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Animes Online: Confira a história e os mais assistidos

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Os animes se tornaram um fenômeno que cativou uma legião de fãs e admiradores, especialmente nas décadas de 1970 e 1980.

A razão desta paixão encravada nos corações de crianças, jovens e adultos são suas histórias envolventes com personagens icônicos e que precisavam encarar vários desafios e dificuldades.

Somado a isso, a construção e roteirização dos mangás e que hoje está presente também nos animes online sempre chamam a atenção e nos prendem de forma irresistível.

O assunto de hoje são os animes online. Vamos conhecer mais sobre sua história, partindo do começo e avançando até os dias atuais.

Ademais, vamos entender como está o mercado nos dias atuais e recomendar as melhores produções para todos os gêneros e gostos.

História dos animes

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Créditos: insinis.com
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Os animes são curta metragens com animação que tiveram seu desenvolvimento na terra do Sol nascente, o Japão.

Após a Segunda Guerra Mundial e a derrota da frente liderada pelo país nipônico e a Alemanha, a nação se viu devastada e machucada pelas bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki.

Mesmo com o confronto contra os EUA, os produtos de animação americanos eram consumidos com frequência, especialmente os curtas com os personagens da Disney.

Nessa época, o que era bastante consumido eram os desenhos do:

  • Mickey Mouse;
  • Minnie;
  • Tio Patinhas;
  • Branca de Neve e os 7 anões;
  • Cinderela;
  • A bela adormecida.

As crianças adoravam ouvir essas histórias no dia a dia e era eficiente aos pais trabalharem a formação e educação de seus filhos através do conto.

Mas a ferida da guerra estava absolutamente presente na alma dos japoneses.

E uma forte corrente nacionalista almejava que os próprios artistas do país tivessem espaço para divulgar suas criações para consumo interno.

No embalo deste movimento, os primeiros criadores desenvolveram pequenos curtas com histórias baseadas em personagens com histórias e traços semelhantes com o seu povo.

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Inspirados pelo o que se fazia em outros países e aproveitando o sucesso que os curta metragens da Disney já possuíam, os animes japoneses começaram com tudo.

Na metade do século XX, várias companhias especializadas em desenvolvimento de curtas e também de séries para televisão eram inauguradas em todo o país, aproveitando as oportunidades que este novo nicho já oferecia aos artistas locais.

Duas companhias merecem um destaque especial por causa da sua alta qualidade e que logo se tornaram referência no assunto. São eles:

  • Madhouse;
  • Kyoto Animation.

Essas companhias foram responsáveis por apresentar alguns dos maiores criadores de animes da história, com obras que estão no coração dos apaixonados pelas histórias em quadrinhos e os animes online, que viriam algumas décadas depois.

Os criadores com destaque histórico são:

  • Katsuhiro Otomo, criador do lendário Akiro;
  • Akira Toriyama com o clássico e aclamado Dragon Ball;
  • Hideo Miyazaki.

Os primeiros animes

Antes de falarmos da indústria dos desenhos japoneses, vamos puxar um pouco mais para trás os registros históricos.

O primeiro registro histórico de produção animada é de 1907 com o menino marinheiro chamado Katsudo Shashin.

Durante a década de 1910, diversas animações internacionais chegaram aos cinemas japoneses, fazendo com que a indústria se aquecesse e gerasse novos empregos e abrisse espaço para novos talentos locais.

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Nas décadas seguintes, o mercado de animação entra em grande ebulição com a criação de produtoras de animação, como a Tenkkatsu, Nikkatsu e a Kobayashi Shokai.

Os precursores do movimento são artistas que já desenvolviam os mangás, que são os livros de quadrinhos japoneses, ou artistas plásticos que aproveitaram a oportunidade para desenvolver as animações, como Oten Shimokawa e Seitaro Kitayama, respectivamente.

A novidade da época foi usada não somente para entretenimento, mas para fins educativos, como o cuidado com os idosos nos anos 1920 com Sanae Yamamoto.

