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Planeta Terra: o que é, elementos e minerais que a compõem

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O Planeta Terra é um caso único em todo o sistema solar de um lugar que consegue reunir todas as condições necessárias para a vida humana.

Aqui temos os quatro elementos necessários à nossa subsistência e que nos ajudam a proteger do frio, do calor e das intempéries do tempo que nos cercam: água, fogo, ar e a terra.

É incrível como o solo onde pisamos também é capaz de produzir todos os alimentos e insumos tão necessários no nosso dia a dia.  

Causa maravilhosidade também o solo obter todos os minerais necessários para a fabricação de produtos e mantê-lo estável e renovável ao longo dos séculos.

Para entender e conhecer todos os minerais e a sua importância na existência no agronegócio, veja neste artigo o processo de formação do nosso solo e a composição existente no Planeta.

Formação do solo da Terra

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Cálculos estimados pelos cientistas indicam que o nosso planeta tenha mais de 4,6 bilhões de anos, sofrendo milhares de mudanças perceptíveis e imperceptíveis aos nossos olhos.

As causas das mudanças podem ser de fator interno do solo ou por causa de ações externas, como a chuva, os processos de erosão e a própria ação do ser humano.

No começo de tudo, a nossa Terra era composta basicamente de massa magmática, acima do núcleo, e que formou a camada rochosa após se resfriar. Essa camada é a que chamamos de litosfera.

Naturalmente, a movimentação e acomodação das placas territoriais geraram diversas mutações em nosso solo, o que gerou os terremotos e os maremotos.

Outros fatores externos modificaram a composição do nosso solo como a formação dos gases que envolvem o nosso planeta, o que chamamos de atmosfera.

A atual composição do nosso planeta é resultado do movimento de rotação e translação, formando a esfera que é achatada na região dos polos Norte e Sul.

Hoje, já é possível verificar toda a formação e composição das camadas que recobrem o núcleo do planeta. 

A nossa estrutura interna é dividida em três camadas:

  • A crosta terrestre, sendo a oceânica e a continental;
  • O manto interior e superior;
  • E o núcleo interno e externo.
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O mais importante de todas as camadas é a crosta, que é a nossa camada externa, aquilo que está diante de nossos olhos. É nela que a nossa vida se desenvolve de forma mais direta.

O solo onde pisamos, construímos nossas casas e tiramos o alimento que nos sustenta recebe o nome de crosta continental.

Com espessura de 5 a 70 km de profundidade, é onde estão todos os minerais e nutrientes necessários para nossa existência.

Já a crosta oceânica está abaixo do mar e tem a espessura de 5 a 15 km, menor que a crosta terrestre.

Temos o manto, que se estende até 2900 km, onde está o magma, a camada viscosa que é responsável pela movimentação das placas tectônicas, o que forma os terremotos.

Já o núcleo é a camada mais profunda e é totalmente sólido na sua parte interna, onde estão vários compostos minerais imprescindíveis para o seu funcionamento, como o níquel e o ferro.

O nosso campo magnético e que orienta os polos da Terra fica nesta região.

Composição da superfície terrestre

Em nossa superfície, temos o encontro das seguintes camadas que formam o nosso ecossistema:

  • Hidrosfera;
  • Biosfera;
  • Litosfera;
  • Atmosfera.
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A hidrosfera é composta pelas águas, cobrindo em 70% todo o planeta e onde estão recursos fundamentais para vivermos, como a água, os alimentos marinhos e o petróleo.

Já a biosfera é composta pelos elementos orgânicos e os inorgânicos, como os animais, fungos, bactérias e afins. A litosfera são os nossos continentes e ilhas onde a humanidade se constitui e a parte mais visível da Terra.

E, por fim, a atmosfera, composta pelos gases e substâncias que permitem a vida no planeta, como a água, o oxigênio, nitrogênio e outros gases.

Entendendo resumidamente como são divididas as camadas que formam o que vemos costumeiramente, agora vamos concentrar nosso conteúdo na questão do solo.

Como é o solo da Terra

O nosso solo é composto pela desagregação das rochas que existem desde o resfriamento da massa magmática, no início do universo. 

