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Instagram: Tudo sobre essa rede social de compartilhamento de fotos e vídeos

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Desde o surgimento da internet, no fim do século passado, cada vez mais essa rede de computadores vem fazendo parte da vida das pessoas, principalmente quanto ao uso das redes sociais. Atualmente existem diversas, mas uma em especial vem despontando e cada vez mais ganhando usuários em todo o planeta: o Instagram.

Instagram: o que é

O Instagram é uma rede social online mundialmente conhecida e utilizada diariamente por centenas de milhares de usuários. Com ele o usuário pode postar fotos e vídeos, aplicando filtros e efeitos especiais, para um melhor resultado final. Além do mais, é possível adicionar legendas junto à publicação.

Essa rede social está disponível como aplicativo nas principais lojas, como o Play Store e o App Store. No loja do Google (Play Store), por exemplo, que traz sua versão para Android, o app já conta com mais de 1 bilhão de downloads, e quase 14 milhões de avaliações, que lhe rendem 4,4 estrelas (de 5).

Com o Insta é possível conectar-se com os amigos, compartilhar o que está fazendo ou ver as novidades das outras pessoas ao redor de todo o mundo. Além de explorar a comunidade que envolve a rede social, que um local onde a pessoa pode ser ela mesma e compartilhar de tudo; desde sua rotina até os momentos mais importantes da vida. Essa é a mensagem que o app oficialmente passa.

O aplicativo conta também com sua versão “lite”, disponível para Android, que já conta com mais de 10 milhões de downloads. Por ser menor, essa versão é voltada para conexões mais limitadas, gastando menos internet e espaço no celular, além de ser mais rápida.

Funcionalidades do Instagram

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O Insta é uma rede social repleta de funcionalidades, e por isso é tão utilizada no mundo todo, pois proporciona ao usuário diversas opções e modos de uso. Com esse app é possível:

  •         Adicionar fotos e vídeos ao story, podendo editá-las com ferramentas divertidas (que desaparecem 24 horas depois).
  •         Seguir outros usuários (seja ou artistas e marcas famosas)
  •         Ser seguido por outros usuários
  •         Deixar a conta privada (e ter controle sobre quem tem acesso ao conteúdo do perfil e a seguidores)
  •         Enviar mensagens pelo Direct.
  •         Publicar no feed fotos e vídeos que ficam exibidas no perfil.
  •         Conferir o IGTV e ver vídeos mais longos dos outros usuários.
  •         Inspirar-se através de fotos e vídeos das outras contas, clicando em Explorar.
  •         Descobrir marcas e pequenas empresas, e comprar produtos diversos.

História

O Instagram foi criado pelo norte-americano Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger, no ano de 2010. Seu lançamento ocorreu no mês de outubro e cresceu rapidamente em poucos meses, e nesse período ele estava disponível apenas no App Store, a loja da Apple.

Em apenas 1 (um) ano, contando apenas com 6 (seis) funcionários e disponível somente para quem possuía um iPad ou um iPhone, o app já contava com 10 milhões de usuários.

O crescimento foi tanto que a rede social foi comprada pelo Facebook em 2012, por 1 bilhão de dólares (mais de 5 bilhões de reais, na cotação atual). A compra ocorreu no dia 9 de abril, apenas 6 dias depois do app ganhar sua versão Android e ser disponibilizado na Play Store.

Apenas 3 meses após esses acontecimentos, o Insta já possuía 80 milhões de usuários, e no início de 2013, mais de 100 milhões de pessoas já usavam  a rede social ao redor do mundo.

Atualmente, possui mais de 1 bilhão de usuários ativos por mês, sendo a 5ª rede social mais utilizada no planeta, atrás apenas do Facebook, do Youtube, do Whatsapp e do WeChat. Só no Brasil são aproximadamente 100 milhões.

Como ganhar seguidores

No Facebook, há os chamados “amigos”, que são aquelas pessoas para as quais um usuário envia, ou recebe uma “solicitação de amizade”, que é aceita. E a partir daí, esses dois usuários passam a ser amigos na rede social.

No Face, sempre que essa solicitação é aceita, ambos passam a ser amigos um do outro, e com isso passam a ter acesso automático, através do feed ou story, as postagens que qualquer um deles realiza.

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Há ainda, um limite de 5 mil amigos que um usuário pode ter nessa rede social. Até existe a nomenclatura “seguidores” (aqui não há limites), mas eles são mais perceptíveis apenas quando pertencem a usuários ilustres, como artistas e/ou marcas famosas, ou as páginas.