Os anos se passaram e a indústria foi se diversificando para a construção de produtos voltados aos mais diversos segmentos

  • Educação;
  • Erótico;
  • Militar.

Durante a Primeira Guerra Mundial, o terremoto de Kanto em 1923, em Tóquio, e a década de 1930, os animes foram recebendo avanços estéticos e técnicos, ficando mais realistas e saindo da construção arcaica dos primeiros anos de produção.

Mesmo na Segunda Guerra Mundial, a indústria da produção de cinema e de mangás continuava em forte ascensão, mesmo com a participação do país nipônico nos confrontos contra a coalizão liderada pelos Estados Unidos.

Merecem destaque especial a Shin Nihon Dogasha, produtora especializada em filmes de desenhos animados, criados por Sanae Yamamoto e Kenzo Masaoka como figuras principais, projeto que não teve muito sucesso. 

Mudança nos anos 1950

A partir da década de 1950, o investimento em curtas e longas metragens com animação cresce de forma impressionante com o surgimento de diversos criadores e produtores de cinema, com forte inspiração nos filmes da Disney.

É importante frisar que os animes em quadrinhos já existiam bem antes e o que aconteceu foi a passagem para as telas do cinema e da TV.

Era tão forte o movimento de inserção dentro do mundo das animações que vários profissionais de outros setores largaram tudo para se dedicar a este mercado. Vários filmes foram lançados no espaço de vinte anos:

  • Imokawa Mukuzo Genkanban no Maki, o segundo anime da história;
  • Hanawa Hekonai, Shinto no Maki, um dos primeiros com o Samurai como protagonista;
  • Nakamura Gatana;
  • Urashima Taro;
  • Momotaro: Umi no Shinpei, o maior filme dos anos 1940;
  • Osama no shippo;
  • Entre outros.

Como vimos, era impressionante a quantidade de filmes e autores que entravam neste segmento em um curto espaço de tempo. Para dar conta de tanta demanda, as produtoras se viravam como podiam.

Valia até transformar a própria casa em produtora, como aconteceu com a Otogi Productions, criação de Ryuichi Yokoyama.

Os primeiros animes comerciais na TV

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Créditos: animesonlinegames.com

Desde o primeiro registro, foram necessários cerca de 50 anos de espera para que os animes chegassem à televisão. Já consagrados pelo público e crítica japonesa, faltavam dar o passo mais importante para sua popularização.

Foi somente no mês de outubro de 1958, através da Toei Animation, estúdio criado 10 anos antes, que o primeiro anime foi criado para ser veiculado comercialmente. 

A Lenda da Serpente Branca, ou Hakujaden, foi veiculada pela TBS, a terceira maior emissora aberta do Japão com produção da Toei e da Manga Calendar apenas em 1962 com a produção da Otogi Productions.

Mas seria no ano seguinte em que a história dos animes mudaria para todo o sempre com a chegada do lendário Astro Boy.

O Astro Boy

Inspirado no mangá de Osamu Tezuka, em que o personagem vivia em um mundo fictício com androides, e o protagonismo do robô Atom, criado para suprir a ausência do filho do seu inventor, Astro Boy é a primeira série lançada na TV de animes.

Logo de cara, foi sucesso de audiência por contar a história do robô que seria abandonado por seu criador que não conseguia diminuir a dor de Dr. Tenna, o seu criador.

O resultado é a rejeição do Tenma e sua venda para um circo comandado por um tirano chamado Hamegg.

Anos depois, Atom é resgatado pelo professor Ochanomizu, que viu sua apresentação no circo e só o recuperou depois de um incêndio no circo e os robôs salvarem as pessoas e serem igualados com os humanos.

Ochanomizu percebe que o robô era dotado de poderes especiais e conseguia expressões reações e sentimentos iguais aos dos humanos.

Com isso, Atom começa a trabalhar no combate ao crime, a injustiça e evitar maldades com as outras pessoas.