Com essa desagregação e o rearranjo natural pela movimentação das placas, surgiram novas texturas a partir da presença de outros materiais já presentes na sua composição e sofre influência de seus elementos.

É a nossa principal base para o surgimento e o constante desenvolvimento da nossa biodiversidade, compostas pelas plantas e animais que trazem o equilíbrio necessário à vida humana.

Além disso, o solo é fundamental para o agronegócio, pois nela estão todos os nutrientes e minerais necessários ao crescimento dos alimentos que suprem as nossas necessidades físicas e fisiológicas.

Sua composição principal é a partir dos processos capazes de desintegrar as partículas que ficam no solo rochoso a partir da infiltração da água e por ação química.

De acordo com o tipo de formação, as condições de ambiente e a sua localização, temos uma diversidade de solos presentes em todo o planeta Terra.

Tipos de solos

Os principais tipos de solos existentes e que são mais facilmente identificados são:

  • Arenosos

Possuem grande concentração de areia e muito pouca umidade, tornando mais difícil a vida de plantas e microorganismos.

  • Argilosos

Mais compactos e úmidos, retendo a água por mais tempo.

  • Siltosos

São aqueles que tem maior possibilidade de erosões pelo fato de não ter estabilidade.

Do que é composto o solo da Terra

Para cada região, há uma variedade de solos e de elementos químicos que os compõem. Isso porque a sua formação depende muito de fatores externos, como a umidade, o clima e a presença de vida animal e humana.

Geralmente, o solo da nossa Terra é feito por:

  • 45% de elementos naturais;
  • 25% de ar;
  • 25% de água;
  • E apenas 5% de matéria orgânica.

A matéria orgânica é constituída pela decomposição de animais e plantas e formam a primeira das cinco camadas que compõem o solo considerado maduro.

Chamado cientificamente de horizontes, essas camadas tem sua própria composição e são importantes no andamento do nosso sistema de vida.

Basicamente, temos o seguinte:

  • Húmus – A visível, onde tem matéria orgânica, água, animais e plantas. É nesta camada onde os alimentos e as árvores crescem;
  • Solo superficial – Fica mais abaixo e onde estão mais matéria orgânica, água e sais minerais;
  • Subsolo – É a camada onde tem mais ar e concentra boa parte dos sais minerais que alimentam o solo superficial;
  • Rocha fragmentada – São fragmentos da rocha matriz onde tem muita presença de ar;
  • Rocha Matriz – A base de todo o solo onde tem a sua principal sustentação.

De acordo com o sistema brasileiro de classificação de solos do IBGE, o Brasil tem 13 tipos de solos em nossas terras, algumas com maior fertilidade natural, outras com menor fertilidade.

É no solo onde estão os recursos minerais que estabelecem a nossa relação com a natureza, através do uso da agricultura para subsistência humana.

Ali retiramos os principais minérios que fazem parte da matéria prima da atividade industrial, estão na construção civil, como areia, pedra e argila, e na produção de utensílios usados no dia a dia.

Os recursos minerais

Classificados como substâncias inorgânicas e que são constituídos naturalmente, fazem parte da composição da Terra. Atualmente estão catalogados mais de quatro mil minerais e podem ser divididos em metálicos e não metálicos.

A classe dos metálicos possui elementos capazes de conduzir energia e eletricidade, como o cobre, o ferro, o alumínio, o níquel, entre outros.

Já a classe dos não metálicos são itens não condutores de energia, como a areia, a argila, o diamante, etc.

Extraídos principalmente do nosso subsolo, são enviados para as siderúrgicas onde se transformam em bens de consumo.

Como citado anteriormente, a construção civil só existe graças aos recursos que temos naturalmente para edificar casas, apartamentos, galpões e viadutos. E se não existisse a areia, pedra, água e os minérios que fazem parte do cimento?

E os minerais de origem fóssil, com boa capacidade de combustão e costumeiramente usados para transportar pessoas, cozinhar alimentos e abastecer equipamentos de aquecimento, como o petróleo, gás natural e carvão mineral.