Mas diferentemente do Face, no Instagram há apenas os chamados “seguidores”, e não há um limite de quantos seguidores um usuário pode ter. Outra diferença é que no Insta, ao seguir uma pessoa, ela não necessariamente pode te seguir de volta.

Com isso, diferentemente do Face, apenas o usuário que segue consegue acompanhar automaticamente as postagens do usuário seguido. Por exemplo, se um aluno começar a seguir no Insta, o professor de Inglês da sua escola. Esse usuário começará a ver em seu feed ou story, todas as postagens que o professor postar. Porém se o professor não tiver interesse em segui-lo de volta, ele não receberá as atualizações do aluno.

Dessa forma, há aí um interesse por parte de um usuário em acompanhar a vida de alguém que ele ache interessante. E essa é a chave da questão, pois muitas pessoas se perguntam como ganhar seguidores no Instagram ou como ter engajamento em suas publicações.

Dicas

A primeira dica para isso é tentar entender por que um usuário segue alguém nessa rede social. Para isso basta perguntar-se a si mesmo, qual o motivo de seguir alguém, e com isso chegar a resposta clara de que, segue-se alguém que se acha interessante, que se gosta, que tem algo a propiciar. Seja um entretenimento, uma informação, ou simplesmente o puro interesse em acompanhar sua trajetória.

Com isso, se faz necessário, primeiramente, tornar-se alguém interessante para ser seguido, alguém que desperte o interesse nos outros usuários em acompanhá-lo. Propiciando a quem segui-lo uma experiência agradável, aumentando assim o engajamento.

A segunda dica é ter em seu perfil uma boa biografia, que é uma parte destinada a descrever o usuário. Nessa parte é fundamental descrever a profissão, formação, a visão de mundo e a perspectiva de futuro, são cruciais também,

A terceira dica é interagir com pessoas que tenham interesse em perfis semelhantes ao do usuário. Por exemplo, depois de seguir a Dica 1, uma pessoa, que é poeta, concluiu que o que ela tem a propiciar aos seus seguidores é a sua poesia.

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Desse modo, para selecionar potenciais seguidores, basta procurar perfis que tratem desse mesmo tema e seguir as pessoas que interagem com aquele perfil. Pois, muito provavelmente, esses usuários tenham interesse em seguir de volta o poeta.

A quarta dica é produzir um bom conteúdo, e usar hashtags que tenham a ver com a publicação, pois assim ela aparecerá no item “Explorar” dos outros usuários, aumentando a chance de o perfil ser percebido.

Como vender mais?

Tendo em vista o grande potencial dessa rede social e toda a visibilidade que ela proporciona, muitas empresas utilizam o Instagram para mostrar sua marca, e assim alavancar suas vendas.

No tocante a vendas, no Instagram há basicamente dois meios de realizá-las. O primeiro é através das vendas diretas pelo Direct, onde a empresa, corporação ou interessado envia mensagem diretamente para os prováveis clientes. Pode-se enviar imagens, links e catálogos dos produtos, ou oferecer os serviços, e caso a pessoa se interesse, ela realiza a compra.

Outra forma é trabalhar utilizando os seguidores do perfil. Para isso é crucial ter um perfil profissional, pois ele é mais amplo e realmente é voltado para vendas. A criação desse perfil é similar ao do pessoal, e bastando apenas baixar o app e criá-lo. Com o perfil profissional criado, é necessário atrair os seguidores seguindo as dicas anteriores.

Depois de ter uma boa audiência basta ser afiliado de alguma plataforma, como a hotmart vendendo (cursos ou produtos de outras pessoas/corporações) através de links. Ou vendendo os próprios produtos ou serviços da empresa para os seguidores ou interessados, postando-os no perfil e colocando um contato ou link na descrição da bio.

Porém, outros fatores que auxiliam bastante no aumento considerável de vendas são através de um trabalho de marketing bem realizado. E para isso, existem profissionais e métodos bastante utilizados e que realmente funcionam, são eles: o social media, o copywriting e o Storytelling.

O que é um social media?

Com a crescente evolução das redes sociais, muitas empresas viram nesse mercado uma ótima oportunidade de dar mais visibilidade a sua marca, tendo em vista que, bilhões de pessoas às acessam diariamente.

Porém, para se obter um bom resultado, com um ganho elevado de seguidores, um bom engajamento e interações com o perfil e, principalmente, vender os produtos e/ou serviços, é necessário bem mais do que simplesmente criar um perfil no Instagram, por exemplo, e sair compartilhando qualquer coisa.

Para chegar a um bom resultado, é preciso planejamento, visão de público-alvo, conhecer o consumidor e traçar estratégias para que os objetivos sejam alcançados.