Com isso, ele começa a enxergar a maldade e vai combater:

  • Robôs com raivas;
  • Robôs que odiavam humanos;
  • Humanos que odiavam os robôs;
  • Aliens que invadiam a Terra;
  • E gângsters.

Durante a sua história, ele consegue formar uma família de robôs com os pais e dois irmãos, chamados Cobalt e Uran. Na TV, Atom ganha um irmão bebê chamado Chi-tan.

O mangá foi publicado por 16 anos, entre 1952 e 1968 com 23 volumes e teve cinco temporadas na TV exibidas regularmente. A partir de Astro Boy, as produtoras começaram a batalhar por espaço na TV aberta.

Essa concorrência foi benéfica para o mercado. Foi assim que apareceram grandes sucessos que chegariam em nosso país nos anos seguintes e marcaram época.

Consolidação dos animes

A partir dos anos 1980 e 1990, os animes chegaram até o Ocidente em larga escala e conquistaram uma legião de crianças, jovens e adultos completamente apaixonados pelas aventuras dos quadrinhos e da TV.

Rapidamente, virou febre e não tinha quem não parasse de manhã ou à tarde na frente da TV ou na banca de jornal para comprar o seu exemplar do mangá ou assistir com os amigos.

As séries que se eternizaram nas mentes e corações dos fãs são:

  • Dragon Ball, por Akira Toriyama;
  • Os Cavaleiros do Zodíaco, por Masami Kurumada;
  • Yu Yu Hakusho, de Yoshihiro Togashi;
  • Slayers, de Hajime Kanzaka;
  • Yu-Gi-Oh!, criado por Kazuki Takahashi;
  • Entre outros animes.

Outro anime clássico e que foi continuado com sucesso foi o Sailor Moon e Magic Knight Rayearth.

Já no século XXI, outros animes se destacam tanto no Japão quanto nos países do Ocidente, trazendo novos fãs e consumidores fieis neste mercado.

Quem não cresceu assistindo Naruto, Pokemón, Fairy Tail, Death Note, Pretty Cure e Detective Conan.

Só para entendermos o tamanho e a força dessa indústria no Japão, são mais de 400 estúdios de animação que produzem mais de 2500 episódios/ano e que movimentam mais de 1 bilhão de dólares, exportando para todo o planeta.

Detalhes para produzir animes

Muito se diz sobre as semelhanças entre os mangás e os animes, que na verdade o segundo é uma extensão do primeiro, dando vida às histórias em quadrinhos.

Só para entendermos como é todo o processo, cada episódio de 30 minutos custa mais de 100 mil dólares e são exibidos em horários alternativos, o que muitas vezes impede o público de acompanhar as animações.

Até por esse detalhe, a audiência está se esvaindo ao longo dos anos em outros públicos, focando somente no público jovem.

Algumas pessoas que não conhecem este universo e estão tendo contato pela primeira vez imaginam que o mangá vira rapidamente um anime. Mas não é isso que acontece.

Geralmente, logo que um mangá é lançado e faz sucesso, já é comprado por uma rede de TV para virar anime. Neste caso, é lançado para ser exibido semanalmente entre o horário das 17 às 19h locais, gerando conteúdo e muita merchandising.

Quando não é o caso de ser transformado em DVD ou em série de TV exibida durante a madrugada e até se transformar em longa metragem.

Animes no Brasil

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Créditos: pronatec.pro.br

A chegada dos animes no Brasil se deu apenas nos anos 1960 e logo ganhou de cara os fãs que tiveram a oportunidade de conhecer produtos diferentes do que eram exibidos por aqui.

Em um universo cheio de novelas e filmes de faroeste americano, as animações exibidas inicialmente em preto e branco e depois em cores conquistaram uma legião de adultos e crianças.

O primeiro anime exibido foi o National Kid, em 1984. Ao mesmo tempo, chegaram outros animes para exibição em nosso país. Eram eles:

  • Homem de Aço;
  • Oitavo Homem;
  • Zoran;
  • O garoto do espaço;
  • Às do espaço.

