As superstições mais curiosas das seleções na Copa

Entrar em campo com o pé direito, repetir roupas da sorte, manter a mesma ordem no gramado ou carregar amuletos pessoais. Conheça as superstições mais curiosas das seleções na Copa do Mundo e descubra como esses hábitos atravessam gerações do futebol.
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As superstições mais curiosas das seleções na Copa mostram que nem mesmo os maiores atletas do mundo conseguem escapar de certos rituais quando a pressão aumenta. Em um torneio que mobiliza bilhões de pessoas e pode definir carreiras inteiras, muitos jogadores, técnicos e até dirigentes recorrem a hábitos peculiares que acreditam trazer sorte.

Algumas dessas tradições são discretas. Outras chamam atenção de torcedores e da imprensa a cada edição da Copa do Mundo. Há seleções que repetem exatamente a mesma rotina antes das partidas. Existem atletas que entram em campo sempre com o mesmo pé. Alguns carregam objetos pessoais durante toda a competição. Outros seguem hábitos alimentares ou religiosos específicos.

A ciência não comprova qualquer relação entre essas práticas e o desempenho dentro das quatro linhas. Ainda assim, elas continuam fazendo parte dos bastidores do futebol.

Abaixo, separamos algumas das superstições mais curiosas que marcaram a história das Copas do Mundo e vamos te explicar por que esses costumes continuam tão presentes entre os protagonistas do maior torneio do planeta!

Por que atletas criam superstições?

A resposta está ligada à própria natureza do esporte. Em uma Copa do Mundo, nem tudo está sob controle dos jogadores. O clima, a arbitragem, o desempenho do adversário e até um simples desvio na bola podem mudar completamente uma partida.

Diante dessa imprevisibilidade, muitos atletas desenvolvem rituais que ajudam a criar uma sensação de segurança emocional. Segundo especialistas em psicologia esportiva, esses hábitos funcionam como mecanismos para reduzir ansiedade e aumentar a confiança antes das competições.

Por isso, não é raro encontrar jogadores que repetem exatamente os mesmos comportamentos antes de cada partida importante.

A seleção brasileira e o tradicional círculo de oração

Uma das imagens mais conhecidas das últimas Copas envolve a Seleção Brasileira reunida no gramado antes do apito inicial. O círculo formado pelos jogadores para momentos de oração se tornou uma tradição nas últimas décadas. Independentemente da religião de cada atleta, o gesto costuma representar união e concentração antes das partidas.

Em algumas edições da Copa do Mundo, o grupo também repetiu o hábito logo após as vitórias, transformando o ritual em uma marca registrada da equipe.

O costume argentino de entrar sempre na mesma ordem

A Argentina possui uma superstição que chamou atenção durante a campanha do título mundial em 2022. Ao longo do torneio, os jogadores mantiveram exatamente a mesma ordem de entrada no gramado antes das partidas.

O hábito surgiu naturalmente durante a competição e acabou sendo mantido conforme a equipe avançava. Quando o time passou a vencer, ninguém quis alterar a sequência. A tradição ganhou tanta força que virou tema constante nas entrevistas concedidas pelos atletas durante a Copa.

Os técnicos que evitam mudar roupas da sorte

Não são apenas os jogadores que cultivam superstições. Muitos treinadores também possuem hábitos curiosos. Um dos mais comuns envolve roupas consideradas “da sorte”.

Ao longo da história das Copas, diversos técnicos repetiram gravatas, casacos, ternos ou até combinações completas de vestuário durante campanhas bem-sucedidas. A lógica é simples: se a equipe venceu usando determinada combinação, por que mudar? Embora pareça apenas uma curiosidade, esse tipo de comportamento é bastante comum no esporte de alto rendimento.

As meias especiais de alguns jogadores

Entre atletas profissionais, poucas superstições são tão recorrentes quanto o uso de equipamentos considerados especiais. Alguns jogadores utilizam as mesmas caneleiras durante anos. Outros mantêm meias específicas para partidas importantes.

Há ainda quem use fitas, pulseiras ou munhequeiras associadas a momentos marcantes da carreira. Em várias ocasiões, jogadores chegaram a solicitar que peças antigas fossem recuperadas após serem esquecidas em hotéis ou centros de treinamento.