E é nesse ambiente em que surgiu o social media, que é um profissional responsável por gerenciar a rede social de uma empresa ou semelhante. Essa profissão surgiu nessa última década, e tendo em vista tudo o que foi dito, sua função vai além de fazer os posts nos perfis das empresas.

Um social media é quem cria a “identidade digital” da empresa, é ele quem traça as estratégias, realiza as pesquisas, observa o público-alvo e cria as melhores postagens, sempre visando os melhores resultados para a corporação que representa. Além, claro, de fazer o gerenciamento da conta, realizando as postagens, criando legendas, e observando o feedback dos consumidores e vice-versa.

Como trabalhar como social media no instagram

Como vimos, apesar de aparentemente ser um serviço de fácil execução, trabalhar como social media exige um amplo conhecimento relacionado a área de comunicação, relacionamentos e comportamentos humanos.

Por esses motivos, para se inserir nesse mercado e trabalhar da forma mais plena possível é fundamental buscar uma capacitação na área de comunicação, como Marketing, Jornalismo, Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda.

Outro fator crucial é o de ser um usuário ativo das redes sociais, aprofundando os conhecimentos sobre as ferramentas que rodeiam essas redes. E é necessário também, ser paciente e ter curiosidade para manter-se sempre atualizado e em constante evolução.

Assim, para trabalhar nesse ramo, a pessoa pode ser tanto “autônoma”, trabalhando como um terceirizado para uma empresa. Ela pode também, trabalhar em um departamento da empresa (sendo um funcionário da própria corporação), e ser responsável por fazer esse gerenciamento. Ou ainda, trabalhar em uma empresa especializada em social media, e que faça serviços terceirizados para as outras corporações.

Caso a pessoa não saiba como encontrar as empresas que estejam procurando por um profissional da área, uma boa solução é através de plataformas de freelance, tais como 99freelas ou Workana, pois sempre há clientes buscando esse perfil de profissional.

O que é copywriting

Outra profissão que vem crescendo em uma velocidade assustadora é a de copywriting. Writing é o gerúndio do verbo inglês write (escrever), e significa, portanto, escrevendo. E está relacionado com a escrita, a redação de textos de publicidade.

Copywriting é, dessa forma, o método de produção de textos convincentes e persuasivos, voltados para o mundo do Marketing e vendas. Esses textos podem ser o teor, o conteúdo de um post, de um site, de um e-mail, de um catálogo, de um anúncio, etc.

Desse modo, esse método não apenas escreve um texto informativo ou descritivo qualquer, a redação do texto é inteiramente com um objetivo de persuasão, na tentativa de convencer o leitor a comprar o bem ou serviço.

O copywriting trabalha com um amplo conhecimento do consumidor, pois é preciso conhecer os anseios, medos e objeções de um cliente, para o copywriter (profissional da área) possa persuadi-lo, através do uso de gatilhos mentais, para induzi-lo a compra, e acabar com as dúvidas e contradições do leitor/consumidor.

Os gatilhos mentais são a principal arma de persuasão, usados pelos copys (abreviação de copywriter, comumente utilizada). Robert Cialdini, em seu livro As Armas da Persuasão, mostra 6 gatilhos relacionados ao comportamento humano, que nos fazem agir de modo quase automático, são eles: a reciprocidade, a aprovação social, a afinidade, a autoridade, a escassez e o compromisso. Vejamos cada um deles:

Reciprocidade: é a tendência do ser humano de responder uma ação positiva com outra.

Aprovação social: diz respeito à influência que sofremos dos outros. Assim, quando muitas pessoas escolhem algo ou alguma coisa, mais as outras pessoas são influenciadas a fazer o mesmo.

Afinidade: é a tendência de os seres humanos se conectarem de forma psicológica com aqueles com quem se parecem.

Autoridade: é o princípio psicológico de uma pessoa obedecer a quem ele acredita ser superior.

Escassez: o cérebro age emocionalmente quando estamos a ponto de perder algo.

Compromisso: está relacionado a pressão que o ser humano sente sobre suas posições perante algo, e por isso tenta ser coerente com aquilo que ele assumiu publicamente.

E no Instagram não é diferente. É corriqueiro deparar-se com esse tipo de escrita, seja nos posts, seja nos anúncios e propagandas que existem na app. Por isso, essa e outras redes sociais são uma boa oportunidade de observar e compreender mais sobre o tema, para quem quer trabalhar na área.

Como trabalhar como copywriting no instagram

Apesar de parecer um pouco mais complicado que o social media, para ser copywriter não há uma formação a ser exigida. O que se faz necessário é simplesmente um conhecimento profundo sobre os mecanismos de como vender mais através das palavras.