Claro que o início foi claudicante, não gerando muito impacto e ficando restrito a um pequeno público, até por conta da surpresa. Uma grande vantagem para sua exibição em nosso país era a questão financeira.

Comprado com um preço mais baixo, adicionado ao serviço de dublagem bem razoável e servindo como complemento da programação infantil das emissoras, elas meio que vieram por acaso.

Mas com o passar do tempo, o sucesso veio à tona e os animes começaram a conquistar o público, sendo exibidas diversas vezes até serem censuradas pelo regime militar, que restringia a publicação de séries com heróis voadores.

Um hiato de 10 anos foi necessário para que o mercado voltasse à tona com o apoio da Rede Manchete, ao investir de forma pesada no começo dos anos 80 em desenhos animados com Patrulha Estelar e O Pirata do Espaço.

Na metade da década de 80, chegaram os live-actions, que são os desenhos que se transformam em filmes praticamente reais, como Jaspion, Jiraya e outros.

Boom nos anos 1990

Mas foi a partir da década de 1990 que os animes tiveram um crescimento incrível com a chegada dos Cavaleiros do Zodíaco na Rede Manchete. Com um acordo curioso de troca de conteúdo e publicidade, a emissora foi obrigada posteriormente a comprar os direitos da obra.

Foi um fenômeno de audiência e de popularidade, elevando a audiência para uma média de 8 pontos, números que a emissora de Adolpho Bloch não conseguia alcançar por diversos anos. 

Por onde se andava, tinha algum produto relacionado aos Cavaleiros do Zodíaco. Era na TV, onde foi reprisada por diversas vezes e teve merchandising a perder de vista. Tinha de tudo:

  • CD
  • Camiseta;
  • Boné;
  • Máscara;
  • Fita de vídeo com os episódios;
  • Revistas;
  • Etc.

A consequência foi imediata nas concorrentes com a febre causada pela exibição do anime na Manchete. Todas as emissoras concorrentes foram atrás de animes para exibição.

Em concomitância, os animes invadiram as salas de cinema em todo o país. Para efeito comparativo, o último filme da saga A Batalha de Abel foi exibido em 1995 para mais de 200 salas no Brasil, comparado somente aos grandes lançamentos nacionais.

Mas você sabia que o recurso da classificação indicativa, aquela que aparece antes de cada programa na TV, é uma consequência direta dos animes? É isso mesmo que você leu!

Em 1995, um grupo de pais e psicólogos acionaram o Ministério da Justiça preocupados com as cenas de sangue e morte exibidos nos desenhos. 

A resposta foi criar a classificação indicativa para serem exibidos na íntegra depois das 9 horas da noite, além de cortar as cenas mais violentas.

Mesmo com este problema, a Manchete continuou exibindo diversos animes por mais quatro anos, como Sailor Moon, Samurai Warriors e Yu Yu Hakusho. Porém, o apelo comercial já não era mais o mesmo. Meses depois, a Manchete iria à falência.

Neste meio tempo, a Band e o SBT também apostaram nos animes, com destaque para Akira, Street Fighter, O Pequeno Guerreiro, Dragon Ball e o Astro Boy.

Com o fracasso comercial, as emissoras começaram a se replanejar para evitar prejuízos financeiros com a exibição dos desenhos japoneses, piorado com o fim da Rede Manchete.

Tudo mudaria com a chegada de dois novos desenhos que trariam um novo fôlego para o mercado: os clássicos Pokémon e o Dragon Ball Z.

Segundo boom de animes

O ano era 1999. A Rede Record adquire o desenho animado em que humanos e androides disputam um campeonato com muitas aventuras. Era o conceito do Pokémon.

Comandados pelo jovem Ask, seu fiel escudeiro Pikachu e seus amigos, foi um tremendo sucesso de vendas e de audiência. Foram milhares de produtos licenciados e números no Ibope que incomodaram a líder Rede Globo.