Podemos dividir os minerais em não metálicos, metálicos e fósseis.

Minerais metálicos

São aqueles que conseguem conduzir eletricidade e são utilizados na captação, transmissão e distribuição de energia, além de serem usados na produção de bens de consumo.

Ferro

É o principal produto que compõe o aço, muito usado na fabricação de ferramentas e utensílios domésticos.

Alumínio

Usualmente em automóveis, aviões, construção de cabos e panelas e afins, possui boa condutibilidade.

Cobre

Usado especialmente na montagem de cabos e fios elétricos, está também nas peças automotivas, mesas, relógios e em lâmpadas, tem alta condutibilidade, praticamente sem resistência elétrica.

Outros minerais metálicos:

  • Manganês;
  • Mercúrio;
  • Chumbo;
  • Ouro;
  • Prata;
  • Estanho;
  • Etc.

Minerais não-metálicos

Estes recursos não são usados para condução de calor e energia e fazem parte da construção de bens duráveis.

Diamante

Está presente nas joias e em brocas usadas na perfuração de poços.

Cascalho

As pedras pequenas usadas na construção civil para erguer casas, prédios e para asfaltamento de terras enlameadas.

Água

O principal recurso mineral que temos, é indispensável para a continuidade da vida humana.

Areia

Presente em desertos, praias e no solo, são usados na fabricação de vidro e de concreto.

Outros minerais não metálicos:

  • Enxofre;
  • Nitrato;
  • Amianto;
  • Cloreto de Sódio;
  • Fosfato;
  • Entre outros.
Recursos Minerais Fósseis

Usados na queima e alimentação de bens como automóveis e de residências. São os casos do petróleo, do gás natural e do carvão mineral.

A importância dos recursos da Terra no agronegócio

O nosso país se destaca mundialmente no agronegócio, sendo um dos líderes na produção de grãos e de bovinos do mundo, compondo mais da metade do nosso produto interno bruto.

Isso só é possível porque temos um solo altamente compatível para a produção rural, formando grandes parques voltados para a plantação de alimentos e criação de gado.

O nosso país tem mais de 10 tipos de solos presentes, com características próprias e detalhes que influenciam na escolha da sua utilização.

Para trazermos de forma mais clara e facilitar a compreensão de todos, a divisão de solos na Terra do Brasil se divide popularmente em quatro tipos:

  • Terra Roxa

São altamente férteis e têm tonalidade avermelhada. Estão presentes na Região Centro Oeste e Sudeste do país. É composto a partir de decomposição de basalto

  • Massapé

Facilmente encontrado no litoral do nosso Nordeste, possui uma tonalidade escura e sem nenhuma fertilidade.

  • Salmorão

Menos fértil do que a Terra Roxa, está presente no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, especialmente nas cidades mais próximas do centro do estado.

  • Aluviais

São as conhecidas áreas de várzea de rios e de mangues, onde é basicamente feito por sedimentos e terra onde não tem nenhuma sustentação.

O Brasil é rico em solos Terra Roxa e Salmorão, onde estão justamente os principais polos agropecuários e de grãos, altamente produtivos e como fonte rica em proteínas para os animais.

De acordo com o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, os tipos existentes no Brasil são:

  • Argissolos, nos quais estão presentes uma grande quantidade de argila na camada subsuperficial. Seus tons são bem avermelhados ou acinzentados, estando presente em ¼ do solo nacional;
  • Cambissolos, os que estão em fase de desenvolvimento;
  • Chernossolos, em que possuem grande fertilidade e tem grande presença da argila, cobrindo 5% da nossa terra;
  • Espodossolos, com grande presença de alumínio e matéria orgânica, o que os deixa bem pobres e bem ácidos;
  • Gleissolos, presente juntos aos cursos d’água com terreno à base de argila e com a cor fortemente ligada ao cinza;
  • Latossolos, com grandes mudanças no seu processo de formação com presença de pequenos grãos. Cerca de 40% de todos o território nacional tem esse tipo de solo na sua composição;
  • Luvissolos, de cor amarela e com altos índices de argila nas suas camadas. Estão concentradas na região Nordeste;
  • Neossolos, com pouca ação ou maturação de seu solo pelo fato de sua jovialidade. Dentro do composto, estão os materiais orgânicos e minerais.

