HomeTelefonia & ComunicaçõesiPhone 7 é bom? Confira review e análise do smatphone

iPhone 7 é bom? Confira review e análise do smatphone

-

O sonho de consumo da maioria das pessoas é ter um celular com o logo da maçã com um pedaço mastigado para chamar de seu. Desde o lançamento do primeiro modelo de smartphone da Apple, o iPhone 7 se tornou um dos maiores desejos do mundo capitalista.

Como uma infinidade de recursos tecnológicos e um design inovador e único, o modelo da gigante norte americana se tornou um marco ao longo dos últimos 15 anos, revolucionando o mercado.

A Apple já lançou 14 gerações ao longo destes últimos 14 anos, sendo uma geração por cada ano sempre trazendo inovações e melhorias, capazes de pautar o mercado de smartphones e fazendo a concorrência trabalhar de forma constante para alcançar a liderança.

Com o honroso título de dispositivo móvel mais vendido da história, elevou o patamar de uma marca já histórica com computadores para uma referência global em smartphones.

Hoje, vamos tratar da décima geração do iPhone Apple, o iPhone 7, um dos mais vendidos da história da marca e que trouxeram novidades e inovações revolucionárias para o seu fiel público.

A história da Apple

- Continua Depois da Publicidade -

Antes de se tornar gigante no mercado de celulares, a especialização da empresa criada por Steve Jobs era no mercado de computadores e soluções de softwares e hardwares.

Jobs teve a companhia de mais dois colegas para fundar a Apple Computers INC no ano de 1976, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. São eles:

  • Ronaldo Wayne;
  • Steve Wozniak.

O nome da empresa foi inspirado por uma visita de Jobs a uma plantação de maçãs. Essa visita foi realizada enquanto o seu fundador estava realizando uma dieta baseada no consumo baseado em frutas, legumes e verduras cruas, cozidas ou industrializadas.

O nome parecia simpático e não causava intimidação, tristeza ou algo negativo. Ficou famoso além do seu nome o logotipo clássico da empresa californiana. Para evitar a confusão com uma cereja, foi introduzida a mordida.

O primeiro logo era altamente colorido com as cores do arco íris, como forma de mostrar que o Apple II, o segundo computador de sua história, que iremos falar abaixo, era capaz de gerar gráficos em cores.

Somente em 1999, a mistura de cores foi modificada para tons monocromáticos em azul. O logo atual em preto foi introduzido em 2003.

Steve Jobs foi CEO da empresa e liderou a empresa sediada nos Estados Unidos até o mês de 2011, quando precisou se afastar por causa de um câncer, sendo sucedido por Tim Cook, que lidera a empresa até os dias atuais. Faleceu em outubro do mesmo ano por complicações da doença.

Início com computadores

Com esse mote, os sócios lançaram o primeiro computador de sua história, o Apple I. Montado como uma placa de circuito impresso com mais de 30 chips acoplados, não tinha um monitor de vídeo, gabinete, teclado ou fonte de energia.

- Continua Depois da Publicidade -

Com apenas 200 unidades que foram vendidas durante um ano, o modelo foi descontinuado para lançar o Apple II com mais inovações nas partes gráficas e de som.

Lançado na metade de 1977, tinha um processador MOS com 4 kB de memória RAM, impensável para os valores atuais, interface para a utilização de fitas cassetes de áudio.

Seu controlador de vídeo era de 24 linhas e 40 colunas de caracteres e saída NTSC para o monitor e até para uma televisão através de um modulador em rádio frequência.

Falamos da entrada para fitas cassetes. Na segunda versão do primeiro computador da Apple, era possível gravar e carregar programas a partir das fitas, o que era moderno naqueles longínquos tempos.

A partir de então, foi um lançamento atrás do outro com a introdução de novos recursos e funcionalidades que chamaram a atenção da concorrência, em especial da líder IBM, que precisou correr atrás para andar um passo à frente e fornecer computadores mais modernos.

Para fincar sua marca, a Apple batizou a sua linha de computadores pessoas com o nome de Macintosh, em 1984. Foi o primeiro computador que popularizou a:

  • Interface gráfica;
  • Tela incorporada ao computador;
  • E o mouse.

Um contratempo existente no processo de modernização do Macintosh era o seu alto custo de venda, bem superior ao líder IBM. Este processo aconteceu enquanto os modelos produzidos pela Apple continuassem caros e pouco atraentes ao consumidor, perdendo a vice-liderança em PCs conquistado na década de 1980 para a Compaq.