O pé direito primeiro: uma tradição mundial

Entrar em campo com o pé direito é uma superstição presente em diferentes culturas. No futebol, ela aparece com frequência durante as Copas do Mundo. Diversos atletas fazem questão de tocar o gramado primeiro com o pé direito ao deixar o túnel de acesso ao campo.

O gesto é repetido quase automaticamente e muitas vezes passa despercebido pelos torcedores. Para quem acredita, representa sorte para os próximos 90 minutos.

O ritual de beijar a aliança ou objetos religiosos

Muitos jogadores carregam consigo símbolos de fé. Durante as Copas, é comum ver atletas beijando alianças, correntes, medalhas religiosas ou fitas presas ao uniforme antes do início das partidas.

Alguns repetem o gesto ao entrar em campo. Outros realizam a prática antes das cobranças de pênalti. Há ainda aqueles que agradecem olhando para o céu após marcar gols. Esses comportamentos podem ter significados religiosos, familiares ou simplesmente emocionais.

A superstição dos assentos nos ônibus

Pode parecer exagero, mas algumas seleções evitam mudar até mesmo a posição dos jogadores dentro do ônibus oficial. Durante campanhas vitoriosas, atletas costumam manter os mesmos lugares durante os deslocamentos.

O costume foi registrado em diferentes seleções ao longo das últimas décadas. A lógica é semelhante à de outras superstições esportivas: se está funcionando, não deve ser alterado. Esse tipo de hábito costuma ganhar força principalmente durante as fases eliminatórias.

A barba que não pode ser cortada

Uma superstição bastante popular envolve o crescimento da barba durante torneios. Alguns jogadores deixam de fazer a barba desde o início da competição. Outros prometem só voltar a se barbear após o fim da campanha.

O ritual lembra tradições presentes em esportes como hóquei no gelo e beisebol. Na Copa do Mundo, ele costuma chamar atenção principalmente quando as seleções avançam até as fases finais.

O uniforme que não deve ser lavado

Embora pareça uma lenda, existem relatos de atletas que evitam alterar determinados detalhes do uniforme durante campanhas positivas. Naturalmente, as peças utilizadas em campo são substituídas a cada jogo.

Mas alguns jogadores mantêm acessórios específicos, cadarços ou itens pessoais associados às vitórias anteriores. A crença é simples: qualquer mudança pode quebrar a sequência positiva.

As músicas que acompanham as seleções

Nem todas as superstições envolvem objetos físicos. Algumas estão ligadas à música. Diversos atletas escutam exatamente a mesma playlist antes de entrar em campo. Em algumas seleções, determinadas músicas passam a fazer parte da rotina coletiva durante o torneio.

Quando os resultados aparecem, ninguém quer mudar a trilha sonora. Esse hábito ficou especialmente conhecido em seleções campeãs que adotaram canções específicas como símbolo da campanha.

Os mascotes improvisados das delegações

Ao longo da história das Copas, algumas delegações adotaram objetos considerados amuletos. Pode ser um brinquedo, uma bandeira, uma pelúcia ou qualquer item que passe a representar a sorte da equipe. Em alguns casos, os próprios jogadores criam a tradição. Em outros, o objeto é levado por membros da comissão técnica.

As superstições mais curiosas das seleções na Copa mostram um lado pouco conhecido do futebol. Em meio à pressão, aos milhões de espectadores e à responsabilidade de representar um país inteiro, muitos jogadores e técnicos encontram conforto em hábitos que repetem há anos.

Sejam orações coletivas, roupas da sorte, objetos religiosos ou simples rotinas de entrada em campo, essas tradições continuam atravessando gerações e tornando a Copa do Mundo ainda mais fascinante.

No fim das contas, elas não garantem vitórias. Mas ajudam a contar algumas das histórias mais interessantes do maior torneio do futebol mundial.

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Escrito por
Analista de Conteúdo Pleno
Bárbara Pontelli Monteiro possui mais de 5 anos de experiência com redação SEO e escrita criativa. Tem licenciatura em Letras, bacharelado e licenciatura em História e MBA em Marketing Digital. Escreve também para a Editora Globo e tem passagens por grandes agências do mercado.
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