A divisão de solos da SIBCS permanece e mais alguns solos existentes são:

  • Nitossolos;
  • Organossolos;
  • Planossolos;
  • Plintossolos;
  • E Vertissolos.

A importância da escolha na Terra na agricultura

Desde os primórdios da humanidade, a agricultura sempre teve um papel preponderante na economia das nações.

Seja como forma de se subsistir ou para gerar recursos próprios, essa atividade faz parte daquelas consideradas essenciais para todos nós.

Afinal, a própria natureza tem o poder de fornecer as vitaminas, nutrientes e sais minerais responsáveis por manter o equilíbrio do corpo e da mente.

Não somente de forma individual, mas a alimentação fornecida pelo nosso ecossistema ajuda na manutenção e na organização de uma sociedade mais saudável.

Para que dê certo, é preciso que o solo escolhido para plantar os alimentos seja capaz de fazê-los crescer com saúde e que tenha as suas propriedades naturais.

Ao redor do mundo, temos diversos tipos de terras utilizadas para o plantio.

O que deve ser considerado com relevância de tal forma a assegurar a segurança alimentar são:

  • Condições climáticas do local;
  • Tecnologia na preparação da terra e na colheita;
  • Utilização de fertilizantes e agrotóxicos autorizados pelas autoridades sanitárias;
  • Logística de distribuição.

Nos mais de 8 milhões de quilômetros quadrados que o Brasil possui, existem grandes espaços utilizados para o agronegócio.

E, ao mesmo tempo, existem áreas nas quais não há nenhuma atividade comercial justamente pelo terreno não ter condições nenhuma de ser utilizado.

As causas podem estar relacionadas à própria condição do solo e da atividade humana, o que tem influenciado em grande quantidade o equilíbrio da nossa economia verde.

Influência do ser humano na oferta de Terra

Lendo os livros de história, o Brasil dos índios era basicamente composto pela Floresta Amazônica e a Mata Atlântica cobrindo toda região litorânea e as planícies.

Os portugueses chegaram em nossa amada terra e começaram a povoar o nosso litoral, tirando um pedaço da nossa mata.

Mas o grande impacto causado é quando subiram a serra e fizeram a destruição de grande parte de toda a vegetação existente.

Dessa forma, tiveram todas as condições para construir as cidades e trocar as vegetações pela construção de toda a infraestrutura urbana, como as casas e os logradouros.

Com isso, se tornou necessário criar uma forma de subsistir os habitantes. Para isso, derruba-se mais árvores para abrir os espaços destinados à agricultura familiar.

Enquanto o progresso se dirigia para o interior do país, mais a nossa vegetação morria. Hoje, apenas 8% da vegetação original está protegida por lei, abrangendo a região que começa no Rio Grande do Sul e termina no sul da Bahia.

Um dos principais gargalos enfrentados nos dias atuais é a invasão ilegal do espaço protegido para a vegetação e a preservação da vida natural para construção de empreendimentos imobiliários.

Situação um pouco diferente vive a floresta amazônica. Diferente do litoral, onde as cidades cresceram e nortearam o funcionamento do país, a cruzada para o interior foi mais demorada e exigiu mais sacrifícios.

A floresta sempre manteve as suas características naturais e tinha sido pouco afetada pela ação do homem. Uma grande vantagem da preservação foi o cuidado com que as cidades que estão dentro da floresta foram fundadas.

Respeitando os limites da floresta e da natureza, as cidades de Belém e Manaus surgiram em perfeita harmonia com o verde.

Porém, o homem também olhou para a floresta como negócio. Assim, a exploração econômica começou a ficar mais forte.

Sob os mais diversos motivos e finalidades, o homem começou a destruir aos poucos a mata para usar das mais diversas razões:

  • Extração ilegal de madeira;
  • Uso para agricultura irregular;
  • Grilagem ilegal;
  • Destruição dos povos indígenas.