Nesse meio tempo, e por causa de uma disputa por poder dentro da empresa, Jobs foi demitido da Apple para fundar uma nova empresa, a NeXT, especializada em desenvolvimento de plataformas para educação superior e de administração.

- Continua Depois da Publicidade -

Somente com a volta de Steve Jobs em 1997, a linha de computadores foi encurtada dos antigos 20 modelos que traziam prejuízos para apenas quatro modelos:

  • Power Macintosh G3;
  • iMac;
  • PowerBook G3;
  • iBook.

Depois de muitas críticas negativas e queda de vendas, os novos modelos foram produzidos com prioridade por alto desempenho, design estético inovador e atual para a época e com preços competitivos, retomando o protagonismo e recuperando a lucratividade para a Apple.

Instalado desde 1993 no Vale do Silício, na Califórnia, a empresa desenvolveu outros modelos de computadores e soluções tecnológicas que revolucionaram o mercado, como: 

  • Quicktime;
  • iPod, o primeiro grande player portátil de música e vídeo do mundo, criado em 2001 e que permanece até hoje;
  • iTunes, destinado à reprodução de música e vídeo em PCs da Apple e o iTunes Store, atualmente a maior galeria de música digital do mundo;
  • MAC OS X, o primeiro sistema operacional para Macintosh baseado em código UNIX;
  • Macbook, o sucesso do iBook em 2006 e o MacBook Air, em 2008.

A empresa, consolidada e com a lucratividade recuperada no retorno de Steve Jobs, decidiu arriscar. Visto que tinha tecnologia e criatividade em seus quadros, enxergou a oportunidade de investir em um mercado que ainda estava incipiente: o de smartphones.

A expertise não lhe faltava: inovou ao trazer o recurso da imagem e o mouse. Olhando ao redor, havia uma lacuna a ser explorada e onde a Apple poderia inovar e mudar o patamar: o mercado de celulares. Jobs foi para este mercado para apostar neste nicho. E acertou em cheio.

O embrião do iPhone 7

Antes de nascer o modelo de celular mais clássico da história, os primeiros smartphones nasceram para fins comerciais. O primeiro modelo é de 1992 pela IBM e combinava as funções de celular com os assistentes pessoais. Era possível apenas ler e-mails e fazer ligações.

No final da década de 1990, a Nokia e Blackberry investiram fortemente neste mercado e apostaram em modelos e sistemas operacionais, como o Palm OS, Windows CE e Blackberry OS, funcionando como PDAs e como smartphones.

Durante mais de 10 anos, a Blackberry e a Nokia dominavam as vendas deste tipo de modelo de celular, um desejo de consumo e sinônimo de sucesso profissional do indivíduo que o possuía.

Porém, os sistemas operacionais em funcionamento era bem restritos em relação à sua funcionalidade e tinham recursos bem limitados. Isso mudaria a partir de 2007.

Com um projeto moderno para aquela época, projetado anos antes em parceria secreta com a AT&T, chamado de Cingular Wireless, foi dada a liberdade para desenvolver um novo produto eletrônico inovador.

E no começo de 2007 o co-fundador da Apple Steve Jobs lança a primeira geração de smartphones da Apple, chamado de iPhone. O lançamento foi considerado um marco na história da tecnologia.

As principais novidades do novo produto lançado em janeiro daquele ano foram:

  • Uma tela sensível ao toque com vidro de qualidade óptica para ser usada com apenas um dedo ou funcionar como multi touch com vários dedos ao mesmo tempo, acabando com a caneta;
  • Um novo teclado Swype na tela com correção ortográfica em tempo real e dicionário inteligente capaz de aprender novas palavras;
  • O iPhone permitia ter identificador de chamadas, o recurso da conferência com outros contatos e a chamada de espera. Agora, o usuário poderia atender uma chamada enquanto ouvia uma música e retomava após o encerramento da ligação;
  • O inovador recurso de Comando de Voz virtual na qual dava para ver a lista de mensagens de voz fora da ordem cronológica de acordo com a escolha do próprio usuário;
  • Um novo layout de música inspirado no iPod podendo organizar a biblioteca de mídia por músicas, álbuns, listas de reprodução, compositores, etc;
  • Acesso à internet através do Wi-fi embutido, permitindo o acesso à Internet por rede sem fio, uma novidade naquela época;
  • Lançamento da primeira versão do sistema operacional iOS para celulares, baseado nos sistemas operacionais para computadores da Apple, o Mac OS X;
  • A Siri, a primeira assistente pessoal na qual era possível realizar várias tarefas ao mesmo tempo, como enviar mensagens, fazer ligações, checar o seu calendário apenas com o comando de voz.