A resposta da emissora dos Marinhos foi trazer uma obra que fizesse concorrência com o Pokemón.

Em 2000, a Globo anuncia a chegada de Digimon, um desenho com as mesmas similaridades do concorrente.

Mesmo com a potência do canal carioca, por várias vezes ela perdeu a disputa com o desenho original.

Mas a Globo não desistiu. Trouxe também para o mercado nacional outras obras que melhoraram a audiência e deram de volta a liderança no horário das manhãs na TV Globinho.

A Rede Bandeirantes também investiu em animes com o lançamento do Band Kids nos anos 2000, que tinha como carro chefe o Dragon Ball Z, Tenchi Muyo, Bucky, Dragões Alados e Os Seis Biônicos.

Permaneceu por quatro anos como o principal programa desse segmento na TV Aberta, replicando na TV por assinatura pela qualidade, o que foi catapultado pela saga Freeza de Dragon Ball Z, considerada a melhor de todos.

Porém, o início do século XXI reservou o começo da decadência dos animes no Brasil, restringindo-se o sucesso a apenas alguns animes, como Hantaro, Naruto, One Piece, Zatch Bel! e Yu-Gi-Oh!.

O segmento nunca mais foi o mesmo e acabou até perdendo espaço para os mangás, o que necessitaria de mudanças profundas. A solução foi partir para os animes online.

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O surgimento dos Animes Online

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Créditos: geekoos.com

Já que o mercado da TV aberta não deu mais espaço para os animes, muito por conta das restrições da classificação indicativa e não ter mais o sucesso comercial, o mundo da internet se tornou a melhor alternativa para exibição das peças.

A exibição dos animes em plataformas de streaming e no Youtube atende a uma demanda do mercado e busca atingir públicos que saíram dos meios convencionais de comunicação.

Hoje, as crianças e adolescentes que estão formando a nossa próxima geração passam muito mais tempo na tela do computador ou do celular consumindo o conteúdo que mais lhe agrada.

A quantidade de horas de acesso aos meios digitais cresce de forma exponencial e absoluta.

Esse crescimento é acompanhado de perto pelas marcas, que tem começado a repensar seus investimentos comerciais.

Esse movimento abraça também os jovens e adultos que querem consumir produtos aos quais assistiam quando crianças ou adolescentes e que marcaram seu tempo.

Como a TV não oferece o espaço que gostariam, naturalmente a internet se torna o meio necessário para recordar episódios e personagens que marcaram suas vidas.

Por isso, você que está chegando pela primeira vez no universo dos animes, saiba que estão disponíveis de forma online todos os animes que seus pais assistiam desde pequenos até os atuais. Confira os animes mais assistidos na internet.

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Animes mais assistidos da internet

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Créditos: myanimes.com.br

Hoje, vamos relacionar os animes mais assistidos da internet pelas plataformas de streaming de acordo com os gêneros do mercado.

Lutas

Os mais assistidos são os animes lançados na década de 1990 e que simbolizaram o segundo boom em nosso país. Temos:

  • Naruto Shippuden

Franquia do Naruto, mostra a saga do protagonista para ser o próximo Hokage, o líder de sua tribo.

  • Dragon Ball Super

Um clássico que acompanha gerações permanece atual e com milhares de fãs em todo o mundo.

Todas as temporadas estão disponíveis no streaming para os apaixonados e quem está conhecendo pela primeira vez. A franquia Super marca o retorno de Goku.

Violência

São desenhos que exploram o aspecto da violência com lutas sangrentas.

  • Ataque dos Titãs

Reclusos em muralhas nas grandes cidades, o desafio dos jovens Eren Yeager, Mikasa Ackerman e Armin Arlert batalham contra os titãs que ameaçam a Terra em lutas sangrentas.