Obviamente que é sempre bom ter uma capacitação, como letras e/ou áreas da comunicação, para aprimorar os conhecimentos e também como um meio de comprová-los. Mas dá sim para ser um profissional de sucesso, sem nenhuma formação.

Tipos de copywriter

Caso uma pessoa tenha interesse em seguir nessa área, é possível elencar 3 tipos de copy no mercado de trabalho. São eles: o copywriter de agência, o copywriter de corporação e o copywriter freelancer. Vejamos cada um deles.

Copywriter de agência: é um trabalho formal, em que o copy é contratado por uma agência especialista em publicidade, e que fará os serviços para outras empresas. Nesses trabalhos cumprem-se uma carga horária normalmente, seja presencial ou remotamente.

Copywriter de corporação: o copy é contratado diretamente por uma empresa ou corporação, que não trabalha especificamente nessa área, mas que sempre precisa de trabalhos relacionados a isso, e em vez de contratar uma agência, mantém um funcionário para cuidar de tudo.

Copywriter freelancer: são profissionais que trabalham por projetos, isto é, sempre que alguém necessita de um trabalho de copywriting, ele procura alguém para realizá-lo. Os freelancer não trabalham nem para agências, nem para empresas, eles trabalham autonomamente e pegam os projetos que surgem. Uma boa maneira de encontrar potenciais trabalhos, são, novamente, as plataformas de freelance.

O que é Storytelling

Storytelling é um termo em inglês que significa “contando histórias”, e é a capacidade de descrever uma história, usando um enredo bem elaborado, com uma narrativa que envolva o ouvinte e usando recursos audiovisuais.

Contar uma história é algo bem comum, e remonta aos tempos antigos. Aliás é através das histórias que são contadas, que os saberes são transmitidos. Atualmente, esse método é amplamente difundido e utilizado como uma ferramenta de marketing.

O Storytelling nada mais é do que dividir uma história de uma empresa ou produto, e ligá-la a um cliente. Por exemplo, para vender um curso preparatório do ENEM ou de um concurso para a Policial Militar, a empresa conta a história de sucesso de uma pessoa que adquiriu o curso e conseguiu ser aprovado e/ou tirar uma excelente nota no exame.

Histórias bem contadas, que envolvem emocionalmente as pessoas, fazem sim toda a diferença na hora de realizar uma venda. É como diz o renomado psicólogo Jerome Bruner, um fato tem 20 vezes mais chance de ser lembrado, quando associado a uma história.

Como aplicar técnicas de Storytelling no instagram

Há várias maneiras de contar uma história, por isso o modo como ela é contada é muito importante. As histórias são contadas através de filmes, de memes, de vídeos no instagram ou de anúncios de marketing por exemplo.

Seja para engajar seguidores no insta ou vender um produto ou serviço, é super importante criar “ganchos” na história, isto é, chamar a atenção e causar curiosidade, trabalhando com coisas que seu público-alvo goste, como uma música conhecida ou uma palavra-chave envolvente.

Um dos grandes gatilhos utilizados no Brasil é o humor, pois o povo brasileiro é um povo bastante divertido e que valoriza o lado humorístico da coisa. Por isso, é bem comum ver campanhas que trabalham com essa temática.

Uma campanha bem interessante que surgiu nos últimos anos, foi uma feita pelo Ministério da Educação e Cultura, utilizando o artista e a letra viral de “Caneta Azul” para lembrar os estudantes do ENEM sobre o uso obrigatório da caneta preta para a realização da prova.

Uma outra, foi realizada pelo Ministério da Saúde, utilizando a canção “Vai Malandra” e a própria Anita, para ressaltar o uso do capacete ao pilotar uma motocicleta.

Foi possível perceber nessas duas campanhas um lado humorístico presente, além das duas utilizarem virais da época, dando muito mais ênfase e relevância para as mesmas.

Outro fator importante que deve-se levar em consideração no Storytelling, é a relação que a história que está sendo contada tem com o público-alvo. É fundamental escolher temas ou palavras-chaves que os potenciais clientes estejam interessados.

Por fim, é de suma importância usar a emoção na história, pois como afirma um estudo que foi realizado pela universidade norte-americana de Harvard, cerca de 95% das decisões de compra são feitas através do subconsciente da pessoa.

Desse modo, trabalhar o lado emocional e afetivo do cliente ou seguidor, aflorando nele um sentimento de nostalgia ou alegria, por exemplo, é crucial para alavancar as vendas ou engajar seguidores.

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