Juntamente com o novo celular, nasceu o App Store, a primeira loja de aplicativos para celulares com mais de 1,4 milhões de aplicativos disponíveis para download.

No ano seguinte, foi lançada a segunda geração do iPhone, chamado de iPhone 3G, com a introdução da rede 3G para acesso à internet por rede móvel. Já em 2009, a Apple decide remodelar os seus celulares e traz para o mercado uma versão superior do modelo existente para venda ao mercado.

Leia mais: Galaxy S10: Saiba tudo sobre o smartphone

Nasce a versão S, com recursos adicionais superiores ao modelo original e que eram vendidos por um preço superior, sendo um sucesso logo de cara.

Desde então, foram várias versões lançadas durante os anos seguintes:

  • iPhone 4 e 4S;
  • iPhone 5 e 5S;
  • iPhone 5C, com diversidade de cores;
  • iPhone 6 e 6 Plus, versão alternativa e mais robusta;
  • iPhone 6S e 6S Plus;
  • iPhone SE, combinando o design do 5S com recursos tecnológicos do iPhone 6s.

Em 2016, a Apple lançaria aquele que seria o modelo mais vendido da sua história e traria novidades que seriam copiadas por seus concorrentes, o iPhone 7 e 7S.

O iPhone 7 e iPhone 7S

O smartphone da Apple chega a sua décima geração em 2016, com o lançamento por Tim Cook em conferência global. Em relação ao modelo anterior, o 6S, o novo celular traz inovações que o tornam o produto mais moderno na linha de smartphones de sua história até então.

As novidades introduzidas eram:

  • Um novo processador quad-core Apple A10 Fusion;
  • Novos alto falantes estéreos;
  • Sistema de estabilização óptica da câmera, permitindo fotos mais nítidas e sem tremidas;
  • Certificação IP67, o primeiro modelo resistente à água e poeira;
  • Sistema operacional iOS 14;
  • Mais eficiência e velocidade no recurso de capturas de imagens.

Mas a maior novidade que viria a partir da nova geração do smartphone é o fim da entrada dos fones de ouvido. A partir de então, o usuário só conseguiria ter acesso aos recursos de áudio com fones de ouvido airpods, totalmente sem fio e conectados via bluetooth.

Já no modelo 7S, as novidades estavam concentradas no aumento da quantidade de carga da bateria, permitindo ao usuário ter uma hora a mais em relação ao iPhone 7.

Foi a partir da geração 7 que a Apple introduziu a câmera traseira dupla em seus aparelhos smartphones. Com tecnologia aprimorada na estabilização da imagem e na qualidade das fotos, cada câmera tinha sua função específica: wide e telephoto aliada com o sistema de estabilização óptica.

O lançamento mexeu com o mercado de smartphones, obrigando os concorrentes a se mexerem a desenvolverem novos modelos com o recurso da câmera dupla, especialmente a Samsung, que buscava ser líder no mercado.

Em relação aos preços, os modelos foram lançados nos EUA com valores mais baixos do que na versão 6S. Os preços variavam entre US$ 649 a US$ 969. Convertendo à nossa moeda, os valores iniciavam em R$ 3499 até R$ 4899.

Um dos pontos mais fortes do iPhone é a sua capacidade de armazenamento em grandes quantidades. Para a geração do iPhone 7, os modelos partiam de 32GB até 256GB.

A Apple lançou seis modelos, a saber:

  • iPhone 7 32 GB;
  • iPhone 7 128 GB;
  • iPhone 256 GB;
  • iPhone 7S 32 GB;
  • iPhone 7S 128 GB;
  • iPhone 7S 256 GB.

O que a concorrência precisou fazer contra o iPhone 7

As fabricantes de Smartphones precisavam se mexer diante do que a Apple estava fazendo com a nova geração de seu principal produto, o iPhone.

Nos meses seguintes, as concorrentes precisaram correr atrás do prejuízo, visto que seus projetos já contemplavam em alguns casos alguns dos recursos já lançados pela concorrente, como:

  • o recurso das duas câmeras traseiras;
  • Resistência a água e poeira;
  • Modelos sem fones de ouvido.

Nem todas as marcas aderiram a essas novidades e mantiveram seus planos iniciais com o objetivo de manter o seu volume de vendas para o público com baixa renda.

Sabendo que o celular da Apple tem forte valor de marca e seus modelos, o ano de 2017 foi marcado pela enorme quantidade de novos modelos das principais marcas do mundo.

