprar o seu modelo.

Para finalizar este artigo, vamos falar mais sobre o que deve ser levado em conta na hora da compra do novo celular.

Vou comprar meu celular. Como escolher?

De forma resumida, devemos dizer que a compra não pode ser apenas baseada no seu valor de mercado. A tendência é acreditarmos que aquele aparelho que compramos baratinho vai conseguir suprir as necessidades.

Essa receita geralmente sempre dá muito errado. O resultado é que, em alguns meses, a reclamação é tanta que a pessoa pode se descontrolar e acabar jogando o aparelho e o dinheiro pela janela.

O que acontece na grande maioria dos casos são pessoas que compram o seu smartphone pelo preço mais em conta e querem que ele execute todas as tarefas com rapidez na hora que o dono desejar.

Não tem como fazer mágica: quanto maior o seu processador e a capacidade de executar as tarefas, mais caro o modelo será. 

Para fazer as pesquisas e escolher aquele que vai caber no bolso, siga três dicas super importantes e que não falham.

Leia também: iPhone XR é bom? Vale a pena comprar? – Análise completa

Relação custo-benefício

Antes de tudo, você deve se perguntar: o que irei fazer com este aparelho? Cada finalidade tem o modelo certo pelo preço que precisa caber no bolso.

Se o seu caso é usar somente para as redes sociais e fazer selfies, não precisa de um modelo ultra tecnológico, mas um que seja intermediário e que consiga executar as tarefas sem travar o aparelho.

A necessidade é ter um smartphone que execute tarefas diversas sem travar o aparelho, a preferência deve ser por modelos com maior poder aquisitivo e que tenham processador potente e funcional, além de ser apto a receber atualizações de segurança a longo prazo.

Bateria

Nada pode ser pensado sem que a bateria dure em todos os momentos. Um desafio muito grande dos celulares Apple é justamente permitir que sua bateria possa durar mais tempo. 

Hoje, os modelos da linha 12 já conseguem ter armazenamento de carga que duram mais de um dia sem precisar que fique o dia todo no carregador.

Por isso, pesquise bem antes de comprar o smartphone sobre a durabilidade da bateria e o quanto é o seu consumo quando trabalham com múltiplas tarefas.

5G

Pode parecer cedo ainda, mas é muito importante considerar comprar um iPhone que já forneça a rede 5G para se destacar perante seus colegas e ter as informações sempre na palma da mão.

Claro que ainda não temos a frequência de rede funcionando em nosso país, mas é sempre bom adquirir o aparelho com essa funcionalidade e já ter acesso assim que estiver disponível.

Pelo fato de ser mais rápido e consumir menos bateria e processador, o cliente não sentirá nenhum prejuízo em executar os aplicativos sem que isso incorra em estadia permanente no carregador.

Finalmente, vimos o quanto a Apple revolucionou o mercado de smartphones com o produto que determinou como seriam as tendências do celular que deveria ser um mini PC na palma da nossa mão.

A expectativa futura é de conhecermos novas gerações do iPhone com muito mais recursos, absorvendo cada vez mais o 5G e até o 6G, ter qualidade em 4K para produção e execução de vídeos, além de processadores mais potentes e que consomem menos bateria.

Assim, será possível ter um smartphone da Apple sem precisar reclamar de colocar para carregar o tempo todo, como já aconteceu em alguns casos.

Mesmo assim, são mais de 160 milhões de celulares vendidos e cada vez as pessoas querem ter um iPhone para chamar de seu.

Até a próxima!

Leia também: iPhone 7 é bom? Confira review e análise do smatphone

 

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