O resultado é que a cada ano a mancha de desmatamento aumenta consideravelmente, despertando maiores preocupações dos órgãos que lutam pela preservação da natureza.

Só prova que a ação do ser humano pode ser tanto benéfica quanto maléfica para o meio ambiente. As consequências do uso ilegal e indiscriminado da terra e dos recursos naturais traz resultados catastróficos para a natureza, como a escassez de minérios e recursos naturais.

Os nossos recursos estão acabando!

As nossas gerações anteriores não tinham a menor preocupação com os recursos naturais e minerais. Extraíram o quanto se podia tirar para vender no mercado e garantir o abastecimento de casas, empresas e indústrias.

Mas uma hora a conta chegaria, e está chegando com mais força. Por muito tempo, usamos carvão mineral, petróleo e gás de forma descontrolada e sem cuidar do meio ambiente.

O resultado desse descompasso está evidente no aumento da poluição ambiental nas grandes cidades, a erosão provocada pela extração de gás e na queima de combustíveis fósseis, o que corrói a nossa camada de ozônio.

Somado com a nossa ação humana, tem feito com que a deterioração da nossa Terra seja acelerada e as consequências são mais violentas e duras.

As consequências pela deterioração da Terra

São várias as consequências que provocam a deterioração do solo por conta da ação humana. As mais sérias envolvem a perda dos nutrientes e propriedades naturais, tornando-a seca e improdutiva.

Isso afeta bastante a produção de alimentos, o que pode provocar o desabastecimento no mercado nacional e internacional, aumentando a crise alimentar.

Infelizmente, esse resultado desastroso está mais comum do que imaginávamos e está afetando também a nossa credibilidade internacional.

O Brasil sempre foi considerado referência no combate ao desmatamento e na preservação de nossas florestas. 

Ao mesmo tempo, convivíamos com o crescimento do desmatamento ilegal para extração de madeira não certificada, o que resulta em altos ganhos para os madeireiros.

Ademais, o derrubamento de árvores centenárias para abrir espaço à pastagem de animais faz com que o terreno seja totalmente prejudicado e perca suas propriedades naturais.

Além disso, uma outra chaga é o extrativismo e o garimpo ilegal, fazendo com que o solo seja fortemente prejudicado e se torne praticamente morto e sem vida.

Mas a ação do ser humano no uso em demasia dos agrotóxicos e produtos altamente químicos vem destruindo os nossos solos e os tornando impraticáveis para a agricultura e a pecuária.

Com a ação química em níveis altíssimos, o efeito cascata é a contaminação dos alimentos, do solo, do lençol freático e da água, gerando consequências ambientais imprevisíveis.

O que se conclui é que não é a ação da natureza a maior responsável pela destruição da terra e de seus recursos minerais, até porque a própria repõe tudo o que foi perdido de alguma forma.

Mas é o que o homem tem feito com os seus recursos naturais em troca do dinheiro. A boa notícia é que o mesmo que destrói pode reconstruir de forma sustentável e recuperar áreas degradadas. Saiba como.

Como recuperar a terra e seus recursos minerais

Ainda há esperança para termos terras que foram degradadas de volta e poderem produzir novamente. Com isso, é possível recuperarmos a área verde e melhorar a nossa qualidade de vida.

Para isso, o que devemos fazer como sociedade é:

  • Incentivarmos as medidas sustentáveis no plantio e cultivo de grãos, verduras, legumes e frutos;
  • Reduzir ao mínimo possível a quantidade de agrotóxicos utilizados e incentivar o uso de fertilizantes naturais que ajudem a terra a produzir os sais minerais necessários;
  • Denunciar de forma contundente quaisquer agressões ao meio ambiente e ao solo;
  • Participarmos de ações voltadas à conscientização da preservação da natureza.

Cuidar daquilo que é nosso fará com que as próximas gerações tenham esperança de viver em uma sociedade que tem uma boa parceria com o meio ambiente. Assim, conseguiremos preservar o nosso Planeta Terra e os elementos minerais que mantêm a vida por aqui.

Até a próxima!

 

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