Os principais lançamentos foram:

  • Novo Samsung S8;
  • Samsung S8 Plus;
  • LG G6;
  • Motorola Moto Z2 Play;
  • Sony Xperia XZ Premium.

Com os novos modelos introduzidos no mercado, a dúvida ficou relacionada a como escolher dentre todos os novos celulares fazer a melhor relação custo benefício entre a tecnologia e o seu valor de venda. Como fazer esse balanceamento para escolher o modelo ideal na hora da compra?

O que considerar no momento de comprar um celular

Hoje, não faltam opções de modelos de celulares com as mais diversas tecnologias e modelos ousados para atender a todos os públicos. Não obstante, o mercado é um dos mais lucrativos do mundo e foi popularizado com o fácil acesso à internet e a necessidade de ter tudo na palma da mão em qualquer lugar e a todo o tempo.

Não tem mais como imaginar a nossa vida sem ter o aparelho móvel em nossa vida. Afinal, colocamos toda a nossa rotina em um dispositivo pequeno com alta capacidade de processamento de dados. É um pequeno computador mais potente que as grandes máquinas que ocupam espaço e tempo.

Tem celulares mais simples, voltado ao público com pequeno poder aquisitivo até super máquinas que fazem quase tudo, menos fazer um cafezinho ou escovar seus dentes, como é dito popularmente.

Com tantas opções e preços diversos, o que é preciso considerar na hora de comprar o aparelho celular? 

Preço

Muito se leva em conta a questão do quanto o modelo irá caber no bolso. Mas se o seu desejo é ter um aparelho robusto e querer pagar pouco, é necessário informar que a conta não vai fechar.

Quanto mais possibilidades e mais tecnologia o celular tiver, mais caro ele fica. Se a sua capacidade econômica for insuficiente para comprar o aparelho dos sonhos, a dica é aguardar um pouco mais, juntar mais dinheiro e comprar o celular que deseja.

As grandes redes de varejo permitem parcelar o valor dos celulares mais caros, como os modelos premium da:

  • Apple;
  • Samsung;
  • Motorola;
  • Asus;
  • Entre outros.

Depois de fazer as contas, compre o aparelho celular com responsabilidade, evitando entrar em uma dívida impagável e que lhe traga restrições de crédito.

Capacidade de executar tarefas

Como falamos neste artigo, o iPhone 7 e 7S mudou a configuração dos smartphones, obrigando os concorrentes a desenvolverem novos modelos mais tecnológicos e com alta capacidade de executar tarefas rapidamente com novos processadores capazes de executar tarefas complexas ao mesmo tempo.

Se você só usa o seu aparelho somente para ligações e pequenas tarefas, como acesso à internet, modelos menos robustos serão indicados para o seu caso. Inclusive os fabricantes já tem modelos voltados somente para o uso profissional ou quem pouco utiliza o celular.

Mas se o dispositivo móvel existe em sua vida para fazer de tudo um pouco, como acessar as redes sociais, fazer as tarefas do seu trabalho, realizar conferências e ajudar no seu planejamento de tarefas, você vai precisar comprar modelos mais caros, que possuem um sistema operacional que permita ser multitarefas sem consumir toda a sua bateria.

Relação do consumo de bateria

Muita gente se irrita com o celular por causa do pouco tempo que funciona com a bateria de lítio, necessitando ser carregada a toda hora. A culpa pode não ser da máquina, mas sua.

Se o seu celular existir para fazer tudo, mas as suas configurações não estão adequadas para tal, o resultado vai ser uma sobrecarga do processador, o que esquenta o aparelho e obriga a bateria a consumir energia suficiente para dar conta de tudo.

Os novos aparelhos já possuem baterias que consomem menos bateria e prometem durar mais de um dia mesmo usando diversas tarefas. Leve isso em consideração na hora da compra.

Depois do iPhone 7 e iPhone 7S, surgiram mais dez gerações de iPhone com novas atualizações e novidades que reforçam o pioneirismo da Apple em tecnologia móvel para seus aparelhos celulares. 

Inspirado no seu smartphone, a gigante do Vale do Silício lançou o seu tablet, o iPad, com versões que conquistaram o público. O resultado são os mais de 160 milhões de celulares vendidos nos últimos 14 anos, especialmente em 2016.

Para quem está iniciando no mundo do iPhone, a própria fabricante recomenda o iPhone 7, que ainda está à venda em magazines, não estando mais disponível no site da Apple, onde o usuário entenderá as funcionalidades e terá mais intimidade para se fidelizar com o smartphone.

Até a próxima!

 

Deixe seu Comentário

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Talvez Você se Interesse

- Publicidade -