  • Assassins Pride

Depois da humanidade quase ser levada à extinção e se reorganizar por classes sociais, há a divisão entre os nobres que possuem habilidade sobre humanas e os licantropos, habitante do lado exterior da cúpula onde os nobres estão.

Melinda está dentro dos nobres, mas não possui nenhum poder. Para não ser expulsa, ela é treinada por um assassino para saber se realmente possui algum poder.

Com a confirmação da falta de poder, este assassino decide esconder o resultado e a luta é para esconder este segredo e salvar a vida de Melinda. Para isso, ela terá que enfrentar os licantropos e os próprios nobres.

Ação

  • Black Cover

Asta é um jovem que nasce com poderes mágicos que nem ele mesmo sabe direito em um universo com pessoas que possuem poderes especiais. 

Junto com ele está Yuno, seu amigo de infância, que possui inúmeros poderes. Eles competem para saber quem é o Rei Mago do local em que moram.

Porém, quando Asta adquire um poder que anula qualquer magia, sua história se transforma completamente.

  • One Piece

Acompanha a história de Monkey D. Luffy, um jovem que vê sua história se transformar depois de adquirir o poder de se transformar em homem borracha após comer um fruto proibido.

Junto com seus amigos, eles correm até descobrir o tesouro perdido mais desejado de todo o planeta, o One Piece.

  • My Hero Academia

Nesta história, o personagem principal é o Izuku, uma pessoa sem poderes, mas que tem coragem, deseja ser um herói e ajudar a capturar vilões. 

Para isso, ele vai ser treinado pelo poderoso All-Might que divide seus poderes para que Izuku faça a diferença no mundo.

  • Fairy Tail

É a saga de Lucy Heartfilia, uma feiticeira que gosta de viajar e que encontra muitas aventuras inesperadas e o mago e caçador de dragões Natsu Dragneel.

Eles decidem viajar para ganhar dinheiro e outros poderes, mas vão enfrentar diversos obstáculos e enfrentar o vilão Acnologia, o Dragão Rei.

Suspense

  • Mob Psycho 100

Mob é um menino que tem poderes que vão crescendo à medida em que ele vai se tornando jovem. Mas esses poderes vão mexendo com sua capacidade psíquica, fato com o qual ele precisa lidar.

Para isso, ele evita usar esses dons. Mas ele precisa enfrentar uma organização criminosa de paranormais que querem dominar o mundo e enfrentar um espírito maligno que quer se proclamar seu líder espiritual.

  • Bleach

O estudante Ichigo Kurosaki sempre soube se comunicar com espíritos de pessoas já mortas. Quando encontra um Ceifeiro de Almas, a sua vida muda por completo.

Em uma batalha cheia de suspense, o ceifeiro transfere seus poderes a Ichigo para enfrentar os Hollow, uma entidade maligna que ataca outros espíritos e impedir a disseminação desta entidade.

Quais são os maiores animes da história

Neste mais de um século de história, os animes passaram por muitas mudanças e tiveram que mudar e fazer alterações relevantes no conteúdo, trazendo aspectos relacionados à magia, ilusão e outras conexões históricas.

Dentre a infinita quantidade de ideias lançadas nestes anos, vários títulos se popularizaram e estão presentes no imaginário dos apaixonados e que vão conquistando o público até os dias atuais.

O mundo dos animes sempre teve que se reinventar e se adaptar ao gosto do público e à transformação das gerações de apaixonados. Desde os primeiros produtos que exploravam os aspectos históricos até exaltar o nacionalismo, acompanhou a história do Japão.

A criatividade e o fascínio pelo lado obscuro desenvolveram clássicos que conquistaram o mundo e fazem parte de nossa história.

Hoje, os animes online mantêm viva a memória e conquistam novos públicos.

Os animes são para as crianças, jovens, adultos, homens e mulheres de todas as classes sociais.

Se você ainda não conhece esse universo, aproveite o seu tempo livre para conhecer os clássicos e se apaixonar pela primeira maratona e não parar de consumir esse conteúdo.

Viva os animes! 

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